Web Radio Jesus Cristo Gospel: 2016-01-10

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Aqui o Quadro de Gestores Presidentes do CDL da Cidade de Ubaitaba Bahia

 
 
Esta GALERIA tem como objetivo homenagear todos os EX-PRESIDENTES que contribuíram para fazer a história do seguimento lojista em Ubaitaba e Aurelino Leal.
 



Vandick Ferreira dos Santos
 
Hiromi Isozak
 
Augusto Eduardo de Deus Menezes
 
Antônio Eduardo Santos de Andrade
       
Vandick Ferreira dos Santos
 
Hiromi Isozak
 
Augusto Eduardo de Deus Menezes
 
Antônio Eduardo Santos de Andrade
  • 1984 a 1986
  • 1989 a 1991
  • 1986 a 1989
  • 1992 a 1994
  • 1994 a 1996
  • 1997 a 1999
       
Antonio Francisco dos Santos Filho Jailton Araújo  Arildo Favoretti
       
Antônio Francisco dos Santos
 
Jailton Araújo
 
Joanilson Bispo Barbosa
 
Arildo Favoretti
  • 1999 a 2001
  • 2001 a 2003
  • 2003 a 2005
  • 2005 a 2007
  • 2007 a 2009
       
 
Leilson dos Anjos Oliveira

  • 2009-2011
 

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Peixe bagre ataca nova vítima em praia de SP

Jovem foi a segunda vítima em menos de 48 anos a ser atacada por um peixe bagre.
Tamada/Arquivo Pessoal Jovem foi a segunda vítima em menos de 48 anos a ser atacada por um peixe bagre.
Uma banhista que mergulhava em Itanhaém, no litoral de São Paulo, ficou ferida ao ser mordida por um peixe bagre, no último sábado (9), na região conhecida como 'Boca da Barra'.
De acordo com o G1, o episódio foi considerado atípico por biólogos e pelo Corpo de Bombeiros. O caso aconteceu menos de 48 horas após um outro acidente na mesma cidade, quando o peixe fisgou a barriga de uma moça.
Um vídeo gravado por morador da cidade mostra a garota sendo socorrida por dois salva-vidas. Cristian Fernandes, que registrou o momento, contou que a jovem parecia estar se afogando no local e logo foi levada para a areia, onde foi atendida. "Ela só gritava muito e dizia para tirar o peixe porque estava doendo muito", relatou.
O tenente Goes, do Grupamento de Bombeiros Marítimo (GBMar), destaca que somente os médicos devem efetuar o procedimento de retirada do animal. "Por segurança da própria vítima, nós recomendamos que não se tire o ferrão. O ferrão do bagre é semelhante a uma serra, uma ponta de flecha. Não dá para saber o que atingiu e se puxar pode causar uma dor ou um estrago maior no corpo", explica.

Dilma: 'Congresso tem compromisso com a retomada do crescimento'


A presidente Dilma Rousseff participou da cerimônia de sansão de uma nova lei e, em seu discurso, fez um elogio a atuação do Congresso Nacional, nesta segunda-feira (11). As informações são da Folha de S. Paulo.
A petista disse que o Legislativo tem "compromisso com a retomada do crescimento econômico". Além disso, Dilma ressaltou a importância de esforços suprapartidários: "Ao aprovar por unanimidade essa legislação, o Congresso Nacional mostrou mais uma vez o seu compromisso com as reformas necessárias para a retomada do crescimento econômico na situação em que vivemos”.

Francesa que se juntou ao EI descreve o "inferno" que viveu















Sophie Kasiki, natural da República Democrática do Congo, abandonou o marido em Paris para se juntar ao autoproclamado Estado Islâmico, na Síria, em fevereiro do ano passado. Mas não foi sozinha. Levou o seu filho de quatro anos, sem que o marido soubesse.
No entanto, conta o Observer, pouco tempo depois de estar em Raqqa percebeu que tinha cometido o “pior erro” da sua vida e implorou aos jihadistas que a deixassem regressar a Paris. Foi nessa altura que foi ameaçada: ou seria morta ou seria alvo de apedrejamento.
A mulher de 34 anos contou na mesma entrevista que depois de ter implorado para voltar a França, os jihadistas a levaram para uma ‘casa de convidados’, onde encontrou dezenas de mulheres estrangeiras presas e onde os filhos eram obrigados a ver vídeos de execuções.
Mais do que prisioneiras, explicou Sophie, as mulheres eram “máquinas para fazer bebês para o EI”. Um dia, encontrou uma porta destrancada e fugiu. Depois contou com a ajuda de uma família síria que arriscou a própria vida para a ajudar a escapar com o filho nos braços.
Em abril, ela conseguiu regressar a Paris depois de ter sido levada até à fronteira turca. Já na capital francesa, Sophie foi detida pelas autoridades para interrogatório e permaneceu presa durante dois meses. “Senti-me tão culpada. Perguntei a mim mesma como poderia viver com aquilo que tinha feito”, afirmou.
Apesar de ter se reconciliado com o marido, Sophie enfrenta uma acusação de rapto de menores. Admitindo que foi vítima de uma “lavagem cerebral”, a mulher diz que o seu dever agora é o de evitar que outras pessoas cometam o mesmo erro.
“O que posso dizer? É simples: não vão”, disse.

