Web Radio Jesus Cristo Gospel: 2017-04-30

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Projeto de lei

Projeto de lei que proíbe conteúdo erótico em materiais escolares é aprovado em comissão da Câmara

 
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O projeto de lei 3010/11 prevê a proibição de conteúdo erótico e/ou pornográfico em materiais escolares, e foi votado e aprovado na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, apesar da oposição de partidos de esquerda.
O texto, de autoria do deputado Aguinaldo Ribeiro (PP/PB), integrante da bancada evangélica, faz alterações no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), acrescentando um parágrafo ao artigo 79 para a proibição de ilustrações, imagens ou sinais de caráter erótico, pornográfico ou obsceno em material escolar voltado ao público infanto-juvenil.
A relatoria do projeto na Comissão de Educação ficou a cargo do deputado Flavinho (PSB-SP), que deu parecer favorável. O texto recebeu 20 votos a favor, 1 contra e uma abstenção. Parlamentares dos partidos Rede Sustentabilidade, PT, PTN e PSOL tentaram impedir a aprovação do relatório, com obstruções.
“O uso em excesso da erotização está criando uma geração de jovens desajustados psicologicamente. Não nos parece nada ético constar, em materiais didáticos destinados ao público infanto-juvenil, imagem pornográfica ou erótica”, afirmou o relator, de acordo com informações da Agência Câmara de Notícias.
Flavinho afirmou que buscou assessoria para a formatação de seu relatório: “Para que nós pudéssemos tirar da subjetividade a erotização e deixar isso de forma mais clara, nós buscamos o que diz o Ministério da Justiça sobre a classificação indicativa quanto às imagens de caráter erótico ou pornográfico”, acrescentou.
No relatório, houve mudanças em relação ao texto original, deixando mais enfáticas as proibições de conteúdo ou conotação erótica e/ou pornográfica, e também as restrições relativas às faixas etárias, divididas como menores de 12 anos; menores de 14 anos; e menores de 18 anos.
Agora, o texto segue para apreciação, em caráter conclusivo, nas comissões de Seguridade Social e Família e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Jesus

Refugiado muçulmano sonha com Jesus e recebe curas milagrosas: “Ele pôs as mãos em mim”

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Um refugiado muçulmano encontrou-se com Jesus em uma das experiências que mais tem se tornado comum aos seguidores de Maomé: sonho. Doente, ele recebeu a visita de um “homem de branco”, que o curou.
O testemunho revelado ao mundo pela entidade missionária Frontiers narra a história de conversão de Nabil (nome fictício por razões de segurança), que tentava reconstruir a vida após deixar sua terra natal por conta da expansão do terror.
Vivendo em um pequeno apartamento, Nabil conquistou um emprego braçal, com baixa remuneração. Em uma certa ocasião, sofreu uma grave lesão no tornozelo e precisou se afastar do serviço, e passou a receber apoio e visitas do vizinho, Greg, o único com quem havia construído amizade.Mesmo cumprindo as etapas de terapia e submetido a repouso, Nabil não conseguia se recuperar de forma plena, e assim, se mantinha afastado do serviço. O receio de agravar a lesão era tanto que ele pouco se arriscava a andar pelo apartamento. Preocupado, o muçulmano temia perder o emprego.Um dia, sem maiores avisos, Nabil procurou Greg com uma certa urgência: “Preciso te ver imediatamente. Venha agora e traga sua Bíblia”, disse o muçulmano. Ao chegar ao local, Greg foi novamente surpreendido: “Um homem de branco apareceu para mim em uma visão e me disse para ir atrás de uma Bíblia”, afirmou.
Greg, cristão, notou que o amigo estava de pé, andando: “O que aconteceu com seu tornozelo?”. “O homem de branco me curou”, respondeu Nabil, que também revelou que na noite anterior, sonhou com o tal homem de branco, que o levou para um belo jardim e o aconselhou a ler a Bíblia, pois assim o levaria à vida.
“Então eu contei ao homem sobre meu tornozelo ferido. Ele pôs as mãos sobre ele e eu fui curado”, acrescentou Nabil em sua narrativa sobre o sonho. O homem, que o muçulmano entendeu ser a figura de Jesus Cristo, abençoou cada um de seus filhos, e impondo a mão sobre seu filho de apenas um ano, nascido com problemas de saúde, disse: “Vou cura-lo. Ele vai ficar bem”.
Ao acordar, Nabil não achou o inchasso no tornozelo e se convenceu de que havia sido curado. Atônito, procurou seu filho e notou que a aparência da criança estava diferente. Dessa forma, agiu depressa para encontrar uma Bíblia, e pediu ajuda ao vizinho cristão.
Três dias depois dessa experiência, o filho de Nabil passou a engatinhar e ficar de pé, algo que ele não esboçava nem ao menos tentar antes. O menino também passou a emitir seus primeiros sons, como busca pelas primeiras palavras.
Greg providenciou uma Bíblia de presente para o vizinho, e dias depois, Nabil novamente teve uma visão do homem de branco: “A luz apareceu outra vez na noite passada com uma mensagem. Ele disse que um grande sinal, uma mensagem bonita, estaria vindo para mim amanhã. O sinal é tão grande que deve ser compartilhado em todo o mundo”, afirmou.
Nabil questionou a Greg qual seria o sinal, e o amigo sugeriu que buscasse as respostas na Bíblia: “A mensagem está aqui. Jesus é o sinal. Jesus nos liberta do pecado para nos dar nova vida. Vamos ler juntos”. Dessa forma, Nabil passou a estudar, se converteu e agora foi batizado, tornando-se um seguidor de Jesus.

