Web Radio Jesus Cristo Gospel: 2017-01-22

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

SER CONSERVADOR NA OBRA DO SENHOR E MUITO BOM

Igrejas liberais estão morrendo, mas as conservadoras crescem

Estudo mostra que crise teológica e moral resultou em fechamento de igrejas

Igrejas liberais estão morrendo, mas as conservadoras crescem
As igrejas protestantes mais antigas estão em apuros. Um relatório de 2015, feito pelo Centro de Pesquisa Pew, mostra que essas congregações, que no passado eram a maioria no cenário cristão, estão diminuindo rapidamente nos Estados Unidos. Perdendo quase um milhão de membros por ano.
Com menos fiéis, diminuíram as entradas e com isso elas entraram em declínio. Dezenas de templos estão sendo fechados anualmente.
Um número reduzido de líderes denominacionais e pastores têm feito vários esforços para reverter essa tendência e voltar a atrair pessoas à igreja. Quase 20 anos atrás o bispo anglicano John Shelby Spong publicou o livro “Por Que o Cristianismo Precisa Mudar ou Morrer.”

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Spong, um teólogo liberal, ensinava que só cresceriam as igrejas que abandonassem a interpretação literal da Bíblia e se adaptassem às transformações sociais. Isso incluiria, por exemplo, a aceitar o divórcio, o aborto e o casamento gay como “normais”. Ironicamente, o livro era apresentado como um “antídoto” para o declínio das grandes denominações evangélicas.
Segundo o The Washigton Post, esse tipo de teologia defendido por Spong ainda é popular, em especial nas mais tradicionais, como a Igreja Metodista Unida, a Igreja Evangélica Luterana, a Igreja Presbiteriana dos EUA (PCUSA) e a Igreja Episcopal.
Após duas décadas, os números mostram que essa mentalidade liberal não apenas foi incapaz de resolver o problema de declínio na frequência, mas em alguns casos dividiu e enfraqueceu as denominações.
Na Igreja Unida do Canadá, um levantamento recente mostra que 20% dos pastores afirmaram não crer no Deus descrito na Bíblia. Vinte e nove por cento acredita em Deus, mas não o vê como “sobrenatural”. Pouco mais de 2% disseram ver Deus como uma “força” e 15,6% percebem Deus como uma “metáfora”.
Entre os presbiterianos, por exemplo, surgiu a Evangelical Covenant of Presbyterians, que reúne hoje cerca de 300 igrejas que se cansaram da agenda liberal da PCUSA.
Por outro lado, continuam com tendência de crescimento as igrejas pentecostais e as que não negam a Bíblia como Palavra de Deus.

A pesquisa

O estudo conduzido pela Pew, chamado “Teologia importa: Comparando os traços de crescimento e declínio em Igrejas Protestantes”, pode ser lido na íntegra aqui, em inglês. 
O diretor da pesquisa, David Haskell, observou que o estudo aponta como as igrejas que estão crescendo “se mantém firmes nas crenças tradicionais do cristianismo e são mais envolvidas em práticas como oração e leitura da Bíblia”.
Haskell observou ainda que a confiança sentida quando lhe é apresentado um conjunto de crenças coesas, acaba sendo atraente para não crentes.
O ensino de doutrinas centrais, consideradas verdades inalteráveis “faz com que os visitantes ganhem confiança. Essa confiança, aliada a uma mensagem edificante, reconfortante ou claramente positiva é uma combinação atraente”.
O estudo também encontrou uma correlação entre o crescimento das igrejas e as práticas dos seus pastores. Aqueles que declaram ler a Bíblia diariamente e consideram o evangelismo “importante” conseguem manter um crescimento mais sólido.
Por exemplo, 71% dos líderes das igrejas em crescimento liam a Bíblia diariamente, enquanto apenas 19% dos pastores das igrejas que perdem membros têm esse hábito.
Além disso, 100% dos pastores responsáveis pelas igrejas em ascensão dizem ser “muito importante encorajar os não cristãos a se tornarem cristãos”, em comparação com os 50% do clero das igrejas com declínio da membresia.
Outro aspecto da investigação foi como o louvor influenciava o crescimento. As congregações que optam por um estilo de adoração contemporâneo, com instrumentos musicais e cânticos, em média crescem mais que as igrejas que optam apenas pelo um estilo “tradicional”, com órgão e um coral.
O material confronta outros estudos semelhantes publicados nos últimos anos mostrando que para as pessoas que frequentam igrejas a teologia ensinada não era ‘relevante’.

