Web Radio Jesus Cristo Gospel: 2015-09-20

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Noticias Gerais

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Na cerimónia de abertura da Mesquita Central de Moscou, o presidente russo Vladimir Putin afirmou que o Estado Islâmico compromete o Islã e professa uma religião falsa.

Os terroristas do Estado Islâmico comprometem o Islã. A sua ideologia parte de ideias falsas, disse nesta quarta-feira o presidente russo Vladimir Putin durante a cerimónia de abertura da renovada Mesquita Central de Moscou, à qual assistiram o presidente turco Recep Tayyip Erdogan e o líder palestiniano Mahmoud Abbas.

– Há tentativas de explorar de forma cínica os sentimentos religiosos para promover objetivos políticos. Estamos vendo o que se desenrola no Oriente Médio, onde os terroristas do chamado Estado Islâmico espalham o ódio, matam pessoas incluindo sacerdotes, destroem de forma bárbara monumentos da cultura mundial, comprometendo uma grande religião mundial, comprometendo o Islã – declarou.

Tendo em conta a propagação da ideologia radical dos terroristas, o presidente russo também destacou que a Rússia apoiará a restauração de uma escola teológica islâmica no país porque é muito importante que os jovens muçulmanos sejam formados de acordo com os valores islâmicos tradicionais e que ideologias alheias que não tem algo a ver com o autêntico Islã sejam coibidas.

– Queria sublinhar que o governo dará apoio à restauração de uma escola teológica islâmica russa e ao próprio sistema de educação religiosa. Como sabemos, já apoiou a proposta das autoridades da república do Tatarestão e das principais autoridades muçulmanas de criar a Academia Islâmica Búlgara – frisou o presidente.

Putin afirmou que o Islã tradicional é uma parte inalienável da vida espiritual da Rússia. “Os seus valores humanos, bem como os valores das outras religiões tradicionais da Rússia, educam nas pessoas a caridade, a justiça e o cuidado pelos familiares”, acrescentou.

O presidente turco Recep Tayyip Erdogan, que assistiu à cerimónia, disse que espera que a abertura da renovada Mesquita Central de Moscou contribua para a restauração da paz e do entendimento mútuo no planeta, porque é o que precisamos mais.

Abordando a questão do problema dos refugiados, o presidente turco afirmou que o que acontece à beira do mar Mediterrâneo fica na consciência de toda a Humanidade, que deve sentir vergonha.

– A resolução do problema dos refugiados não consiste em fechar fronteiras ou deixá-los morrer no mar alto. A única resolução do problema consiste em fazer com que nos seus países não haja perigo para a vida destas pessoas – frisou Erdogan.

Segundo o especialista Suleyman Sensoy, presidente do Centro Turco-Asiático de Estudos Estratégicos, entrevistado pela Sputnik, a Rússia e a Turquia podem e devem, sem dúvida, cooperar na resolução da crise síria com base na ideia de assegurar a estabilidade e a integridade territorial da Síria. Sem a participação da Rússia, não é possível resolver esta crise.

Escola não libera alunos muçulmanos para festa religiosa

Postado em: 25/09/2015

Nesta quinta-feira (24), a religião Islã comemora a Festa do Sacrifício, uma das datas religiosas mais importantes para os muçulmanos. Apesar do feriado religioso, uma escola no Reino Unido não liberou seus alunos das aulas e informou que aqueles que não comparecessem levariam falta. As informações são do Independent.

Normalmente, em feriados religiosos, as escolas tendem a dar uma "falta autorizada" aos alunos de determinada religião. No entanto, a instituição afirmou aos pais que os alunos muçulmanos não seriam liberados e poderiam comemorar a data na sexta-feira (25), quando a escola estará fechada pra um treinamento dos professores.

"Sexta-feira não significa nada. O Eid al-Adha (Festa do Sacrifício) é na quinta", disse a mãe de uma das alunas da escola, que estranhou a decisão da instituição já que as crianças normalmente são liberadas.

A carta enviada pela diretoria aos pais dizia: "Nós permitimos que os estudantes registrados como muçulmanos tenham um dia de falta autorizada para celebrar a ocasião. A sexta-feira, 25 de setembro, quando a Academia estará fechada para alunos, foi reservada para isso. Nesse dia todos os alunos terão direito a uma falta autorizada".

