Web Radio Jesus Cristo Gospel: 2015-12-27

sábado, 2 de janeiro de 2016

Depois de festas de fim de ano, Cerveró volta para a prisão neste sábado


Nestor Cerveró, ex-diretor da área Internacional da Petrobras, deve voltar para a  prisão, em Curitiba, neste sábado (2). Ele foi beneficiado com o induto de Natal e passou as festas de fim de ano com a família, no Rio de Janeiro. 
De acordo com o G1, Cerveró é alvo da Operação Lava Jato e a saída estava prevista no termo firmado com o Ministério Público Federal (MPF) no âmbito do acordo de delação premiada. Durante o período que passou no Rio de Janeiro, ele foi monitorado por tornozeleira eletrônica e ainda contou com uma escolta policial

São Paulo entra em estado de atenção para enchentes


    









As zonas norte, leste, oeste e central da capital paulista, mais as Marginais Tietê e Pinheiros, estão em estado de atenção para alagamentos desde as 15h19 de hoje (2).
De acordo com o Centro de Gerenciamento de Emergências, áreas de instabilidade atingem grande parte da cidade. Devido ao solo encharcado pela chuva dos últimos dias, o potencial para alagamentos é grande.
Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego, há somente um ponto de alagamento transitável na cidade, na Avenida das Nações Unidas, em Santo Amaro. Com informações do Estadão Conteúdo.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Ex-empresário acusa mulher de Michael Schumacher de proibi-lo de visitar o piloto

Ex-empresário acusa mulher de Michael Schumacher de proibi-lo de visitar o piloto

Família impede visitas ao piloto Foto: Albert Gea / REUTERS

Empresário de Michael Schumacher por mais de 20 anos, Wili Weber não se conforma com o afastamento imposto pela mulher do piloto, Corinna. Nas redes sociais, o homem de 74 anos fez um desabafo e contou que não pode visitar o amigo, que sofreu um grave acidente de esqui em dezembro de 2013. "Corinna me impede qualquer contato com Michael. Tentei dezenas de vezes falar com ela para conseguir uma permissão para visitar meu amigo, mas ela nunca deixou", contou Weber em entrevista ao jornal alemão Bild.
Schumacher e Weber em 2002: amigo lamenta não ter informações sobre o estado do piloto
Schumacher e Weber em 2002: amigo lamenta não ter informações sobre o estado do piloto Foto: Kai Pfaffenbach / Reuters
O ex-agente lamenta não ter visto Schumacher no último Natal. "Antes do acidente, o meu relacionamento com ele sempre foi ótimo. Duas semanas antes do acidente, estivemos juntos e fizemos planos que, infelizmente, não fomos capazes de realizar", lamentou Weber. Corinna só permite a visitação de familiares e de amigos muito próximos do marido, que se recupera lentamente dos danos cerebrais que sofreu durante a tragédia. "Entendo a dificuldade da situação, mas ela é terrível para mim também. Nossas famílias foram próximas por 25 anos e agora ninguém entende", lamenta Weber.
O piloto segue o tratamento em casa, na Suíça. Cerca de 15 pessoas fazem parte da equipe que cuida de Schumacher. Os familiares raramente divulgam alguma informação sobre o real estado de saúde do alemão. A última vez que a porta-voz da família, Sabine Kehm, veio à público foi há pouco dias para desmentir a notícia da revista alemã Bunte, que disse que Schumacher estaria dando seus primeiros passos. "Infelizmente, nós somos forçados a esclarecer que a informação de que Michael estaria se movendo de novo não é verdade. Essa especulação é irresponsável dada a gravidade de seus ferimentos. Infelizmente, ela também dá falsas esperanças a muitas pessoas envolvidas", disse Sabine.
Weber e o piloto em 1992: amigos por mais de 20 anos
Weber e o piloto em 1992: amigos por mais de 20 anos Foto: Oliver Multhaup / EFE/Arquivo