A FALHA QUE RENDE FRUTOS

Pastores que compartilham suas falhas têm congregações “mais saudáveis”

Líderes religiosos que falam abertamente sobre suas deficiências estimulam membros a fazerem o mesmo


Pastores que compartilham falhas têm igrejas "mais saudáveis"
Quando os líderes religiosos admitem suas limitações e demonstram fraquezas, isso colabora para a saúde mental da congregação como um todo. Essa é a conclusão de estudos feito com sacerdotes católicos e evangélicos nos últimos anos.
Os participantes relataram sentir-se muito pressionados a serem constantemente “modelos” e que só procuram ajuda para lidar com isso como “último recurso”.
Peter Hill, da Universidade de Biola, na Califórnia, conta que sentiu-se desafiado a estudar o assunto quando o novo pastor da igreja que ele frequenta passou mais da metade do seu primeiro sermão falando sobre as dificuldades que enfrentava no ministério. No final, pediu paciência e apoio à congregação.

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“Eu não acho que existe um dom mais poderoso que eles podem oferecer às suas congregações que admitir suas próprias limitações”, disse o estudioso. Hill não é o único a se interessar pelo assunto.
Ele compilou várias tentativas de se entender os efeitos dessa postura, em matérias elaboradas por psicólogos.
Em 2012, um estudo concluiu que 28% dos pastores sentiram-se em algum momento de sua trajetória, tentados a desistir do trabalho na igreja por causa de cobranças exageradas e críticas severas sobre seu desempenho, mesmo que isso viesse de apenas alguns membros da congregação. Uma fração desses líderes realmente abandonou os púlpitos.
Durante um levantamento paralelo, 1500 pastores foram entrevistados pelo departamento de psicologia da Universidade Duke, nos EUA, sobre as dificuldades que sentiam no desempenho de sus profissão. Dez por cento queixou-se de “solidão” e da sensação constante de fracasso.
Já 20% dizia sentir-se “parcialmente isolado” embora lidassem com um grande número de pessoas no dia a dia.
Outro estudo, da Faculdade de Psicologia da Universidade de Ciências Sociais e Humanidades em Katowice, Polônia, ouviu sacerdotes católicos com idades entre os 32 e os 75 anos. Em linhas gerais, a conclusão é que todos eles se cobravam demais e isso os prejudicava.
“Um padre deve apenas comer, respirar, celebrar a Missa, ouvir confissões e orar. Ele não tem o direito de beber cerveja, socializar, ou dar um passeio com uma mulher. Certa vez, passei com minha irmã por uma vila e ouvi pessoas me ofendendo”, disse um dos sacerdotes que foram entrevistados.
A maioria dos clérigos relata ter dificuldades em serem “abertos e honestos” ao falar publicamente sobre suas limitações, embora acreditem que isso beneficiaria tanto a si mesmo como as suas comunidades.
Os pesquisadores poloneses sugeriram que os Seminários oferecessem aulas de psicologia para que os alunos fossem encorajados a saber onde e como procurar ajuda. Além disso, os sacerdotes devem ser encorajados a estabelecerem suas próprias redes de apoio social e estarem abertos para cuidar de sua saúde mental.
Uma pesquisa mais recente, focada em pastores de megaigrejas – com mais de 2 mil membros – descobriu que os fiéis apreciam quando seus líderes se mostram dispostos a compartilhar suas próprias falhas.
Realizado pela Universidade da Virgínia Ocidental em parceira com a Universidade de Washington, o estudo ouviu frequentadores de 12 megaigrejas. A esmagadora maioria disse que era importante quando o pastor tratava os outros como “iguais” e mostrava-se disposto a compartilhar suas falhas pessoais ao invés de mostrar que tinha uma vida “perfeita”. Com informações de Huff Post

NOTICIAS INTERNACIONAIS

Evangelistas são agredidos por pregarem na “Marcha das Mulheres”

