Web Radio Jesus Cristo Gospel: 2016-08-21

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Pastor está entre as dez profissões mais estressantes do mundo, aponta levantamento


Trabalhar estressa. Essa constatação, se não for unânime, é reconhecida como legítima pela maioria das pessoas. E uma das ocupações mais estressantes do mundo moderno é a liderança religiosa. Ser pastor dá trabalho, é cansativo e vem acompanhado de muita exposição.
Uma empresa irlandesa solicitou recentemente ao Instituto SWNS um estudo sobre as profissões mais estressantes do mundo, e durante a pesquisa, mais de três mil pessoas foram ouvidas para a construção de um relatório com a resposta.
Dentre as profissões que mais causam dor de cabeça estão muitas essenciais para a sociedade. Os dez profissionais que mais são expostos a stress no dia-a-dia são: técnicos em TI, médicos, engenheiro, operador de telemarketing, professor, gerente financeiro, coordenador de Recursos Humanos, gerente de operações, operário e, por fim, líder religioso, segundo informações do portal Terra.
Independentemente da religião, um sacerdote ocupa um papel de importância na sociedade, lida com problemas de ordem pessoal dos fiéis, coordena as atividades comunitárias e ainda prepara e entrega sermões. Em alguns casos, se veem na obrigação de influenciar os membros sob sua liderança em relação a questões sociais.

Depressão

Estudos anteriores realizados para compreender a rotina de pastores apontaram para altos índices de depressão.
A saúde emocional de pastores após anos de ministério pode sofrer graves danos, revelou uma pesquisa apresentada em setembro de 2013. Segundo o relatório da Clergy Health Initiative (CHI), os pastores com depressão chegaram a 8,7% do total de entrevistados, e os casos de ansiedade a 11,1%. A média das demais profissões é de 5,5%.
“Pastores podem ter criado uma vida para si que é tão fortemente entrelaçada com o seu ministério, que sua saúde emocional depende do estado do seu ministério”, declarou Jean Proeschold-Bell, diretor de pesquisa da CHI. “Então, é possível que quando os pastores sentem que seu ministério está indo bem, eles experimentam emoções positivas potentes o suficiente para protegê-los de sofrimento mental. Naturalmente, o inverso também é verdadeiro”.
Para lutar contra a depressão, o pastor José Pontes, líder da Igreja do Nazareno no Brasil, afirmou que os líderes devem priorizar a família. “Acho que nos últimos anos, nós pastores passamos a viver e praticar mais uma religião do que viver a simplicidade do evangelho”, observou.
“O pastor não prioriza seu casamento nem seus filhos […] Existe no meio pastoral muita indisciplina do seu tempo e no cuidado do seu próprio corpo e da sua saúde mental”, frisou, atentando para a necessidade de reciclagem para exercer bem a função: “Muitos pastores querem pastorear a geração de hoje com os mesmos métodos e formas de 10, 20 anos atrás – isso gera angústia e impotência”.
“Se o líder quer dar um novo rumo a sua vida ou mesmo fazer consigo mesmo um trabalho preventivo contra essa crise que assola a liderança, então é […] refletir e começar a combater [os erros]. Levando isso a sério, o líder será mais saudável nos mais variados aspectos”, concluiu, no artigo publicado em 2012.

Escravidão

ONU repudia venda de cristãs como escravas sexuais “em nome de Alá” pelo Estado Islâmico