Muitos pais ficaram insatisfeitos e alunos não foram à escola apesar da posição da diretoria. No feriado da Festa do Sacrifício, os muçulmanos reservam o dia para rezar, trocar presentes e comemorar com a família e amigos. 


Igreja Presbiteriana do Brasil e dos EUA anunciam rompimento por aceitação ao casamento gay

Postado em: 25/09/2015

As Igrejas Presbiterianas do Brasil e do Peru romperam suas parcerias com a Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos (PCUSA), depois que a denominação passou a permitir a celebração de casamentos entre pessoas do mesmo sexo. 

A Presbiteriana do México já havia encerrado sua aliança com a denominação em 2011, quando foi permitida a ordenação de gays e lésbicas sexualmente ativos. 

Segundo o Rev. Gradye Parsons, alto funcionário da Assembléia Geral presbiteriana, as igrejas da América do Sul têm visões diferentes sobre a inclusão de gays e lésbicas no ministério.

"Há um conflito contínuo sobre como as pessoas pensam que Deus está encarando as questões LGBTs", disse ele. "Alguns pensam que os gays devem ser amados e transformados, outros pensam que devem ser amados e aceitos." 

Cerca de 94 milhões de cristãos pertencem a igrejas internacionais fundadas pela PCUSA. A Igreja Presbiteriana Independente do Brasil mantinha aliança com a denominação americana desde 1970, e a Igreja Evangélica Presbiteriana Reformada do Peru, desde 2007.

Depois destas, na América do Sul, também estão sob cobertura americana as igrejas na Colômbia, Costa Rica, Cuba, Guatemala, Haiti, Honduras e Nicarágua. 

Em nota oficial, a Igreja brasileira elogiou a Igreja Presbiteriana dos EUA por sua "notável contribuição para a expansão do Reino de Deus". Por outro lado, afirmou que a posição da Igreja dos EUA sobre as questões LGBTs vão "contra o princípio da autoridade das Escrituras sobre a vida e a fé da Igreja". 

Futuro
A ruptura com as igrejas latinas irá impedir que a denominação americana participe de alguns programas no Brasil e no Peru. Projetos no Brasil, previstos para serem concluídos em fevereiro de 2016, incluíam programas de educação continuada para pastores e missionários e plantação de novas igrejas na América Latina. 

A expectativa de funcionários da denominação é que as parcerias que envolvem as escolas de bairros periféricos e a construção de cisternas de água não sejam rompidas. 

Por outro lado, a PCUSA se manterá aliada à Igreja Presbiteriana Unida do Brasil, bem como a uma escola de pós-graduação de ciências religiosas e um seminário teológico. 

Os missionários norte-americanos continuarão trabalhando no Peru e no Brasil, mas não com as igrejas locais que romperam os laços com a denominação. 

Entenda o caso
Em março, a PCUSA finalizou a votação sobre a aceitação e o reconhecimento do casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Conhecida como "Alteração 14-F" a emenda redefine a descrição de casamento em seu "Livro de Ordem", agora considerando também a união matrimonial entre pessoas do mesmo sexo e a enquadrando como "família".

"Nós temos um monte de estudantes que entram em nosso ministério com a sua história de ser um dos 'motivos de dor e vergonha' na igreja. Nosso objetivo é compartilhar com eles o amor de Jesus Cristo, e para que eles saibam que eles são totalmente amados, plenamente acolhidos não importa como eles sejam ou quem eles sejam", disse o defensor da proposta Kally Elliott, ministro da Universidade do Tennessee.

Na ocasião, Augustus Nicodemus, vice-presidente do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil, deixou claro que a PCUSA não tem ligação alguma com Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB).

“A Igreja Presbiteriana do Brasil não tem nenhum relacionamento com esta ‘igreja’ americana, da qual se desligou faz décadas por causa das posturas liberais da mesma, muito antes dela aprovar o casamento gay”, escreveu para o blog “O tempora! O mores!”.