Mensagem de “tolerância” e “amor” não combina com a prática das manifestantes


Evangelistas são agredidos por pregarem na "Marcha das Mulheres"
Um grupo de evangelistas foi para as ruas de Washington durante a “Marcha das Mulheres em Washington”, que fazia parte de um movimento contra o presidente Donald Trump. Entre os objetivos das manifestantes estava a defesa do aborto financiado pelo governo e mais direitos para a população LGBT.
Quando os cerca de 10 evangelistas começaram a pregar, chamando atenção das pessoas sobre a necessidade de arrependimento e classificando aborto e estilo de vida gay como “pecado”, eles foram insultados e agredidos.
Segundo o The Christian Post, as mulheres os ameaçaram, cuspiram neles e chegaram a cortar o fio do microfone de um deles.

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Ao longo da Avenida Pensilvânia, onde fica a Casa Branca, os pregadores foram se posicionando. Alguns estavam sozinhos, enquanto outros tinham consigo um grupo de intercessores e apoiadores. Vários deles seguravam cartazes com a mesma mensagem sendo anunciada pelos megafones ou em pequenas caixas de som.
Algumas das manifestantes não aceitaram o que os pregadores de rua estavam dizendo. O evangelista Kerrigan Skelly, que saiu do Kentucky para ir a Washington, disse já estar acostumado com a rejeição da mensagem.
“Eu não me lembro exatamente o que aquela mulher disse, mas ela cuspiu em seu rosto”, relata Joseph Neigh, que estava no grupo de Skelly. “Isso já aconteceu comigo antes! Essas pessoas estão agindo segundo os desejos da sua carne… Não esperávamos nada menos que isso. As pessoas mataram Jesus por que Ele Pregava a justiça e chamava todos ao arrependimento. Há muitas pessoas que nos cercaram e amaldiçoaram, mas não vamos pagar o mal com o mal. Nós dizemos: ‘Deus te abençoe’”.
Skelly explicou que, embora tenha falado contra a homossexualidade, o objetivo não era se atritar com os LGBT. Ele estava pregando contra todo o pecado. “Eu acho que essa oposição a nós indica que essas pessoas odeiam a justiça e amam o pecado.” Citando João 7: 7 lembrou que isso sempre foi assim. “Estamos aqui para falar de justiça, condenar o pecado e chamar os pecadores ao arrependimento. Eles odeiam ouvir isso e por isso tentam mostrar seu ódio pelo mensageiro”, resume.
A certa altura, a cantora Madonna que discursou na marcha, afirmou que elas estavam iniciando uma “revolução do amor”. Contudo, os ataques aos cristãos mostra que é apenas a  retórica típica dos grupos de esquerda.
Os evangelistas dizem que todos têm o direito de se manifestar. Se tantas marcharam defendendo sua bandeira de “direitos das mulheres” e pedindo “respeito”, eles também deveriam ter a liberdade de dizer que não concordavam.
Um outro grupo de pregadores de rua, que estavam perto do cruzamento da rua 15th, também enfrentou oposição das participantes da marcha. Um deles segurava uma grande cruz que dizia “Arrependa-se e creia”. O evangelista Michael Corral, membro da Igreja Batista de Capitol Hill, Washington, ressaltou: “Elas rejeitam [nossa mensagem pró-vida] porque somos cristãos. Mas a ciência finalmente comprovou a mensagem cristã que desde a concepção somos seres humanos. A ciência diz claramente que desde a concepção somos uma pessoa.”

“o sol parou”

Ciência comprova o dia e a hora que “o sol parou”, como diz a Bíblia

Os pesquisadores afirmam ter identificado a data exata que "o sol parou" - 30 de outubro de 1207 antes de Cristo. A descoberta é mais uma comprovação que dá autoridade histórica ao texto bíblico