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A Organização das Nações Unidas (ONU) reconheceu o relatório apresentado pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos sobre as barbáries praticadas pelo Estado Islâmico nas áreas ocupadas de Síria e Iraque e demonstrou preocupação com a venda de cristãs como escravas sexuais.
As vítimas, que variam entre crianças, adolescentes e mulheres adultas, são anunciadas como “fêmeas em cativeiro” e vendidas como escravas “em nome de Alá”.
Segundo informações do Christian Today, as mulheres são oferecidas a muçulmanos turcos, sírios e árabes. A constatação desse crime foi feita pela entidade Knights of Columbus, a maior organização sem lucros que atua na defesa dos cristãos da região.
O relatório da entidade tem 278 páginas e aponta que o Estado Islâmico vem se queixando da significativa redução na demanda por escravas sexuais, e que isso tem afetado sua arrecadação, gerando impactos no financiamento de suas ações terroristas.
Diante desse cenário, os extremistas muçulmanos teriam criado regras sobre a venda das mulheres cristãs e yázidis como escravas sexuais, estabelecendo pena de morte para os militantes que as violassem.
A Knights of Columbus revela ainda que os preços cobrados pelas escravas sexuais variam conforme a idade, sendo que as mais novas são mais caras. Meninas cristãs com idades entre 1 e 9 anos custam, em média, US$ 170; De 10 a 20 anos o valor cai para aproximadamente US$ 127; Entre 20 e 30, os terroristas cobram US$ 85; Mulheres na faixa dos 30 aos 40 anos custam US$ 64; e acima dos 40, aproximadamente US$ 43.
O referendo da ONU sobre o relatório do Departamento de Estado dos EUA é uma importante ação política de reconhecimento da perseguição religiosa aos cristãos por parte do grupo extremista muçulmano. O documento detalha a burocracia adotada pelo Estado Islâmico para sustentar a cadeia de exploração.

Cemitério filisteu é descoberto e pode revelar a verdade sobre os “palestinos”

Exames de DNA mostram que os filisteus eram um povo diferente dos cananeus
Cemitério filisteu é descoberto e pode revelar a verdade sobre os “palestinos”
O gigante Golias é possivelmente o maior símbolo do povo filisteu, descrito na Bíblia como um grande inimigo de Israel. Uma descoberta extraordinária pode explicar agora mais detalhes sobre as origens desse povo e o quanto eles têm em comum com os árabes que afirmam serem seus descendentes e, com isso, exigirem a posse da terra.
Arqueólogos escavam a cidade costeira de Ashkelon (ou Ascalão) há 30 anos. Um desses grupos, a Expedição Leon Levy, anunciou neste domingo (10) a descoberta do primeiro cemitério dos antigos filisteus. Daniel Master, um dos chefes da escavação acredita que o cemitério é “a grande descoberta final” que poderá ajudar a esclarecer as origens e costumes dos filisteus.
A descoberta é importante por que, pela primeira vez, é achado um cemitério de tamanho considerável, com mais de 210 corpos, em um local conclusivamente ligados aos filisteus. Ele está localizado fora das muralhas da cidade antiga, tendo cerca de 3 mil anos.
Com suas 22 “camadas de assentamento”, Ashkelon foi um “grande porto marítimo” no Mediterrâneo, com população entre 10 e 12 mil, significativamente maior do que as cidades do interior durante as Idades do Bronze e do Ferro. De fato, esta foi uma das cinco principais cidades filisteias, juntamente com Gaza, Asdode, Ecrom e Gate – onde nasceu Golias. Seu fim coincidiu com o fim do povo filisteu, massacrado pelo exército do rei babilônico Nabucodonosor em 604 a.C.
Para Master, a análise de DNA dos restos mortais poderá determinar a proximidade de parentesco com outros povos da região e apontar para as verdadeiras origens dos filisteus. Esta é uma questão com desdobramentos importantes, uma vez que pode mostrar como os palestinos modernos são incapazes de comprovar sua ascendência.

Povo que veio do mar

Os estudiosos acreditam que os filisteus estavam entre uma série de tribos não-semitas que atravessaram o Mediterrâneo – vindo possivelmente da Grécia, sua ilha Creta, Chipre e Anatólia, na Turquia. Eles se estabeleceram na costa cananeia no início da Idade do Ferro.
Os especialistas, além de exames de DNA, estão fazendo datação por radiocarbono e outros testes para identificar com previsão sua ascendência. O nome Palestina não parece na Bíblia, sendo uma transliteração romana de Filístia – Terra dos filisteus.
O termo se popularizou no primeiro século d.C., quando o imperador romano Adriano tentou eliminar a identidade de Israel. Ele mudou o nome de Jerusalém para “Aélia Capitolina” e decidiu que “Palestina” definiria a região, numa clara provocação aos judeus rebeldes.
Os relatos egípcios antigos descrevem diversos “Povos do Mar” que chegaram de navio no final do século 13 e início do século 12 a.C. Durante o reinado de Ramsés III, eles tentaram invadir o Egito, mas foram derrotados e foram mais para o norte.
Entre os grupos mencionados nos relevos do templo mortuário de Ramsés III em Medinet Habu estão os “Peleset”, a quem os estudiosos associam com os filisteus.
Estudo preliminares dos ossos encontrados no cemitério já apontaram diferenças fisiológicas na população filisteia de seus antecessores cananeus e vizinhos israelitas.