Venda online na China representa quase 40% do comércio eletrônico

A China vai terminar 2015 com um número de vendas pela internet superior a US$ 618 bilhões, informou nesta segunda-feira (28) a agência oficial 'Xinhua'. O valor equivale a quase 40% do comércio eletrônico mundial neste ano.
Alibaba emprega cerca de 2 mil funcionários para combater falsificações (Foto: Reuters)Alibaba emprega cerca de 2 mil funcionários para combater falsificações (Foto: Reuters)
O número foi divulgado pelo ministro do Comércio chinês, Gao Hucheng, e, segundo as previsões da empresa de consultoria eMarketer, coloca o país asiático muito acima dos US$ 349 bilhões no mercado online dos EUA ou dos US$ 99,3 bilhões do Reino Unido, o segundo e terceiro maior mercados no setor.
O 'Dia do Solteiro', comemorado em 11 de novembro, contribuiu de forma significativa para que a China atingisse a liderança nas vendas pelas internet. Apenas o site Alibaba, líder nacional no comércio eletrônico, vendeu neste dia US$ 14,3 bilhões em produtos.
Segundo o ministro, entre 2011 e 2015, a China atingiu seu objetivo de se transformar em um 'gigante comercial', com vendas totais neste ano (contando não só as online) de US$ 4,64 trilhões. O país asiático, destacou Gao, representa 60% do crescimento do comércio mundial, com exportações que na última meia década cresceram a um ritmo anual de 6,5%.
"A China vai continuar melhorando o ambiente de mercado e aproveitará o potencial do consumo, mas ao mesmo tempo desenvolverá sua complementaridade industrial e de valor com os países da Nova Rota da Seda", ressaltou o ministro em um encontro nacional sobre comércio realizado no fim de semana.

Itapecerica

Itapecerica: mais de 30 casas estão interditadas

Quatro pessoas morreram e quatro ficaram feridas após duas moradias - uma delas em construção - desabar por completo, na Grande São Paulo
Bombeiros trabalham em meio aos escombros / Everaldo Silva/Futura Press/FolhapressBombeiros trabalham em meio aos escombrosEveraldo Silva/Futura Press/Folhapress
Continuam interditadas em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo, mais de 30 casas que ficam em um morro onde duas moradias - uma delas em construção - desabaram por completo. Uma terceira residência foi atingida parcialmente.

Quatro pessoas morreram e quatro ficaram feridas na tragédia, causada por um deslizamento de terra em meio a um temporal na noite do último sábado, na Rua Nhá Jorda, no Jardim Mirante.

O corpo da última vítima, Yasmin Morchiela, de 20 anos, foi localizado pelos bombeiros no início da noite deste domingo. A jovem estava na cozinha da casa que foi atingida pelos escombros da residência em construção.

Morreram também Sheyla Rodrigues, de 23 anos, a filha dela, Hilary Rodrigues, de 3 anos, e a auxiliar de enfermagem Marisa Morchiela, de 47 anos, mãe de Yasmin.

A pequena Maria Luiza, de 1 ano e 8 meses, filha de Yasmin, sobreviveu graças à ação da avó, que assistia à TV com a neta no momento em que tudo veio abaixo.

Além de Luiza, sobreviveram outras três pessoas. Duas delas continuam internadas no Hospital Geral de Itapecerica: Reinaldo Brandão está fora de perigo; já Ellen Cardoso permanece em estado grave.

Serão enterrados nesta segunda-feira no Cemitério Parque dos Ypês, em Itapecerica da Serra, os corpos de Sheyla e Hilary Rodrigues e da auxiliar de enfermagem Marisa Morchiela.

No fim da tarde de ontem, uma mulher, ainda não identificada, morreu dentro de casa após um deslizamento de terra na Rua Aracaju, no bairro Bico do Pato, em Cajati, no Vale do Ribeira. Segundo os bombeiros, a vítima estava sozinha no imóvel.