Brasil

Com apoio do Brasil, UNESCO volta a ignorar vínculo de Israel com Jerusalém

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Uma época de cinismo e desfaçatez parece ser a descrição mais pontual da UNESCO nos últimos anos. A entidade da ONU voltada para educação e cultura aprovou, com o apoio do Brasil, uma resolução que nega laços de Israel com Jerusalém.
A Organização das Nações Unidos para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) promoveu uma votação na última terça-feira, 02 de maio, que nega a soberania de Israel sobre Jerusalém e afirma que o país não tem direitos legais ou históricos sobre a cidade.
A resolução foi aprovada com os votos de 22 países, incluindo Brasil, Rússia, China, África do Sul, Nigéria, Irã, Paquistão, Vietnã e outros países árabes, de acordo com informações do Times of Israel. Dentre os dez países que votaram contra estão Estados Unidos, Alemanha, Itália, Grã-Bretanha, Holanda, Grécia, Paraguai e Ucrânia.Lamentavelmente, a aprovação dessa resolução incoerente com os fatos históricos se deu no Dia da Independência de Israel. O texto da UNESCO diz que o Estado de Israel é uma “potência ocupante” em Jerusalém, pois não teria vínculos com a cidade.O texto foi construído pelas nações árabes e o apoio à resolução foi construído a partir de alianças políticas e econômicas internacionais. O Brasil, agora presidido por Michel Temer (PMDB), manteve a postura adotada na época dos governos de Lula e Dilma Rousseff (PT), de alinhamento ao Irã e aos países do BRICS (Rússia, Índia, China e África do Sul).
O documento pede o fim dos projetos de construção na chamada Cidade Velha de Jerusalém, onde está o Muro das Lamentações e a Mesquita Al-Aqsa (construída no local onde existia o Templo de Salomão), e em outros locais tidos como sagrados pelos judeus, como Hebrom, na Cisjordânia, assim como o bloqueio de Israel na faixa de Gaza.
Apesar dos absurdos históricos, a UNESCO agora reconhece que Jerusalém é uma cidade importante para as “três religiões monoteístas”: judaísmo, cristianismo e islamismo. O texto também já não se refere ao Monte do Templo e ao Muro das Lamentações com nomes muçulmanos, algo que havia exposto a parcialidade das resoluções anteriores.
Apesar dos absurdos históricos, a UNESCO agora reconhece que Jerusalém é uma cidade importante para as “três religiões monoteístas”: judaísmo, cristianismo e islamismo. O texto também já não se refere ao Monte do Templo e ao Muro das Lamentações com nomes muçulmanos, algo que havia exposto a parcialidade das resoluções anteriores.
O embaixador de Israel na ONU, Danny Danon, foi contundente em sua crítica à resolução: “Esta decisão tendenciosa e descaradamente mentirosa, e as tentativas para disputar a ligação entre Israel e Jerusalém, não irão mudar o simples fato de que esta cidade é a capital histórica e eterna do povo judeu”, frisou.
Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro israelense, seguiu a mesma linha: “Não há nenhum outro povo no mundo que vê Jerusalém como um lugar tão sagrado e importante como o povo judeu. Nenhuma reunião realizada na UNESCO poderá tentar negar essa verdade histórica”, afirmou.