Rabino influente anuncia: “o Messias já está aqui”

Chaim Kanievsky é uma das maiores autoridades da Torá
Rabino influente anuncia: “o Messias já está aqui”
O rabino Chaim Kanievsky é uma das maiores autoridades na sociedade judaica Haredi (ultraortodoxos). Suas mensagens mais recentes têm sido claras e inequívocas: todos os judeus devem voltar para Israel o mais rapidamente possível.
Ele acredita que essa é uma ação espiritual que marca a vinda do Messias judeu. Seguindo uma antiga tradição oral rabínica (Talmude), acredita que um grande evento ocorrerá após o final do ano do Jubileu, que terminará em setembro.
Segundo o serviço de notícias ortodoxo Kooker (publicado só em hebraico), Kanievsky esteve recentemente conversando com um judeu fiel que chorava pela morte de seu filho. Durante a visita de condolências ele afirmou: “O resgate está mais perto do que nunca… Não fique triste. O Messias já está aqui. Ele irá revelar-se muito em breve”.
No ano passado, o rabino, que é considerado um dos maiores eruditos vivos da Torá, já havia dito que o Messias viria este ano. A megilá 17b do Talmude afirma que o Messias viria no ano após o ciclo de sete anos do Shmittah terminar, depois de um período de guerra. Segundo o calendário hebraico, terminará na noite de 29 de Elul 5776 [2 de outubro de 2016].
A notícia logo se espalhou pela comunidade ultra ortodoxa. De modo especial por que dois meses atrás, o site judaico Kikar Shabbat revelou que ocorreu um encontro dos rabinos mais respeitados do ramo ultraortodoxo: Moshe Sternbuch e Chaim Kanievsky se reuniram para tratar desse assunto. Sua conclusão é que vivemos os últimos dias antes da revelação do messias.

Judeus voltam a fazer sacrifícios de animais após 2000 anos

Judeus voltam a fazer sacrifícios de animais após 2000 anos
O Templo judeu foi totalmente destruído pelo exército romano no ano 70. Desde então, os judeus cessaram os sacrifícios de animais. Embora a tradição continue entre os samaritanos, o sangue é derramado no monte Gerizim e não segue estritamente a tradição bíblica.
Em 2016, pela primeira vez em quase dois milênios, cordeiros de um ano foram sacrificados ao ar livre por homens que reúnem as condições de serem os novos levitas e sacerdotes.
Ainda que o Terceiro Templo não esteja de pé, os membros do Instituto do Templo conseguiram reunir cerca de 400 convidados para uma “cerimônia modelo”, no alto do Monte das Oliveiras. Entre os convidados estavam líderes políticos e religiosos, que expressaram sua esperança que as mesquitas em breve sejam removidas do alto do Monte do Templo.
O político Arieh King afirmou esperar que Jerusalém logo esteja livre do que ele chamou de “abominação”. Ao mesmo tempo, o rabino Yisrael Ariel, um dos líderes do Instituto do Templo explica que o evento foi uma “preparação” para quando o monte Moriá for “limpo e consagrado” e o templo, reconstruído.
A cerimônia realizada na segunda (18) seguiu vários rituais antigos prescritos pela lei da Torá e judeus, incluindo o abate de um cordeiro pelos sacerdotes Cohanim (descendentes de Arão), a aspersão do sangue, a queima de gorduras e outras partes do cordeiro em um altar. Tudo ao som de trombetas de prata sopradas pelos levitas. O local do abate cerimonial foi a yeshiva Beit Orot, de onde se pode ver todo o Monte do Templo.
Segundo o calendário judaico, que é lunar e segue os tempos estabelecidos por Deus no Antigo Testamento, a Páscoa (Festa de Pêssach) começa ao pôr do sol desta sexta, 22 de abril e vai até o anoitecer de sábado, dia 30.
O rabino Ariel, que leu passagens do Talmude relativos ao Monte do Templo explicou que trata-se de mais um ensaio para que, quando as cerimônias forem retomadas no novo Templo, esteja tudo pronto.
Os organizadores do evento dizem que desejavam oferecer uma autêntica experiência judaica “com os cheiros, sons e cores que foram perdidos para nós nestes 2000 anos”. O objetivo final era “despertar no povo um desejo de renovar este ritual do Templo em nossos dias”.
Sacerdotes do Instituto do Templo
Sacerdotes do Instituto do Templo.
O rabino Shmuel Eliyahu, importante líder judeu, salientou que “todos os judeus praticantes, vem rezando por isso três vezes ao dia durante os últimos 2.000 anos”. Ele estava feliz por ver as orações cantadas com acompanhamento musical após o abate do animal, enquanto os Cohanim usavam as peças cerimoniais que já estão prontas para serem utilizadas em breve no Templo.