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Os indígenas

Os indígenas trocaram a caça pelo cacau no Equador

Os indígenas trocaram a caça pelo cacau no Equador
Indígenas amazônicos mudam práticas em defesa da biodiversidade
Na úmida e calorosa floresta amazônica, a mais de 8.000 km de Paris, onde presidentes e funcionários de alto escalão fecharam um acordo sobre o clima, três etnias indígenas tomaram medidas para preservar o maior tesouro de biodiversidade do planeta.
Os indígenas trocaram a caça pelo cacau no Equador, cuidam de um enorme peixe de água doce no Brasil e declaram governos autônomos para defender seu território da extração de recursos no Peru: três etnias amazônicas, três apostas pela conservação.
A pequena comunidade waorani não repara no calor, nem na umidade em Gareno, onde seus integrantes residem em casas de madeira, rodeadas de vegetação frondosa a 175 km a sudeste de Quito.
A cada manhã, um canto em sua língua materna, o waotededo, lhes dá força para cuidar das árvores de cacau que hoje são o sustento de suas famílias e a razão pela qual seus habitantes deixaram a caça e fizeram em 2010 um pacto pela conservação.
Diante da quantidade de carne de animais silvestres que entrava no mercado, a Associação de Mulheres Waorani da Amazônia equatoriana (Amwae) criou um projeto de entrega de plantas de cacau a mulheres indígenas para seu cultivo e, em troca, os homens deveriam deixar a caça.
"Com isto deixaram de caçar carne selvagem e não derrubamos grandes áreas" de florestas para cultivar, declara à AFP Patricia Nenquihui, presidente da Amwae, em seu escritório na cidade amazônica de Puyo (leste).
Deste projeto participam 10 comunidades, onde 70 famílias cultivam um total de 25 hectares de cacau fino de aroma nas províncias de Pastaza e Napo (leste).
A associação compra o cacau que as mulheres produzem a 1,25 dólares cada libra, 0,45 centavos a mais do que pagam outros produtores. Depois envia a Quito, onde é transformado em barras de chocolate para a venda.
No início do projeto, os homens waorani estavam "resistentes", mas os mais velhos reconheceram que tinham que caminhar até um dia pela selva para poder caçar os animais que vendiam para o sustento familiar, recorda Nenquihui.
Para Ligia Enomega, uma viúva de 26 anos que mantém seis filhos graças à produção de cacau, as famílias waorani "abriram os olhos".
"Antes caçavam muito. Agora que entraram no projeto do cacau, deixaram de matar animais", declarou.
Os especialista já advertiram em incontáveis oportunidades: um aquecimento de mais de 1,5 grau Celsius pode fazer colapsar a floresta.
Falar da Amazônia é falar de água, de dióxido de carbono. É falar do rio mais longo e caudaloso, largo e profundo, com uma das maiores reservas de água doce do planeta.
No Brasil, onde está a maior quantidade de floresta dos 6,1 milhões de km² que há na região, os indígenas paumari, que vivem na bacia do rio Tapaua (estado do Amazonas, norte), também apostam na gestão sustentável de sua principal fonte de renda: o pirarucu, um enorme peixe do rio que pode pesar até 200 kg e cuja pesca - durante décadas predatória - estava proibida.
Após sete anos de trabalho com a ONG Operação Amazônia Nativa (Opan), os paumari recuperaram a população de pirarucu, que estava dizimada, e conseguiram que a pesca seja legal e sustentável.
"É muito mais do que a comercialização do peixe. É o fortalecimento da organização comunitária, o fortalecimento do estoque de pesca e a geração de renda, essas são as principais vontades deste povo. A gestão e o domínio que hoje têm sobre seu território são algo fantástico", disse à AFP Gustavo Silveira, coordenador do programa Amazonas da Opan.
Para a gestão sustentável, os peixes com menos de um metro e meio de comprimento que são pegos na rede são libertados. Além disso, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (IBAMA) faz a cada ano uma contagem da espécie e os indígenas vigiam os lagos próximos ao rio Tapaua, onde estão os pirarucus.
A devastadora presença de companhias petroleiras, de mineradoras e da extração de árvores levou os wampis, uma etnia da Amazônia peruana, a constituir o primeiro governo autônomo indígena deste país. Seu objetivo: proteger seu vasto território da mudança climática.
"Não buscamos independência, que isto fique claro, mas sim proteger nosso território ancestral e pedir ao governo a titulação de 1,3 milhões de hectares onde vivem mais de cem comunidades wampis", declara via telefone à AFP Wrays Pérez Ramírez, presidente do governo indígena, cuja autonomia não é reconhecida oficialmente pelas autoridades.
E destaca que "as novas gerações vão precisar de recursos naturais para sobreviver".
Os indígenas inga da Colômbia, no departamento de Nariño (sudoeste), um território que faz fronteira com a Amazônia, são outro exemplo de proteção de seu território ancestral.
Em meio ao conflito armado e ao narcotráfico, conseguiram do governo um fundo comum destinado a libertar um território de 22.283 hectares de terra, cenário de confrontos pelos cultivos de papoula que degradavam o ecossistema.
"Estávamos fazendo um grande dano, a terra estava chorando (...) e fazia exigências fortes para que cuidássemos dela", relata Hernando Chindoy, presidente da proteção Inga de Aponte.