Brasil

Há um mês, a Frente Parlamentar em Defesa da Vida e da Família da Câmara dos Deputados, expressou descontentamento com a postura do Ministério das Relações Exteriores e do presidente Michel Temer a respeito do tema.
“Não podemos aceitar qualquer medida que seja contrária ao povo de Israel, e ao seu legado histórico de contribuição para a humanidade, e por consequência para os cristãos”, disse o deputado federal Alan Rick, presidente da Frente Parlamentar, na ocasião.
“O Brasil como um país predominantemente cristão deve se manifestar no sentido de unir forças a Israel em defesa de seu legado histórico, e do respeito ao legado histórico construído pelo povo judeu, e sua imprescindível colaboração com os cristãos no mundo”, concluiu, de acordo com informações do portal Guia-me

Donald Trump

Donald Trump: “Estamos devolvendo a voz para as igrejas”

Presidente assina decreto, dizendo que ninguém deveria atacar pastores pelas suas crença

Donald Trump: "Estamos devolvendo a voz para as igrejas"






Nesta quinta-feira (4) foi comemorado nos Estados Unidos o “Dia Nacional de Oração”. A data tradicionalmente envolve campanhas de diferentes igrejas e denominações cristãs, que intercedem pelo país.
Para marcar o primeiro “Dia de Oração” de seu governo, o presidente Donald Trump cumpriu mais uma promessa de campanha. Ele assinou um decreto que garante os direitos religiosos, uma cobrança constante dos conservadores, que foram duramente reprimidos durando os dois mandatos de Barack Obama.
Trump reverte assim as restrições de atividades políticas de casas de culto, garantindo a liberdade de líderes religiosos que desejam se manifestar nos púlpitos sobre questões políticas, algo que eram impossibilitados de fazer.

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Assim, tenta reverter a “Emenda Johnson”, uma seção do código fiscal que proíbe organizações isentas de impostos como igrejas a apoiarem candidatos políticos. Válida desde 1954, seu fim oficial só pode ser decidido pelo Congresso, cuja maioria é de republicanos, do partido do presidente.
O presidente também instruiu o procurador-geral Jeff Sessions a iniciar um processo para “definir novas diretrizes” sobre como as agências do governo devem acomodar crenças religiosas. Essa questão confronta diretamente a regra criada por Obama que exigia que planos de saúde incluíssem cobertura para o aborto.
“Estamos devolvendo a voz para as igrejas. Ninguém deveria estar censurando sermões ou atacando pastores”, asseverou em meio ao aplauso dos presentes. Cercado de pastores que foram convidados para a cerimônia na Casa Branca, incluindo Franklin Graham, Trump disse que não permitirá mais que “pessoas de fé sejam alvo de intimidação ou silenciadas”.
Com o decreto se torna mais difícil, por exemplo, que qualquer pessoa seja processada por expressar suas convicções. Nos últimos anos, vários comerciantes cristãos foram processados por se negarem, por exemplo, a fazer bolos de casamento para casais gays.
Na última década, militantes LGBT e grupos ateístas tiveram várias vitórias nos tribunais americanos contra cristãos, tentando proibir qualquer um de se manifestar contra os ideais defendidos por eles. Há muito que instituições cristãs vinham reclamando que seus direitos à liberdade de crença estavam sendo violados.
“Não somos apenas uma nação de paz, mas também um país tolerante”, disse Trump hoje.
“Por isso, hoje adotaremos medidas para proteger a liberdade religiosa nos Estados Unidos. Com esse decreto não permitiremos a perseguição religiosa ou a intolerância”, acrescentou. Perto do encerramento de sua fala, lembrou que “liberdade não é algo dado pelo governo; liberdade é dada por Deus”.
A ex-deputada evangélica Michele Bachmann, presente ao evento, destacou que as pessoas de fé sabiam que se a senhora Clinton tivesse vencido, a nação teria sofrido moralmente”. 