Renovando a esperança

Esta é a segunda demonstração de como funcionam os sacrifícios feita este ano. No início de março, três membros do Sinédrio abriram as comemorações da chegada de mês bíblico de Adar, acompanhado de uma reconstituição do serviço do Templo.
Essa verdadeira aula de Antigo Testamento visa mais que lembrar um costume. Mostra o quanto ospreparativos para o novo Templo são reais. Ao exibir tudo em público, ele também ajuda a acostumar os moradores de Jerusalém com a ideia de já existir uma nova classe sacerdotal.
Nos últimos anos, outros grupos judeus ortodoxos realizaram sacrifícios em frente ao Monte do Templo, em Jerusalém, tentando seguir o ritual descrito nos Livros de Moisés, mas não tão detalhadamente quanto o Instituto do Templo. Eles chamam isso de “ensaio profético”.
Para evitar conflitos com os muçulmanos, o governo de Israel não tem estimulado a prática e já prendeu ativistas que tentavam fazê-loCom informações de Israel National News e Jerusalém 

Pastor é assassinado por grupo comunista, acusado de explorar fiéis


Pastor é assassinado por grupo comunista, acusado de explorar fiéisPastor é assassinado por grupo comunista, acusado de explorar fiéis
Os cristãos da Índia estão surpresos com o assassinato brutal de um pastor evangélico. Acostumados a perseguição religiosa por parte de radicais hindus e muçulmanos, desta vez a motivação foi outra.
O pastor Yohan Maraiah foi espancado até a morte numa aldeia do estado de Andhra Pradesh. Sajan K George, presidente da Conselho Global de Cristãos Indianos (GCIC) condenou o assassinato, recordando que “a liberdade religiosa é garantida pela Constituição da Índia”.
Declarou ainda à Agência Fides que o líder cristão vinha sendo ameaçado. “Ele sofreu vários ataques e teve sua igreja incendiada mais de uma vez. No entanto, manteve-se forte, com sua fé inabalável em Jesus Cristo”, assegura.  Não havia nenhum tipo de queixa sobre o comportamento dele na aldeia.
De acordo com a polícia local, pelo menos 100 militantes da facção política Naxalite – de ideologia comunista – sequestraram Maraiah e o levaram para a floresta. Ele foi encontrado morto horas depois, com as mãos amarradas atrás das costas.
Em um bilhete deixado perto do corpo, havia acusações de que ele fazia uma “acumulação de riqueza desproporcional” e queixas que ele “explorava” os fiéis da igreja.  Aparentemente, o grupo político que o executou era contra o recolhimento de dízimos e ofertas.