E completa que o trabalho deste povo "por menor que tenha sido, fez uma contribuição significativa para a humanidade"

Cacauicultores

Cacauicultores e indústria recorrem à indução de chuvas para minimizar estiagem

Cacauicultores e indústria recorrem à indução de chuvas para minimizar estiagem
A mesma tecnologia utilizada pela Sabesp para induzir chuvas localizadas é utilizada na zona cacaueira da Bahia

Para driblar a estiagem que afeta a produção de cacau na Bahia, os produtores da amêndoa na região, em ação conjunta com a Associação Nacional da Indústria Processadora de Cacau (AIPC), deram início ao processo de indução de chuvas localizadas, por meio de uma empresa especializada nesse tipo de tecnologia.  
A escassez de chuvas, especialmente nas principais regiões cacaueiras da Bahia, tem afetado a colheita dos produtores que sofreram uma perda de 40.000 toneladas na safra atual e prevêem uma redução de 30% na próxima. A AIPC está contribuindo para a viabilização da primeira etapa da indução (programada entre os dias 14 de dezembro e 13 de janeiro), que prevê até 17 horas de voos, nas regiões de Ilhéus, Itabuna, Itajuipe e Uruçuca (uma área aproximada de 85 x 65 quilômetros). E o esforço se mostra válido: as primeiras chuvas já começaram a cair.
“A participação da AIPC vai permitir que os trabalhos se prolonguem, aumentando a probabilidade de sucesso na intenção de provocar chuvas nas áreas produtoras de cacau e assim amenizar os impactos negativos na produção que já enfrenta forte redução na oferta”, comenta o secretário-executivo da AIPC, Walter Tegani.
A expectativa, segundo o representante dos produtores da região, Pedro Spinola, é que a indução consiga produzir chuvas satisfatórias e diminuir consideravelmente os danos à lavoura provocados pela estiagem. 
Como é feita a indução de chuvas localizadas - A tecnologia utilizada na indução das chuvas é brasileira e 100% sustentável. É a mesma técnica utilizada pela SABESP (Companhia de Saneamento do Estado de São Paulo) para elevação dos níveis de água das represas de abastecimento em São Paulo. Este processo de indução de chuvas localizadas estimula uma nuvem a crescer e chover sobre área alvo, utilizando  apenas água potável. É uma excelente ferramenta para minimizar  o risco  climático na agricultura,  pois atua em   áreas de concentração de produção agrícola suscetíveis a alta variabilidade de índices pluviométricos.