Franklin Graham

Franklin Graham diz que cristãos estão sendo perseguidos pela agenda LGBT

Postado em: 04-05-2017Imagem redimensionada

O evangelista Franklin Graham disse na última terça-feira (2), que os cristãos dos EUA que se opõem à agenda LGBT estão sendo "perseguidos" e marcados "repetidamente" como alvos por agirem de acordo com suas convicções bíblicas sobre a sexualidade.

Graham, que é presidente da Associação Evangelística Billy Graham e da organização humanitária 'Samaritan's Purse' ('Bolsa do Samaritano'), falou como convidado no programa de rádio "Washington Watch", organizado pelo proeminente ativista conservador social e presidente do Conselho de Pesquisa Familiar, Tony Perkins, para discutir a próxima Cúpula Mundial da BGEA. A ordem executiva de liberdade religiosa deve ser assinada em breve pelo presidente Donald Trump.

A Cúpula, que se realizará de 10 a 13 de maio, foi apresentada por Graham como o "primeiro evento neste perfil", que reunirá mais de 600 pessoas de mais de 130 países em todo o mundo, muitos dos quais relatam terem sofrido perseguição por optarem em defender seus valores cristãos.

A conferência também acontecerá, enquanto dezenas de milhares de cristãos são mortos, presos ou perseguidos em todo o mundo por causa de sua fé a cada ano.

"Eu quero que nossos políticos vejam o que está acontecendo e eu quero as vozes dessas pessoas que foram perseguidas, quero que suas vozes sejam ouvidas, quero dar a eles um palco para que eles possam contar suas histórias e que façam isso lá em Washington, onde esperamos poder ver algumas mudanças na política", disse Graham sobre o evento.

Perseguição religiosa
O Encontro foi originalmente agendado para se realizar em Moscou, Rússia, em outubro do ano passado, mas foi reagendada após uma lei "antiterrorismo" ter sido aprovada, limitando severamente as liberdades dos missionários e evangelistas no país.

Embora as atrocidades terríveis estejam sendo realizadas contra os cristãos e outras minorias religiosas em todo o mundo, Perkins implicou durante a discussão que "a indiferença" expressa em relação à liberdade religiosa em um nível doméstico pelo governo dos EUA nos últimos anos enviou "uma mensagem aos terroristas e aos tiranos no exterior, de que eles são livres para fazer o que quiserem quando se trata do cristianismo".

Graham concordou com o radialista e listou vários casos em que os donos de empresas cristãs nos Estados Unidos sentem que seus direitos - assegurados Primeira Emenda - foram violados por políticas e regulamentações 'anti-discriminação', que os obrigam a prestar serviços para cerimônias de casamento entre pessoas do mesmo sexo ou vender pílulas abortivas, mesmo que essas ações possam entrar em conflito com suas crenças religiosas.

"É verdade, Tony. Não é só colocar um foco no que está acontecendo ao redor do mundo, mas o que está acontecendo aqui neste país, onde os cristãos estão sendo perseguidos, mas de uma maneira diferente", disse Graham. "Como você disse, não é com uma arma ou uma espada, mas eles estão sendo forçados a abandonar suas empresas, porque não apoiaram a agenda de gays e lésbicas".

Graham também falou sobre o caso dos confeiteiros cristãos de Oregon, que foram multados pelo Estado em US$ 135.000, por se recusarem a fazer um bolo para um casamento homossexual, alegando que isto violaria suas convicções religiosas.