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Já passou a época em que se acreditava que a fé e a ciência não podiam caminhar juntas. Esse equívoco ultrapassado começou a ganhar cada vez mais força conforme a tecnologia humana foi avançando, e descobertas que até então deveriam banir as religiões, serviram para fundamentar e dar ainda mais autoridade ao que a Bíblia, por exemplo, afirma há milhares de anos. Dessa vez, três cientistas israelenses descobriram que o relato bíblico de que “o sol parou”, de fato, aconteceu.
Com base em dados obtidos da NASA, cientistas da Universidade Ben-Gurion do Neguev, em Berbesá, Israel, descobriram não apenas que o relato bíblico descrito em Josué 10:12-14 realmente aconteceu, como também o dia e a hora exatos do fenômeno. Veja o trecho bíblico:
“No dia em que o Senhor entregou os amorreus aos israelitas, Josué exclamou ao Senhor, na presença de Israel: ‘Sol, pare sobre Gibeom! E você, ó Lua, sobre o vale de Aijalom!’ O Sol parou, e a Lua se deteve, até a nação vingar-se dos seus inimigos, como está escrito no Livro de Jasar. O Sol parou no meio do céu e por quase um dia inteiro não se pôs”. 
Um local associado com o Gilgal bíblico, perto de Jericó 
A equipe de cientistas, chefiada pelo Dr. Hezi Yitzhak, afirmou que o acontecimento se trata de um eclipse, e ele aconteceu exatamente em 30 de outubro de 1207 antes de Cristo, às 16:28 horas da tarde. Com base nos dados obtidos, eles descobriram que apenas um eclipse aconteceu entre os anos 1500 e 1000 a.C, o que coincide com a chegada dos israelitas no local onde ocorreu a batalha descrita na bíblia.

Se o sol parou, não deveria haver luz?

Um pequeno detalhe na tradução do texto bíblico tem confundido os leitores, o que rendeu algumas dúvidas e críticas sobre a descoberta, já que no eclipse a lua bloqueia a luz do sol, trata-se do termo “o sol parou”, ou “se deteve” (depende da tradução). Segundo os cientistas, no texto original a palavra equivalente seria “dowm”, cujo sentido correto é “tornar-se escuro”.
Ou seja, segundo o estudo publicado em uma edição da para o Estudo da Bíblia e seu Mundo, o relato bíblico não se refere a um dia iluminado, mas sim escuro. Se essa compreensão for a correta, significa então que os israelitas venceram a batalha favorecidos pela escuridão e não pela claridade do sol.

CAIU NA REDE VIROU NOTICIA

Criada na Umbanda, Juliana Paes diz que gosta de frequentar cultos evangélicos


                                            Atriz da TV Globo fala sobre fé e religião 
A atriz Juliana Paes, 37, comentou com o portal “GShow” sobre a relação dela com a fé e a espiritualidade. De acordo com a famosa, ela nasceu na Umbanda mas também já frequentou algumas outras religiões.
“A minha religião é algo muito particular. Eu nasci e fui criada na Umbanda. A minha avó era chefe de terreiro. Toda a minha descoberta espiritual foi através deste fio. Quando eu fui ganhando a minha autonomia, busquei outras fontes de informação. Procurei estudar outras coisas, como o Budismo e o Kardecismo. Em cada doutrina, encontrei respostas para perguntas diferentes. Tenho um irmão evangélico e adoro ir ao culto dele“, revelou a global.

Noticia da Hora


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Especialista em estudos bíblicos afirma que Jesus existiu

Foto: Pixabay

Especialista em estudos bíblicos afirma que Jesus existiu


Você acredita em Jesus? O russo Andréi Desnitski, um dos especialistas mais importantes em estudos bíblicos, não tem dúvidas diante da eterna interrogação sobre a veracidade dos fatos narrados na Bíblia.
Para ele, o que há de mais convincente do Evangelho é o seu conteúdo histórico, que não difere em nada ou contradiz as informações que temos sobre a Palestina do século I.
Essa é uma característica que diferencia a Bíblia de outros textos nos quais outras religiões estão baseadas, como ocorre com o Islã e o profeta Maomé, que, segundo Desnitski, é "a história de um êxito militar".
Com relação a Jesus, o especialista afirma que, embora seja difícil demonstrar com provas concretas a existência de um personagem histórico com essas características, ninguém pode provar, por exemplo, a existência de Buda ou Sócrates (figuras que não escreveram seus próprios relatos). O mesmo ocorre com Jesus: só podemos saber o que seus amigos e seguidores disseram dele. Desnitski acredita que o debate pode consistir em sua origem humana ou divina, mas não em sua existência.