Cristão é morto enquanto pregava no Egito


Cristão é morto enquanto pregava no EgitoCristão é morto enquanto pregava no Egito
Militantes do Estado Islâmico (EI) executaram um líder cristão enquanto ele pregava na cidade de Alarixe, no Norte de Sinai, no Egito.
O crime ocorreu recentemente e foi divulgado no Brasil pelo ministério Portas Abertas, que acompanha a perseguição religiosa no mundo e presta apoio aos missionários.
O nome do líder morto é Raphael Moussa, que foi atacado depois de ministrar um culto na igreja local. Segundo testemunhas, o grupo extremista chegou declarando a jihad e logo mataram o líder religioso.
A morte de Moussa mostra o cenário comum nos países onde o EI tem avançado, colocando em risco a vida de todos os kaafirs (não muçulmanos) que passam a ser agredidos, tomados como escravos ou mortos pelos terroristas.
Os cristãos do Sinai estão vulneráveis diante deste cenário onde a violência não para de crescer.
A região é hostil aos cristãos, tanto é que os líderes egípcios estão tentando controlar os discursos religiosos nas mesquitas para impedir que sejam estimulados novos ataques à comunidade cristã.
Com essa atitude o governo tenta combater o radicalismo islâmico que é o principal responsável pelos ataques. Mas há pouco resultado nessas ações e a morte do líder mostra que há muito a ser feito para impedir que os cristãos, principalmente as mulheres, continuem se tornando vítimas de ataques.
Segundo o Portas Abertas, a maior reclamação dos cristãos é que os policiais egípcios não colaboram na defesa dos cristãos, tornando a impunidade um motivo a mais para que os extremistas pratiquem crimes.

Mais uma denominação evangélica se junta a movimento antissemita




Mais uma denominação evangélica se junta a movimento antissemitaMais uma denominação evangélica se junta a movimento antissemita
A Igreja Evangélica Luterana da America (ELCA) aprovou uma resolução pedindo ao governo dos EUA que interrompa toda ajuda financeira dada a Israel se os “assentamentos” continuarem sendo construídos nas regiões da Judéia e Samaria.
Também exigem que Israel acabe com sua “ocupação” e reconheça a existência de um Estado palestino. Os luteranos também pedem que o presidente Barack Obama não vete o pedido de adesão plena do Estado da Palestina na Organização das Nações Unidas.
De acordo com o Breaking Israel News, durante a assembleia trienal da denominação, realizada este ano em Nova Orleans, o pedido foi aprovado por uma margem extremamente ampla. Foram 751 votos a favor e apenas 162 contra. Atualmente, eles congregam cerca de 4 milhões de pessoas, em 10 mil igrejas espalhadas por todo o país.
A denominação passou uma resolução em separado, subscrevendo o movimento de Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS), pedindo que se baseie no “investimento para o fundo de responsabilidade social”, que essencialmente significa tirar dinheiro de Israel e investir “na Palestina e outras áreas com poucos recursos, onde as violações dos direitos humanos causam um impacto substancial sobre o bem-estar de todas os habitantes”.
As resoluções foram inicialmente promovidas por um grupo anti-Israel dentro da igreja luterana, chamado Isaías 58. Eles declaram que seu objetivo é “assegurar que a igreja não está lucrando com os abusos dos direitos humanos, incluindo a ocupação militar de Israel de terras palestinas que já dura meio século”.
Conheça mais sobre os prejuízos causados pelo BDS (aqui).

Outras denominações anti-Israel

A declaração da ELCA também diz estar orgulhosa de se juntar a outras denominações contrárias a Israel, dizendo que agora se juntam ao “crescente número de igrejas norte-americanas que endossaram atos de consciência econômica em apoio à liberdade palestina e aos direitos humanos, incluindo a Igreja Metodista Unida, a Igreja Presbiteriana dos EUA, a Igreja Unida de Cristo, entre outras”.
Na verdade, embora a Igreja Metodista Unida tenha críticas a Israel, em sua assembleia em maio, a igreja votou contra quatro resoluções pró-BDS.
Entre os movimentos anteriores, tiveram maior destaque:
2005 – Igreja Presbiteriana dos EUA (PCUSA) adere ao BDS
2006 – A Comunhão Anglicana – que reúne as Igrejas Episcopais do Reino Unido – aprova o BDS contra Israel
2010 – Conselho Mundial de Igrejas pede boicote de produtos de Israel
2011 – A Igreja Unida do Canadá decide pelo boicote
2015 – A Igreja Nacional da Finlândia, de origem luterana, anuncia seu boicote