Ele também mencionou o caso de uma farmácia católica de propriedade familiar em Washington, que processou o Estado por causa de uma lei que impunha que a todas as farmácias o fornecimento de pílulas abortivas nos estabelecimentos. Depois que o nono Circuito dos EUA decidiu contra os farmacêuticos em 2015, A Suprema Corte dos Estados Unidos recusou-se a ouvir o apelo dos donos do estabelecimento no verão passado.

"Frequentemente, em todo o país, os cristãos e suas empresas estão sendo escolhidos, porque eles não vão apoiar a agenda de outro grupo de pessoas", disse Graham. "Precisamos protegê-los, precisamos proteger os cristãos neste país e no exterior".

"Eu acho que, colocando um foco sobre isso, vamos ajudá-los... não vai doer", acrescentou Graham. "Vai ajudar a divulgar a notícia e obter as vozes daqueles que sofreram, para dar-lhes uma plataforma para falar."

Ordem Executiva
Fontes revelaram que Donald Trump poderia assinar a ordem executiva de liberdade religiosa nesta quinta-feira (4), durante o Dia Nacional de Oração. Porém funcionários do gabinete presidencial também alertaram que este tipo de cronograma poderia sofrer alterações.

Grupos pró-LGBT alegam que tal lei abriria as portas para a discriminação contra a comunidade LGBT por parte dos cristãos e já ameaçaram abrir ações judiciais se tal ordem executiva fosse assinada por Trump.

Justiça e Cidadania do Senado aprova união entre homossexuais

Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado aprova união entre homossexuais

Postado em: 04-05-2017

Nesta quarta-feira (3), a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou, em turno suplementar, o projeto que permite o reconhecimento legal da união estável entre pessoas do mesmo sexo (PLS 612/2011). Este poderia ser mais um passo em direção à legalização do casamento gay no Brasil.

A matéria foi aprovada em caráter terminativo na Comissão, mas ainda pode ser impedida de seguir para a Câmara dos Deputados, se não houver recurso, solicitando análise do texto em Plenário.

Sabendo disso, o senador Magno Malta já anunciou este recurso e afirmou que o texto não seguirá para a Câmara, pois será derrubado em plenário.

Malta esclareceu que não tem nada contra homossexuais e que mantém respeito aos que optam por levar a vida desta forma, porém questionou a maneira como esta aprovação foi conduzida.

"A mim estranha muito algo que seja votado na presença de três senadores. Mas como nós sabíamos do que poderia acontecer, eu tenho um recurso preparado para o Plenário e nós vamos requerer, protocolando à mesa. As assinaturas estão prontas há cerca de um mês e meio. Vamos requerer que seja levado ao plenário para que o conjunto dos cidadãos decida", disse.

O senador destacou que o Brasil já conhece bem o seu posicionamento sobre o assunto e

"O Brasil já conhece bem a minha posição sobre esse tema, aliás a posição da maioria desta Casa, que conhece casamento e reconhece a Família nos moldes de Deus: macho e fêmea", afirmou.

Clique no vídeo abaixo para conferir a declaração completa do senador:




Autoria

O projeto que legaliza a união estável homoafetiva é de autoria da senadora Marta Suplicy (PMDB-SP), que saudou a decisão da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania na manhã desta quarta-feira.

Atualmente, o Código Civil reconhece como entidade familiar "a união estável entre o homem e a mulher, configurada na convivência pública, contínua e duradoura e estabelecida com o objetivo de constituição de família".

RR FORA DA TV

RR Soares não pretende renovar contrato com a Rede TV!

Postado em: 05-05-2017

O missionário R.R. Soares já sinalizou o seu desejo de não renovar contrato com a Rede TV!.

Imagem redimensionadaNo que se refere a ela, todo o dinheiro hoje destinado para compra de alguns horários, passará a ser usado em investimentos na sua RIT TV.

De acordo com pessoas muito próximas a R.R. Soares, toda questão se resume a sempre apontada relação custo/benefício.