Estatuto que define família como união de homem e mulher avança na Câmara

Postado em: 24/09/2015

A maioria dos deputados federais que integram a Comissão Especial sobre o Estatuto da Família aprovou na tarde desta quinta-feira (24) o parecer do relator Diego Garcia (PHS-PR) sobre o estatuto, que prevê o reconhecimento do conceito de família como sendo exclusivamente a união entre homem e mulher, deixando de fora homossexuais. O texto segue agora para votação no plenário da Câmara.

Após quase cinco horas de debate, 17 deputados votaram a favor do parecer e cinco foram contrários; não houve abstenção. O projeto de lei 6583/13, de autoria do deputado Anderson Ferreira (PR-PE), trata dos direitos da família e estabelece diretrizes para as políticas públicas voltadas para a entidade familiar.

Em seu parecer, o relator manteve o conceito básico de que "a família é formada por um homem e uma mulher, através do casamento ou da união estável, e a comunidade formada por qualquer dos pais e seus filhos". Diego Garcia rejeitou emenda que propunha um novo conceito para a "entidade familiar", definindo-a como o núcleo social formado por duas ou mais pessoas unidas por laços sanguíneos ou afetivos, originados pelo casamento, união estável ou afinidade.

Favorável à matéria, o deputado Evandro Gussi (PV-SP) defendeu que a Constituição Federal deve ser respeitada. "A Constituição diz que a família precisa de uma especial proteção; uma especial proteção porque é a base da sociedade; e é a base da sociedade porque é condição 'sine qua non' para a criação e formação dos membros da sociedade. Isso está amplamente consolidado no relatório", falou, acrescentando "sim à família, hoje, amanhã e sempre".

Durante a sessão, os deputados contrários à proposta, entre eles parlamentares do PT, PcdoB e PTN, tentaram adiar a votação, apresentando uma série de requerimentos. Todos foram derrubados.

O deputado Bacelar (PTN-BA) classificou o parecer como "um retrocesso para a sociedade brasileira". "É arbitrário e inaceitável qualquer estatuto que puna, exclua, discrimine, fomente a intolerância, estimule o desrespeito e desiguale as pessoas em razão de sua orientação sexual. O que estamos fazendo aqui é indo de encontro com decisões do STF", declarou.

Em maio de 2011, o Supremo Tribunal Federal reconheceu a união estável para pessoas do mesmo sexo e igualdade de direitos e deveres nas uniões homossexual e heterossexual.

Os membros da comissão ainda precisam analisar quatro destaques para que a votação seja concluída, o que deve ocorrer na próxima semana. A matéria será então encaminhada ao plenário da Casa. 

Declarações polêmicas

Mesmo sem fazer parte da comissão especial, o deputado Hidekazu Takayama (PSC-PR) participou das discussões nesta quinta e fez declarações polêmicas durante a reunião.

Defensor do Estatuto da Família, o pastor afirmou que homossexuais deveriam ser presos porque, segundo ele, são eles que se matam durante "briguinhas íntimas". "Eu desafio qualquer jornalista investigativo a verificar os quase 4.000 casos de mortes de homossexuais. Quantos foram praticados por católicos e evangélicos? Nenhum, nenhum", disse.

E continuou: "Se continuar com esse tipo de argumento que dois homens e duas mulheres formam uma família, daqui a uns dias vai ter um homem com uma vaca e vai virar avacalhação".

No começo de setembro, o relator Diego Garcia foi aplaudido por membros da comissão ao apresentar o seu parecer. Segundo Garcia, o texto está "alinhado aos preceitos constitucionais e valores morais e éticos de nossa sociedade, com o fim de garantir direitos e o desenvolvimento de políticas públicas para a valorização da família".

O relatório diz que "nem toda associação humana é base da sociedade e nem toda relação fará jus à especial proteção, ainda que toda comunidade, se não contrária ao bem comum ou à lei, deva ser respeitada e faça jus à tutela geral do Estado".

Enquete questionada

No fim de agosto, a Câmara dos Deputados mudou o sistema de enquetes mantido pelo site da Casa depois de encontrar indícios de fraudes e possível uso de "robôs" em votação sobre o Estatuto da Família. 

Criada em 2014 e encerrada em 21 de agosto deste ano, a enquete registrou 10,2 milhões de votos; suspeita-se que ao menos 1,6 milhão de votos foram fraudados.