OS INOCENTES REINARÃO

Etiópia: Meninas cristãs são condenadas a um mês de prisão

Imagem: DivulgaçãoTrês adolescentes cristãs tiveram que comparecer a um Tribunal Etíope para responder às acusações de “violência religiosa”. As meninas cujos nomes foram informados somente como Eden* (15), Gifti* (14) e Mihiret* (14), juntamente com Deborah*, uma garota mais velha, foram presas após distribuírem livros cristãos escritos por um autor muito conhecido que fazia críticas ao islamismo.
Em uma breve audiência, o juiz condenou as quatro a um mês de prisão, depois de pedir ao promotor para apresentar as devidas provas. De acordo com um dos colaboradores da Portas Abertas, as meninas serão transferidas para uma prisão maior, numa cidade conhecida por Gelemiso, para cumprir pena entre os criminosos comuns, mesmo que três delas tenham idade inferior a 18 anos.
O juiz permitiu um apelo, que só poderá ser feito após a transferência. As famílias ficaram espantadas com o veredito do juiz. Muçulmanos locais disseram que o livro é um “insulto ao islã” que, inclusive, inspirou o ataque a uma igreja. A Etiópia ocupa o 18º lugar na atual Classificação da Perseguição Religiosa e está entre os países onde o cristianismo é rejeitado e muito hostilizado. Ore por essa nação.
*Nomes alterados por motivos de segurança.
Os cristãos de alguns países da África Subsaariana enfrentam uma das piores perseguições de sua história. No dia 11 de junho, data escolhida para o Domingo da Igreja Perseguida 2017, juntos faremos mais pelos nossos irmãos dessa região.

2017

Perseguição aos cristãos deve aumentar em 2017, segundo relatório

Imagem: DivulgaçãoA perseguição aos cristãos continuará crescendo em 2017, particularmente em países islâmicos onde geralmente ocorre tanto por parte do governo quanto de grupos extremistas. É o que apontam os novos relatórios do Release International e Portas Abertas, organizações que apoiam os cristãos perseguidos no mundo.
O Center for Study of Global Christianity mostrou recentemente um levantamento provando que um cristão foi morto a cada seis minutos em 2016. Essa tendência vem se mantendo em alta pelos últimos anos.
Segundo a Release, os índices de perseguição devem subir no Médio Oriente, Nigéria, Paquistão, Irã, China e Índia no próximo ano. A organização afirma que seu relatório, mostrando uma tendência de aumento dos casos de perseguição para 2017, é “um chamado para o despertamento da igreja e que haja mais orações e apoio prático para os cristãos que vivem nesses países”.
No Oriente Médio, a ostensiva do Estado Islâmico e grupos aliados contra os não muçulmanos, deverá continuar, especialmente na Síria e no Iraque. Isso significa que o conflito irá continuar alimentando a crises de refugiados na região. A Release prevê que o Curdistão, onde quase 2 milhões de pessoas deslocadas estão refugiadas, é motivo de especial preocupação.
Já no continente africano, os ataques contra cristãos no norte da Nigéria – e países vizinhos – continuarão aumentando, pois além dos soldados do Boko Haram, outro grupo que segue os passos do Estado Islâmico é o de pastores Fulani, que vêm atacando os estados do sul.
No continente asiático, o Paquistão tende a aumentar a perseguição aos cristãos baseada em suas “leis de blasfêmia”. A julgar pelos últimos meses de 2016, o quadro que se desenha é multiplicação dos casos de “discriminação religiosa e conversões forçadas ao Islã”. A proximidade com o Afeganistão vem possibilitando a multiplicação de grupos extremistas ligados ao Talibã e a Al Qaeda.
A China é um caso à parte, já que a repressão às igrejas domésticas é amplamente divulgada pelo próprio governo. Os cristãos são vistos como ameaça, e muitos fiéis têm sido falsamente acusados de estarem envolvidos em espionagem e porem em perigo a segurança do Estado.
Até mesmo o Vaticano sinalizou que pretende se dobrar às exigências de que as poucas igrejas oficiais sejam totalmente controladas pelo partido comunista. Aqueles que se recusam continuarão sofrendo retaliações, prisões e, em alguns casos, a morte.