Corrente contrária

Na corrente contrária, vários ministérios e denominações norte-americanas estão entre os principais defensores de Israel. A Igreja Batista do Sul aprovou uma resolução pró-Israel em junho, que condenou o BDS e afirmou que a igreja firmemente “apoia o direito de Israel a existir como um Estado soberano.”
O pastor John Hagee, líder da organização Cristãos Unidos por Israel (CUFI), classificou de “equivocada” a decisão de cristãos serem anti-Israel. “Nossos valores cristãos exigem que tenhamos compaixão por aqueles que sofrem. Mas se você culpar Israel pelo sofrimento dos palestinos, você ignora a realidade deste conflito”, sublinhou.


Sírios querem “ressuscitar” língua falada por Jesus


Sírios querem “ressuscitar” língua falada por Jesus
Sírios querem "ressuscitar" língua falada por Jesus
Um dialeto antigo do aramaico, a língua falada por Jesus, vai ser ‘ressuscitada’ na Síria, onde uma escola foi criada para este propósito.  A sede fica na cidade de Qamishli, perto da fronteira com a Turquia, onde serão formados professores de assírio neo-aramaico ou siríaco, como o idioma é conhecido.
O Centro Ourhi é dirigido pelo cristão Jan Malfon. Ele explica que o local “é responsável pela formação de professores especializados na língua siríaca, pois assim poderão ensinar assuntos diferentes nesta língua”. Acrescenta que a ideia de ressurreição se deve aos prognósticos da UNESCO que ela se tornaria uma língua morta como umefeito colateral da guerra no país.
Antes dos confrontos no país tomarem proporções nacionais, em 2011, era ilegal na Síria dar aulas em qualquer outra língua que não o árabe. Esta é a primeira vez que a comunidade assíria terá seu própria centro de cultura e de linguagem.
“Aprender a língua siríaca-assírio iria nos ajudar a entender melhor nossa cultura e história, para podermos passar esse conhecimento para as próximas gerações e garantir-lhes a aprender sua língua materna”, disse Mirna Saliba, um aluno que está aprendendo siríaco.

Linguagem milenar

A Igreja Assíria do Oriente é um ramo antigo do cristianismo, com raízes que remontam à expansão descrita no livro de Atos. Os cristãos assírios têm origens na Mesopotâmia antiga – um território que agora está espalhado pelo hoje é o norte do Iraque, nordeste da Síria e sudeste da Turquia.
Ao longo dos últimos anos, no entanto, centenas de milhares de cristãos fugiram da região, temendo a guerra e os massacres do Estado Islâmico (EI).
Qamishli foi atingida por uma série de ataques de militantes nos últimos meses. Os jihadistas do EI assumiram a responsabilidade de três atentados na cidade em dezembro, onde morreu mais de uma dúzia de pessoas. Em junho, um homem-bomba matou três pessoas numa explosão que se acreditava ter como alvo o chefe da Igreja Ortodoxa Síria. Com informações Christian Today