Benefícios do INSS acima do salário mínimo são reajustados em 11,28%

INSS
INSS
Os benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foram reajustados em 11,28%, de acordo com portaria dos ministérios do Trabalho e Previdência Social e da Fazenda, publicada na edição de hoje (11) do Diário Oficial da União. O reajuste, válido a partir deste mês, é para benefícios superiores ao salário mínimo (R$ 880).
O teto do benefício do INSS foi estabelecido em R$ 5.189,82. Em 2015, esse limite era R$ 4.663,75.
A portaria também define as alíquotas de contribuição de segurados empregados, empregados domésticos e trabalhadores avulsos. Se o salário for de até 1.556,94, a alíquota de recolhimento ao INSS é 8%. Acima desse valor até 2.594,92, a alíquota sobe para 9%. De 2.594,93 até 5.189,82, a contribuição é de 11%.

Planalto ameaça deputados favoráveis a impeachment com pente-fino em cargos














Câmara dos Deputados Para combater risco de afastamento de Dilma, governo prepara mapeamento de indicações políticas. O Palácio do Planalto está fazendo um pente-fino nos cargos de primeiro, segundo e terceiro escalões do governo para mapear as indicações políticas e usá-las como forma de evitar o impeachment da presidente Dilma Rousseff. O objetivo é tentar detectar os reais padrinhos dos ocupantes dos cargos de confiança em Brasília e nos Estados para pressioná-los a votar contra o afastamento, ou negociar essas nomeações com quem esteja disposto a defender a permanência da petista.
O governo evita informar quantos são os cargos distribuídos a afilhados de parlamentares ou caciques políticos entre os cerca de 22 mil postos comissionados na máquina federal. Sabe-se, porém, que há deputados publicamente favoráveis ao impeachment que indicaram nomes para essas vagas. Há também o que chamam de “barriga de aluguel”: um parlamentar indica um nome que, na verdade, é ligado a outra legenda ou grupo político, o que torna mais difícil o rastreamento.
Estão no radar do governo, por exemplo, os afilhados do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), patrocinador do processo de impeachment de Dilma e inimigo número um do Planalto. O Planalto trata como “inaceitável” manter as indicações feitas pelo peemedebista. Outra situação já detectada envolve o principal órgão do turismo e a bancada do PMDB catarinense.
O atual presidente da Empresa Brasileira de Turismo (Embratur) é o catarinense Vinícius Lummertz, nomeado na cota do vice-presidente Michel Temer, mas indicado pelo deputado Mauro Mariani, que é presidente do PMDB de Santa Catarina e para quem o impeachment se tornou “inevitável”, como disse em entrevista a um colunista de seu Estado em outubro.
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Volta no tempo
O Planalto, no entanto, sabe que é muito difícil desenrolar o novelo de cada nomeação e detectar a origem da indicação política. Mas o trabalho em curso envolve vasculhar nomeações antigas, inclusive dos governos Itamar Franco, que era peemedebista, e Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Várias dessas nomeações foram esquecidas e os supostos afilhados ainda estão nos mesmos cargos.
Esse problema não existe apenas em relação ao PMDB, mas em todos os partidos da base. Daí a tentativa de mapeamento e busca da origem da indicação política. Embora o mapeamento dos cargos seja recorrente – foi feito nos dois mandatos de Luiz Inácio Lula da Silva e já na gestão Dilma –, nem sempre se conseguiu detectar o padrinho “original” de um ocupante de cargo de confiança. Até porque há funcionários de segundo e terceiro escalões que buscam novos padrinhos políticos para manterem o comissionamento ou que escondem o apadrinhamento, justamente para evitar pressão sobre seus aliados políticos.
Ainda no segundo mandato de Lula, os articuladores políticos da gestão petista avaliaram que, dos cerca de 22 mil cargos no governo, 5 mil seriam os realmente importantes para a divisão de poder entre os dez partidos que apoiavam o presidente no Congresso naquela época.
Hoje, em tese, há 18 legendas que dizem sustentar Dilma, mas na prática essas siglas conseguem garantir apenas cerca de 250 votos contra o impeachment na Câmara. O número é suficiente para impedir a abertura de processo pelo afastamento de Dilma, mas pequeno para uma base de apoio ao governo – é inferior à maioria simples da Câmara, composta por 513 deputados.
Lideranças
O mapeamento também dará subsídio às conversas que o governo terá a partir desta semana sobre a escolha das lideranças dos partidos da base, em fevereiro. Para o Planalto, é fundamental garantir o maior número de líderes na Câmara contrários ao impeachment, pois eles vão indicar os integrantes da Comissão Especial do impeachment. Essa tarefa está a cargo do ministro da Secretaria de Governo, Ricardo Berzoini.
O desafio é não fazer com que essa interferência abra crises como a ocorrida no PMDB, que teve o líder Leonardo Picciani (RJ), contrário ao impeachment, destituído e reconduzido ao posto. / COLABOROU ISADORA PERON