A IGREJA QUE ORA TEM VITÓRIA

Organização Portas Abertas divulga lista mundial da perseguição; confira

A Portas Abertas, publica anualmente os 50 principais países, em que manter a fé cristã pode custar a vida.
A Portas Abertas, publica anualmente os 50 principais países, em que manter a fé cristã pode custar a vida.
Segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU), mais de 30% do mundo está em guerra e destas, pelo menos metade tem motivos religiosos.
Assim, a perseguição ao cristão tem aumentado, tanto nas formas de violência, quanto de pressão e ameaças. De acordo com a Organização Portas Abertas, o Cristianismo é a religião mais perseguida do mundo e não se pode ignorar a perseguição aos cristãos, mesmo em países que declaram ter liberdade de religião e culto.
Segundo dados da organização, hoje existem cerca de 215 milhões de pessoas perseguidas (com diferentes graus de violência e pressão) em todo o mundo. Os números parecem exagerados, mas a pesquisa é minuciosa e conta com a auditoria das principais universidades da Europa. Segundo dados da pesquisa, países da África representam um terço desses países e têm seus conflitos principalmente motivados pela guerra civil e, sobretudo, pelo comando de grupos islâmicos extremistas, como Boko Haram, Seleka e Al Shabaab, que atuam intensivamente na região. Outro país africano, a Mauritânia, volta à Lista Mundial 2017, pois além do extremismo muçulmano que declarou o país como islâmico, a nação é governada há 30 anos por um sistema ditatorial.
A Lista Mundial da Perseguição 2017, traz outros números que merecem atenção. Pelo 15º ano consecutivo, a Coreia do Norte ocupa o topo da lista, sendo que cem por cento dos cerca de 300 mil cristãos do país são perseguidos por sua fé. Destes, mais de 200 mil estão presos em campos de trabalhos forçados, em péssimas condições de vida e saúde, com pouca alimentação, submetidos a torturas e severas tarefas diárias.
Por fatores de perseguição diferentes, mas não menos hostis, o Sri Lanka aponta mais uma vez no Mapa da Perseguição, tendo como principal meio de perseguição, grupos radicais budistas. Aliás, quando os olhos do mundo estão virados para o radicalismo muçulmano, corre por fora dois outros grupos não menos radicais, que tem sido fatores de perseguição em diversos países do mundo: o budismo e o hinduísmo.
A Lista Mundial da Perseguição é a única pesquisa desta espécie no mundo e completa este ano 25 anos de trabalhos.
1. Coreia do Norte
2. Somália
3. Afeganistão
4. Paquistão
5. Sudão
6. Síria
7. Iraque
8. Irã
9. Iêmen
10. Eritreia
11. Líbia
12. Nigéria
13. Maldivas
14. Arábia Saudita
15. Índia
16. Uzbequistão
17. Vietnã
18. Quênia
19. Turcomenistão
20. Catar
21. Egito
22. Etiópia
23. Territórios Palestinos
24. Laos
25. Brunei
26. Bangladesh
27. Jordânia
28. Mianmar
29. Tunísia
30. Butão
31. Malásia
32. Mali
33. Tanzânia
34. República Centro-Africana
35. Tajiquistão
36. Argélia
37. Turquia
38. Kuwait
39. China
40. Djibuti
41. México
42. Comores
43. Cazaquistão
44. Emirados Árabes Unidos
45. Sri Lanka
46. Indonésia
47. Mauritânia
48. Bahrein
49. Omã
50. Colômbia