A enquete sobre o estatuto perguntava: "Você concorda com a definição de família com núcleo formado a partir da união entre homem e mulher, prevista no projeto que cria o Estatuto da Família"? Ao ser encerrada, ela registrou 5,3 milhões de votos contrários à proposta (51,6%). Os votos a favor da proposta somaram 4,9 milhões (48,09%).

Arábia Saudita é criticada após morte de mais de 700 peregrinos à Meca

Postado em: 25/09/2015

A Arábia Saudita virou alvo de inúmeras críticas nesta sexta-feira por sua organização da peregrinação à Meca, um dia depois do tumulto que causou a morte de mais de 700 pessoas pisoteadas durante o o ritual de apedrejamento de Satã.

As autoridades sauditas prometeram uma investigação rápida e transparente da tragédia, e o rei Salman ordenou uma revisão da organização do evento, muito criticado pelos fieis que temem prosseguir com o Hajj (peregrinação).

Mesmo assim, os fieis muçulmanos que participam na peregrinação anual à Meca retomaram o ritual de apedrejamento de Satã.

Depois de passar a noite em Mina, uma das cidades dormitórios situadas a 5 km de Meca, os peregrinos se sucediam em uma longa fila pela manhã para cumprir com o ritual, que consiste em jogar pedras contra três colunas que, segundo os muçulmanos, representam o demônio.

A multidão era menos compacta que na véspera, quando ao menos 717 pessoas morreram e 863 ficaram feridas no tumulto, na segunda tragédia a atingir os fiéis em menos de duas semanas na região.

Mohamed Hassan, um egípcio de 39 anos, declarou que teme novos tumultos e criticou a má gestão dos deslocamentos dos quase dois milhões de fiéis reunidos em Mina.

"A Arábia Saudita gasta muito dinheiro com o Hajj, mas a organização é negligente", opinou Ahmed, outro peregrino egípcio, que considera que o fluxo de peregrinos de Mina deveria ser melhor gerenciado.

Zaid Bayat, um empresário de 43 anos, contou à agência ANA que as pessoas estavam desorientadas e muitas morreram diante de seus olhos.

"Elas estavam sufocando. Tentávamos revivê-las, mas para cada pessoa que ajudávaos, 13 ou 14 morroriam. Foi muito traumático", afirmou.

"Não havia margem de manobra o local do tumulto", afirmou Aminu Abubakar, um repórter da AFP que fazia o Hajj e que sobreviveu à tragédia.

"Confio em Deus. Não tenho medo", afirmou, por sua parte, Abdel Aziz, um cidadão sírio.

De acordo com uma fonte do Ministério da Saúde, a tragédia aconteceu perto de uma das colunas quando várias pessoas que deixavam o local ficaram diante de um grande grupo de peregrinos que desejava ter acesso à mesma área.

O rei Salman recebeu os responsáveis pela organização do Hajj. O monarca declarou que espera os resultados da investigação e disse que ordenou "uma revisão do projeto" de organização da peregrinação para que os fiéis "celebrem seus ritos em segurança".

Em uma primeira reação oficial, o ministro da Saúde, Khaled al Falih, atribuiu o acidente à falta de disciplina dos peregrinos.

Já o porta-voz do ministério do Interior, general Mansur Turki, disse que "o forte calor e o cansaço dos peregrinos também influenciaram no número elevado de vítimas".

Cerca de dois milhões de pessoas estão na Arábia Saudita para celebrar o Hajj.

O Irã anunciou que pelo menos 131 cidadãos do país faleceram na tragédia e culpou as autoridades sauditas pelo tumulto.

O guia supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, considerou que "medidas inadequadas e uma má gestão" de Riad causaram a tragédia.

Em Nova York, onde participará na Assembleia Geral da ONU, o presidente iraniano Hassan Rohani pediu ao governo saudita que assuma a responsabilidade da catástrofe.

Em Teerã, as autoridades convocarama manifestação para protestar contra a incompetência de Riad

Para Irfan al Alawi, cofundador da Islamic Heritage Research Foundation de Meca, o reino saudita tentou melhorar suas instalações, mas descuidou da saúde e segurança. O especialista também destacou que um dos problemas é que a polícia local não tem conhecimento dos idiomas para orientar os peregrinos, em sua maioria estrangeiros.