De uns tempos para cá, considerando números que recebeu do Ibope, a RIT TV empata ou ganha da Rede TV!.

CRISTÃOS PERSEGUIDOS

Terrorismo já expulsou 75% dos cristãos do Iraque

Postado em: 05-05-2017

Cerca de 1,5 milhão de cristãos, ou cerca de 75% de todos os seguidores de Cristo no Iraque, fugiram do país desde 2003, segundo um legislador cristão iraquiano.

Imagem redimensionada"O número de cristãos que vivem no país está agora entre 500.000 e 850.000", disse Josef Sleve à 'Agência Anadolu', na última quarta-feira (3). "Isso significa que nos últimos 14 anos, cerca de 1,5 milhão de cristãos emigraram para outros países".

Sleve observou que a invasão do Iraque, liderada pelos EUA em 2003 para derrubar o ditador Saddam Hussein pode ter dado início ao êxodo em massa, mas disse que as conquistas do grupo terrorista do Estado Islâmico no norte e oeste do país desde meados de 2014 desempenharam um papel importante, causando a maioria dessas fugas.

O grupo terrorista disse que quer acabar especificamente com os cristãos e já decapitou, executou, torturou e escravizou milhares de pessoas em todo seu território capturado, que se estende para a Síria e outras regiões.

Cristãos iraquianos da comunidade caldeia se envolveram em um "debate furioso" sobre o que deveriam fazer: se arriscar, permanecendo em suas casas, ou fugir para outros países por motivos de segurança.

Mark Arabo, porta-voz nacional da comunidade americana-caldeia e idealizador da Fundação Humanitária Minoritária Californiana, argumentou que os cristãos simplesmente não têm escolha senão fugir como refugiados se quiserem continuar vivos.

"Você não pode preservar uma cultura quando as pessoas estão sendo sistematicamente exterminadas", afirmou. "Durante o genocídio, a política deve refletir soluções para as vidas das famílias cristãs".

O arcebispo de Canterbury (anglicano), Justin Welby recentemente se encontrou com cristãos iraquianos durante uma visita à Jordânia e refletiu que os refugiados tiveram suas vidas "rasgadas".

"As pessoas são separadas de seus filhos e famílias e não têm idéia do que vai acontecer. Uma mulher teve seus filhos levados para Alemanha e para os Países Baixos, mas sua entrada foi entrada em ambos e ela não sabe se conseguirá reencontrá-los", Welby revelou.

"Os rapazes são vulneráveis ??a serem recrutados para causas extremistas, porque sua comunidade e grupos de amigos foram dissolvidos", acrescentou.

O líder da Comunhão Anglicana pediu esforços para apoiar os refugiados que conseguiram escapar e garantir que os cristãos no Oriente Médio não sejam exterminados.

"Os cristãos iraquianos que encontrei ontem dizem que sentem que o mundo os esqueceu, porque o foco da comunidade internacional está agora na Síria. Os iraquianos dizem que estão no final da lista, quando se trata de reassentamento ou apoio", disse Welby.

A SEDE NO EVANGÉLHO

Pastor afirma que muçulmanos estão sedentos pelo evangelho de Jesus na Jordânia

Postado em: 05-05-2017Imagem redimensionada

Um pastor no Oriente Médio que diariamente arrisca sua vida para compartilhar a verdade de Jesus Cristo disse que ele testemunhou uma "enorme sede" pelo evangelho entre os muçulmanos, que continuamente lhe pedem Bíblias.

"Cristo nos chama a sair ao mundo para proclamar o Evangelho", disse o Pastor Rashad ao à Missão Internacional Portas Abertas (USA). "Sim, isso pode estar fora das zonas de conforto das pessoas, mas creio que é isso que Deus nos pede hoje".

Para o pastor Rashad, sair de sua zona de conforto já não é novidade há algum tempo. Quando ele era jovem na Jordânia, sentiu-se chamado por Deus para evangelizar muçulmanos. Assim, durante mais de dez anos, viajou por seu país para visitar aldeias e comunidades remotas, compartilhando o amor de Cristo em todos os lugares.