A CORAGEM DE UMA MULHER

Testemunho: mulher africana arrisca a vida por amor a Cristo

Imagem: DivulgaçãoQuando Hajara*, uma cristã africana, recebeu seu chamado para o ministério, ela estava muito doente. De cama, sentia-se incapaz de levantar até mesmo para as necessidades mais básicas. Durante esse período ela teve algumas visões. Em uma delas, uma pessoa apareceu dizendo que ela deveria pregar a palavra de Deus.
Quando se recuperou, imediatamente foi em busca de uma escola bíblica para saber mais sobre as Escrituras Sagradas. “Desde então, Deus colocou dentro de mim uma grande paixão pelo evangelismo. Eu sei que nasci para essa missão. Quero falar de Jesus para aqueles que nunca tiveram oportunidade de ouvir sobre ele, não para aqueles que já estão na igreja”, disse ela.
Atualmente, ela visita prisioneiros três vezes por semana, entra em algumas aldeias muçulmanas, faz trabalhos comunitários em hospitais, onde também ministra às vítimas de HIV. “Sei que a maioria das pessoas não quer se aproximar deles, pois são considerados sementes ruins, mas eu me sinto bem fazendo esse trabalho”, afirma. Hajara é considerada uma mãe para muitas pessoas, sempre preocupada em levar o alimento espiritual e até mesmo fornecendo alguns produtos para suas necessidades físicas.
“As pessoas carecem da palavra de Deus, e elas não podem morrer sem antes ouvir falar do nome de Cristo, que veio ao mundo para nossa salvação. Apesar das dificuldades, eu não vou deixar esse ministério. O próprio Jesus passou por momentos muito difíceis e nunca desistiu”, diz Hajara que faz esse trabalho sozinha. “Espero em Deus por alguém que me acompanhe e me ajude, pois às vezes é complicado”, finaliza.
*Nome alterado por motivos de segurança.
Pedidos de oração
– Hajara pede para que oremos por ela e por sua família. Que seus filhos sejam bem tratados na escola e que em breve Deus possa providenciar um trabalho para cada um deles.
– Além das dificuldades que já enfrentam no dia a dia, eles são muito hostilizados pela comunidade. Ore para que o Senhor os conforte e os fortaleça.
– Ore também por esse trabalho tão lindo que Hajara realiza entre os muçulmanos, nas vilas e nos hospitais. Que ela permaneça firme em sua fé, que possa continuar semeando o amor de Jesus nos corações e que colha muitos frutos.

OS PERSEGUIDO SERÃO PROTEJIDOS PELO SENHOR

Índia: Por amar Jesus casa de família cristã é incendiada

Imagem: Divulgação/ Portas Abertas
No momento, eles estão sendo amparados por voluntários da Portas Abertas e necessitam das nossas orações
No final do ano, um líder cristão indiano conhecido como Vijay estava mostrando um filme sobre Jesus Cristo para o povo de sua aldeia, a um quilômetro de sua casa. A família inteira estava presente naquele momento descontraído e retornaram ao lar somente à meia noite.
Eles ficaram chocados quando perceberam que sua casa estava em chamas. Em poucos instantes, só ficaram as cinzas. A família de Vijay perdeu tudo naquela noite. O líder havia sido ameaçado várias vezes pelos aldeões, que o mandaram ir embora por causa de sua fé.
Durante a investigação descobriram que o incêndio não foi acidental. E na opinião de Vijay, os aldeões planejaram tudo antecipadamente. Fora isso, sua família já estava sendo boicotada de várias formas pelos aldeões.
Pedidos de oração
-Ore para que Vijay e sua família encontrem um novo lugar para morar e que sejam perseverantes em sua fé, apesar das atuais dificuldades.
– A perseguição aos cristãos na Índia está alcançando um nível cada vez mais violento, ore pelos cristãos indianos e pelo fortalecimento da igreja no país.
– Peça ao Senhor para que os perseguidores tenham a oportunidade de ouvir falar sobre Cristo e que sejam impactados pelo seu amor.

A PERSEGUIÇÃO

Cristãos do sul da Nigéria são duramente atacados por muçulmanos

Casas e carros incendiados em Kagoro, sul de Kaduna. Pelo menos 800 pessoas já morreram, muitas estão feridas, cerca de 53 aldeias e fazendas vizinhas foram destruídas, mais de 1.400 casas e quase 20 igrejas foram queimadas durante os ataques
Casas e carros incendiados em Kagoro, sul de Kaduna. Pelo menos 800 pessoas já morreram, muitas estão feridas, cerca de 53 aldeias e fazendas vizinhas foram destruídas, mais de 1.400 casas e quase 20 igrejas foram queimadas durante os ataques
Os cristãos que vivem no sul do estado de Kaduna, na Nigéria, precisam muito das nossas orações. Segundo o grupo Portas Abertas, o cenário para a igreja tem sido violento e tenso porque os fulanis (fazendeiros nômades muçulmanos) continuam atacando apesar da presença das forças nacionais de segurança. Desde o dia 7, um grande número de agressores armados está atacando as comunidades de Kagoro e Kafanchan.
De acordo com a liderança cristã na região, pelo menos 800 pessoas já morreram, muitas estão feridas, cerca de 53 aldeias e fazendas vizinhas foram destruídas, mais de 1.400 casas e quase 20 igrejas foram queimadas durante os ataques. Os corpos permanecem espalhados porque os moradores têm medo de recolhê-los e serem atacados também. No dia 12, foi relatado que os fulanis estavam escondidos nas montanhas que cercam as duas cidades.
Entre os cristãos assassinados, a maioria era mulheres, crianças e idosos. Colaboradores da Portas Abertas estão encorajando a igreja nigeriana e todos permanecem em comunhão e oração. Há uma grande preocupação com as dificuldades humanitárias causadas pela violência. A insegurança fez com que essas áreas ficassem isoladas e agora o comércio está muito limitado. Os líderes cristãos estão trabalhando para montar um campo de ajuda para os deslocados. Lembre-se deles em suas orações.