Sucessão de tragédiasNa oração desta sexta-feira, o imã da Grande Mesquita, o xeque Saleh al Taleb, defendeu que o reino saudita é capaz de organizar o Hajj. "É inaceitável ignorar os esforços realizados por este país", destacou.

No Afeganistão, os talibãs exigiram que os sauditas façam "todo o possível para evitar este tipo de acidente no futuro".

Na Turquia, que teve 5 cidadãos mortos, o presidente do partido islamita-conservador Justiça e Democracia (AKP), Recep Tayyip Erdogan, se manteve prudente.

"Seria um erro cupar a Arábia Saudita, que faz o melhor para que a Hajj transcorra em paz", afirmou.

A Arábia Saudita havia realizado importantes obras para facilitar o movimento das pessoas e evitar acidentes como o desta quinta-feira.

Mas um peregrino sudanês que estava em Mina no momento do tumulto afirmou que este foi o pior Hajj dos quatro aos quais ele já compareceu.

"As pessoas estavam desidratadas e desmaiavam" antes do tumulto, relatou, acrescentando que "os peregrinos tropeçavam uns nos outros".

A Arábia Saudita mobilizou 100.000 policiais para garantir a segurança durante a peregrinação, depois que, em 11 de setembro, uma grua desabou na Grande Mesquita de Meca e matou 109 pessoas. Mais de 400 ficaram feridas.

O acidente anterior durante a peregrinação aconteceu em 2006. Em 6 de janeiro daquele ano, 76 pessoas morreram no desabamento de um hotel em Meca. Seis dias depois, 364 peregrinos faleceram em outro tumulto durante o ritual de apedrejamento das pilastras de Satã em Mina.

Após o ritual, que pode durar entre dois e três dias, os peregrinos concluem o Hajj com as cerimônias ao redor da Kaaba, a construção em forma de cubo no centro da Grande Mesquita de Meca, para a qual os muçulmanos se dirigem durante a oração.

O vale de Mina fica a poucos quilômetros de Meca, o principal local sagrado do Islã.

Quase 1,5 milhão de muçulmanos de todo o mundo celebram o Eid al-Adha, a Festa do Sacrifício.

Segundo as autoridades sauditas, o Hajj, um dos cinco pilares do Islã, reuniu 1,4 milhão de pessoas do exterior e quase 600.000 peregrinos que vivem na Arábia Saudita.

Por ocasião da peregrinação, as autoridades anunciaram que estavam em alerta por possíveis atentados, depois que o grupo jihadista Estado Islâmico (EI) atacou as forças de segurança e várias mesquitas xiitas na Arábia Saudita nos últimos meses.

Também haviam sido mobilizados muitos médicos e enfermeiros para enfrentar uma possível epidemia de coronavírus MERS, do qual a Arábia Saudita é um dos principais focos no mundo.

Giro da Noticia

Operação da PF apreende ‘urso de pelúcia milionário’ em SC


Polícia encontrou fortuna escondida em urso (Foto: Polícia Federal)
A Polícia Federal (PF) identificou e apreendeu nesta terça-feira (22) um urso de pelúcia com US$ 300 mil escondidos, em notas de real e dólar, em Balneário Camboriú, Santa Catarina. Segundo o G1, a apreensão fez parte de uma operação para desarticular quatro organizações criminosas nos três estados da região Sul do país. Os grupos utilizariam casas de câmbio como fachada para crimes financeiros, como o uso ilegal de CPFs para emissão de boletos sem cair na fiscalização. Os agentes federais suspeitam que o esquema tenha movimentado até US$ 600 milhões por ano. (Bahia Notícias)
Foto: Divulgação / Polícia Federal.
Foto: Divulgação / Polícia Federal.
A Delegacia de Polícia Federal em Porto Seguro, com o apoio da CIPA Mata Atlântica, deflagrou na manhã desta quinta-feira (24) a Operação Corsário, para desarticular uma organização criminosa especializada no tráfico de entorpecentes e sediada no extremo sul da Bahia. Estão sendo cumpridos 22 mandados de prisão preventiva e 4 mandados de busca e apreensão, nas cidades de Porto Seguro e Eunápolis. Segundo a PF, durante as investigações foram apreendidas 21 pistolas, dois fuzis de assalto, uma submetralhadora, cerca de 1000 munições de diversos calibres, aproximadamente 32 kg de cocaína em pasta base, além de cerca de R$ 20 mil em espécie. O arsenal pertencente à organização criminosa foi apreendido em incursão realizada pela Polícia Federal e pela CIPA Mata Atlântica no dia 18/08/2015, em uma propriedade pertencente a um cidadão português, localizada em uma ilha nas margens do Rio Buranhém. Os membros da Organização são investigados por tráfico de entorpecentes, associação para o tráfico, tráfico interestadual e posse ou porte ilegal de arma. (Bahia Noticias)