Ele disse à Portas Abertas, que considerando que menos de 3% da população da Jordânia é cristã, muitas pessoas desta nação ainda nunca ouviram a mensagem do Evangelho.

"Numa das aldeias que visitei - quando souberam que eu era cristão - as crianças me perguntaram se eu era americano ou inglês. Não entendiam como eu poderia falar o árabe tão fluentemente", disse ele. "Honestamente eles achavam que não havia cristãos jordanianos".

E mesmo em áreas onde muitos cristãos vivem, a maioria das igrejas não estão abertas a pessoas de origem muçulmana, pois o proselitismo é estritamente proibido pela lei islâmica.

A constituição da Jordânia permite aos cidadãos exercerem sua fé livremente, a não ser que isso "viole a ordem pública, a moralidade ou conflite com a lei islâmica". Consequentemente, aqueles que se convertem do islamismo ao cristianismo frequentemente acabam sendo presos, isolados de suas comunidades ou, pior ainda, são condenados à morte.

Testemunho
Pastor Rashad revelou que uma vez, ele visitou algumas famílias em uma aldeia remota e falou sobre o amor de Cristo por eles. Depois disso, ele não ouviu nada sobre aquelas pessoas por muito tempo.

"Completo silêncio até que, dois anos mais tarde, uma senhora nos chamou e nos convidou para visitar sua casa. Sentamos juntos e comemos", ele compartilhou. "Ela nos disse que a nossa última visita tinha deixado a comunidade muito nervosa. O imã [líder islâmico] convocou todas as famílias da aldeia e as advertiu para que não se entregassem a Jesus. Se elas o fizessem, todos seriam expulsos da comunidade, espancados e poderiam até ser mortos".

No passado, muçulmanos fundamentalistas que se disfarçavam de cristãos se infiltraram em sua igreja para espionar suas atividades. O Pastor Rashad admitiu que pregar o Evangelho pode ser uma tarefa solitária e perigosa. Mas, apesar dos riscos, ele continua a testemunhar sobre Jesus entre essas pessoas.

Por outro lado, Rashad lembrou que há muitos cristãos de origem islâmica que adoram a Cristo, muitas vezes em segredo. Alguns deles frequentam reuniões de igrejas domésticas, que Rashad organiza sob sigilo, para não serem descobertos.

"Há uma enorme sede, onde quer que vá, as pessoas pedem Bíblias", disse ele. "Sim, há perigo, mas preferimos pedir proteção a Deus, em vez de tentarmos permanecer em segurança".

Pastor Rashad é tão dedicado a compartilhar o Evangelho, que até formou uma equipe de ex-muçulmanos que agora seguem a Cristo e o ajudam em seu ministério evangelístico.

"Eu os encorajo a sair, entrar nas casas das pessoas e espalhar efetivamente a luz de Deus ali. Não precisam aguardar na igreja para que as pessoas sedentas por Jesus apareçam", disse ele.

A Missão Portas Abertas observou que o cristianismo na Jordânia tem fortes raízes históricas, que remontam todo o caminho dos primeiros cristãos de Pentecostes. No entanto, hoje, há cerca de 170.000 cristãos restantes na Jordânia, e seu número está gradualmente diminuindo, principalmente devido à migração, em fuga por causa da intolerância.

A Jordânia, que faz fronteira com o Iraque e a Síria, é considerada a 27ª nação do mundo com maior índice de perseguição aos cristãos, segundo a lista mundial da Missão Portas Abertas.

No ano passado, um muçulmano jordaniano matou o escritor cristão Nahed Hattar, do lado de fora do tribunal, onde ele deveria ser julgado por blasfêmia contra o islamismo.

As acusações recaíram sobre o escritor cristão, depois que ele compartilhou uma caricatura vista como insulto ao Islã.

Além disso, a organização 'Voz dos Mártires' observa que nos últimos anos, tem havido um aumento no número de "homicídios de honra" contra os cristãos, nos quais uma família muçulmana mata um membro da família por deixar o Islã.