A MALDADE

Mais de 900 mil cristãos foram mortos na última década por crerem em Jesus

Segundo estudo, estima-se que a média de 90.000 mortes de mártires cristãos por ano foi uma constante entre 2005 e 2015
Segundo estudo, estima-se que a média de 90.000 mortes de mártires cristãos por ano foi uma constante entre 2005 e 2015
Mais de 900 mil cristãos foram martirizados nos últimos 10 anos, afirmou o Instituto de pesquisa do Seminário Teológico Gordon-Conwell, em Massachusetts (EUA). A informação foi publicada pelo site ‘Gospel Prime’.
O Centro para o Estudo do Cristianismo Global (CECG) divulgou recentemente seu relatório anual sobre a perseguição aos cristãos, onde constata que cerca de 90 mil morreram por causa de sua fé em Jesus Cristo no último ano. Os números são iguais aos que foram revelado pelo proeminente sociólogo italiano Massimo Introvigne, durante uma entrevista à ‘Rádio Vaticano’, em dezembro de 2016.
A média de um cristão morto a cada seis minutos recebeu muita atenção dos veículos de comunicação em meio a uma verdadeira batalha midiática para minimizar a atuação de grupos terroristas, como por exemplo o Estado Islâmico (EI). Os últimos atentados, embora reivindicados pelo EI, sempre eram atribuídos a um “lobo solitário”.
Na divulgação oficial do CECG, destaca-se a estimativa que a média de 90.000 mártires cristãos por ano foi uma constante entre 2005 e 2015. “O Centro para o Estudo do Cristianismo Global fez uma extensa pesquisa sobre o martírio cristão, tanto histórico como contemporâneo, estimando que entre 2005 e 2015 foram mais de 900.000 mártires cristãos em todo o mundo – uma média de 90.000 por ano”, afirmou a organização.
Ainda segundo o CECG, apenas 30% desses foram mortos diretamente por ataques terroristas. Os demais 70% pereceram em conflitos tribais, que envolviam questões étnicas e políticas. Esse é o motivo pelo qual organizações como a Missão Portas Abertas divulgam números bem menos alarmantes e a Organização das Nações Unidas se recusa a reconhecer que há um genocídio em andamento.
Os pesquisadores do Gordon-Conwell explicam que usaram o termo “mártir” para se referir a cristãos que morreram por causa de seu testemunho ou que foram vítimas “como resultado da hostilidade dirigida” a questões religiosas. Acrescentam que essa definição de “hostilidade” refere-se a “uma variedade de formas, incluindo guerras, conflitos, assassinatos aleatórios e genocídios, e inclui atos de indivíduos ou de grupos (como governos)”.
Projeção de crescimento das mortes em 2017
A perseguição aos cristãos continuará crescendo neste ano, principalmente em países islâmicos, seja por parte dos governos ou por grupos extremistas. É o que apontam os novos relatórios do Release International e Portas Abertas, organizações que apoiam os cristãos perseguidos no mundo.
Publicados nas últimas semanas, esses levantamentos, apesar de usarem metodologias diferentes do CECG, mostram uma tendência do crescimento nas mortes motivadas por religião nos últimos anos. Todos concordam que os cristãos são o grupo religioso mais perseguido em todo o mundo.
Os países que mais restringem o cristianismo são: Coréia do Norte, Somália, Afeganistão, Paquistão, Sudão, Síria, Iraque, Irã, Iêmen, Eritreia, Líbia, Nigéria, Maldivas, Arábia Saudita, Índia, Uzbequistão, Vietnã, Quênia, Turcomenistão, Catar e Egito.