Cristãos são presos no Irã por tomarem a ceia

11 iranianos foram detidos enquanto participavam de culto

Cristãos são presos no Irã por tomarem a ceiaCristãos são presos no Irã por tomarem a ceia
O Conselho Nacional de Resistência do Irã (NCRI) está denunciando a prisão de um grupo de 11 pessoas que estavam realizando uma reunião ‘não autorizada’ em uma casa na cidade de Isfahan, região central do país.
Agentes do Ministério de Segurança e Inteligência invadiram o local armados com pistolas no momento em que era servida a Ceia do Senhor. De acordo com testemunhas, foram confiscadas Bíblias e toda literatura cristã da pequena igreja doméstica.
Não há informações do paradeiro dos cristãos presos, e apenas 10 foram identificados: Amin Ahanin, Mohammad Alyasi, Fatemeh Amini, Edmund Khachaturian, Mohammad Malek Khatai, Mohsen Khoobyari, Arash Qodsi, Hamed Sepidkar, Samaneh Shahbazi-Far e Maryam Zonubi. Não se sabe se a décima primeira pessoa também foi presa. As autoridades iranianas não forneceram nenhuma informação sobre a situação deles.
A casa, que funcionava como uma igreja subterrânea, está fechada. Há o temor que todos os presos possam ser executados. A conversão ao cristianismo é proibida no país e passível da pena de morte.
Diversos relatórios do Secretário-Geral das Nações Unidas, do relator especial da ONU sobre a situação dos direitos humanos no Irã e do Departamento de Estado EUA, indicam que a repressão dos cristãos intensificou-se durante a presidência de Hassan Rohani, apesar da pressão de órgãos internacionais.
Em geral, as autoridades fazem acusações de cunho político contra os cristãos, numa associação na tentativa de se justificar os abusos nas cortes internacionais. As denúncias mais comuns incluem “ação contra a segurança nacional”, “contato com inimigo estrangeiro ou grupo antiregime” e “conspiração com inimigos estrangeiros”.

Maior ação deste ano

A prisão dos 11 cristãos foi a maior do tipo deste ano. Embora a repressão seja comum, geralmente apenas os pastores são presos. A última grande operação anunciada no país foi em 25 de dezembro do ano passado, quando nove cristãos foram presos numa igreja doméstica na cidade de Shiraz, na região sul do país.
Eles estavam reunidos para celebrar o Natal quando policiais invadiram o local, levaram todos os presentes e confiscaram todos os seus itens pessoais. Os horrores a que são submetidos os cristãos presos no Irã ficaram mundialmente conhecidos pelos relatórios do pastor Saeed Abedini, que ficou mais de três anos atrás das grades e só foi liberto pela intervenção do governo dos EUA. Com informações de Iran News

Muçulmanos convidam católicos para oração

Muçulmanos convidam católicos para oração i




Muçulmanos convidam católicos para oração inter-religiosa na ItáliaMuçulmanos convidam católicos para oração na Itália
Para o dia 11 setembro, aniversário da queda das Torres Gêmeas de Nova Iorque, as comunidades do mundo árabe na Itália esperam receber a resposta afirmativa do Papa Francisco para que muçulmanos e cristãos façam uma oração juntos.
A data cai um dia antes da festividade islâmica do Eid, e a ideia é que as mesquitas de toda a Itália abram suas portas para receberem cristãos e leigos interessados em participar do movimento “Unidos para unir”.
“Pedimos às mesquitas da Itália para abrirem as portas aos visitantes cristãos e leigos, das 17 às 20 horas, para compartilhar com eles esta festividade com um convite à paz e ao conhecimento dirigido a todas as religiões”, disse Foad Aodi, presidente das Comunidades Árabes na Itália e também desse movimento internacional.
A proposta de atrair cristãos para as mesquitas é a versão inversa do movimento “Muçulmanos na igreja” realizado em 31 de julho quando mais de 23 mil muçulmanos participaram de uma reza nas igrejas italianas pensando nas vítimas do terrorismo.
“Agora é a vez das mesquitas. Queremos abater os muros do medo com a força do diálogo”, disse Aodi para a Rádio Vaticana. “Seguindo esta linha, queremos compartilhar a festividade do Eid com todos aqueles que se unirão ao nosso apelo”.
Neste domingo (21) Aodi pode convidar os cristãos que estavam na missa da Paróquia de San Giuseppe, em Cesenatico, para o evento do dia 11.
Ele acredita que essas manifestações de unidade pela paz são eficazes para acabar com o preconceito.
“Porque, como já demonstramos, a voz do conhecimento, da cultura, da instrução sem fronteiras e da boa formação é mais forte do que aquela da ignorância e da instrumentalização; a voz do diálogo é mais forte do que aquela do medo; a vontade de construir um futuro de paz deve superar a vontade de quem constrói muros de preconceitos e de loucuras, de quem dissemina terror e morte em nome de religiões”.