Prado: Van escolar que transportava menores indígenas é incendiada

Foto: Reprodução / Prado Notícias.
Foto: Reprodução / Prado Notícias.
Um carro usado como transporte escolar de índios da aldeia Cahy, do distrito de Cumuruxatiba, em Prado, no extremo sul da Bahia, foi incendiado por homens armados na noite desta quarta-feira (23). O caso teria ocorrido por volta 18h30 em uma estrada que liga Cumuruxatiba à aldeia Cahy. Na Kombi, viajavam uma criança de nove anos, a mãe dela, e um adolescente de 16 anos. De acordo com relato do motorista à delegada substituta Rosângela Santos de Souza, homens não identificados saíram do mato e atacaram o veículo, o incendiando. Marcas de perfuração de bala também foram verificadas no veículo, fato que deve ser confirmado pela perícia feita por policiais civis nesta quinta-feira (23). Uma suspeita é que o ataque foi motivado por conflitos de terra na região. (Bahia 

Tragédia Mortal e Despreparo

Itapetinga: Bebê tem cabeça arrancada e morre em parto


Médico do Hospital Cristo Redentor é investigado (Foto: Reprodução/FJS)
Um médico é investigado suspeito de ter arrancado a cabeça de um bebê durante um parto realizado no Hospital Cristo Redentor, na cidade de Itapetinga, região sudoeste da Bahia, de acordo com a Polícia Civil. Ele foi afastado para apuração do fato, informou nesta quinta-feira (24) a direção do hospital junto com a Fundação José Silveira, mantenedora da instituição. A queixa foi registrada na polícia por Paulo César Moreira da Silva, o pai da criança. A mãe passa bem. Segundo Paulo Silva, além da cabeça, duas clavículas foram quebradas no procedimento, o que teria sido informado a ele pelo próprio médico. A família afirmou que o parto foi normal. O G1 não conseguiu contato com o médico. A situação ocorreu no dia 6 e a queixa registrada no dia 8 de setembro.O delegado titular Roberto Gomes Júnior, que investiga o caso, contou que o pai relatou, em depoimento, que a mulher chegou à unidade perdendo líquido. O médico mora na cidade de Camacan, na região sul, e será intimado a prestar depoimento na próxima semana. Um ofício foi enviado ao hospital para que informações do prontuário sejam disponibilizadas e a exumação do corpo vai ser solicitada ao Departamento de Polícia Técnica (DPT). O objetivo é saber a “real” causa da morte, informou o delegado. (G1)

Progresso e Trabalho

Barra do Rocha: Prefeitura toca obras de pavimentação no Firmo Ferreira Leal

Obras de pavimentação da Rua M são tocadas com recursos próprios (Foto: Divulgação)
Pavimentação da Rua M são tocadas com recursos próprios (Foto: Divulgação)
A Prefeitura de Barra do Rocha realiza, com recursos próprios, obras de pavimentação da Rua M, no Bairro Firmo Ferreira Leal. As obras, segundo a gestão Vera Franco (PSC), pretendem melhorar a infraestrutura da localidade, valorizar os imóveis e também as pessoas. “Mais uma grande obra realizada por nossa gestão. Pavimentar as ruas de nosso município foi um compromisso assumido durante a campanha e temos tocado, com recursos próprios e por meio da parcerias com os governos Estadual e Federal, uma série de obras de pavimentação. Sem dúvida, são obras que valorizam o município e também as pessoas”, disse a prefeita Vera Franco, que visitará, nos próximos dias, as obras