Web Radio Jesus Cristo Gospel: 2015-03-15

domingo, 15 de março de 2015

Pastor Silas Malafaia convoca evangélicos para manifestações do dia 15 de março: “Vem pra rua”

As manifestações agendadas para o próximo domingo, dia 15 de março, contra a corrupção em todas as esferas de governo, e em particular, na Petrobrás, deverão atrair milhões de pessoas em todo o Brasil.
O pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), voltou a convocar os evangélicos para participar do ato, e disse que estar nas ruas “é legal, é exercício de cidadania”.
“Vamos todo mundo para a rua […] Vamos protestar. Olha a vergonha: uma lista de um procurador que isenta todo mundo do poder executivo… Querem dar um atestado de idiota ao povo brasileiro. Nós queremos a Justiça. Toda essa quadrilha, seja do Executivo, do Legislativo, [tem que] botar essa raça na cadeia. Vamos para a rua protestar que é um direito nosso”, argumentou o pastor.
O posicionamento de Malafaia argumentando a favor da manifestação e destacando que as manifestações são um direito constitucional acontece depois de discussões entre evangélicos sobre o ponto de vista bíblico. Muitos acreditam que a recomendação de respeito às autoridades feita pelo apóstolo Paulo em sua carta ao Romanos seria um impeditivo para o cristão tomar parte na revolta popular.
“Nós evangélicos não participamos, segundo o nosso princípio cristão, de nada que esteja no escopo da ilegalidade. O próprio Jesus confirma a nossa dupla cidadania: ‘Dai a César o que é de César, dai a Deus o que é de Deus’. O apóstolo Paulo, em Romanos 13:7, mais uma vez ressalta a nossa cidadania: ‘A quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto’. A cidadania pressupõe direitos e deveres, e a nossa Constituição garante o direito a manifestação. O que nós não fazemos é baderna e xingamentos. Não é pecado se manifestar contra nenhum governo, ainda mais quando esse governo está envolvido no maior escândalo de corrupção da história do Brasil! Não há nada mais cristão do que pedir justiça. Jesus declarou que se a nossa justiça não exceder a de escribas e fariseus, não somos dignos do Reino de Deus”, escreveu o pastor Silas Malafaia em seu site.

LEI 2015 - FECHAMENTO GERAL DAS IGREJAS

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PROJETO DE LEIS CONTRA AS IGREJAS NO BRASIL

Lei PNDH3 tornará o Cristianismo ilegal

Leis no Congresso Nacional contra as Igrejas e a Família

VIDEO DO PROTESTO FORA DILMA

Protesto no Rio reúne manifestantes em Copacabana

Protestantes começaram a se reunir perto das 9h deste domingo (15) no posto 5. Maioria levanta cartazes pedindo intervenção militar

Manifestantes cariocas começaram a se reunir no posto 5 de Copacabana perto das 9h deste domingo (15). Ato reúne mais de 4 mil pessoas. Organizado pelas redes sociais, protesto pede impeachment da presidente Dilma, mas alguns opositores vão além e pedem a intervenção militar. 
Manifestantes pedem a saída da presidente Dilma no posto 5, em Copacabana, no Rio de Janeiro. Foto: Nina Ramos/iG Rio de Janeiro
Manifestantes pedem a saída da presidente Dilma no posto 5, em Copacabana, no Rio de Janeiro. Foto: Nina Ramos/iG Rio de Janeiro
Belém (PA) também registrou manifestações em protesto contra a presidente Dilma. Foto: Igor Mota/Futura Press
Rio de Janeiro também se mobilizou nesta manhã de domingo (15) para protestar contra o governo e cobrar o impeachment de Dilma Rousseff. Foto: Nina Ramos/iG Rio
salvador. Foto: iG Bahia
Rio de Janeiro também se mobilizou nesta manhã de domingo (15) para protestar contra o governo e cobrar o impeachment de Dilma Rousseff. Foto: Nina Ramos/iG Rio
Rio de Janeiro também se mobilizou nesta manhã de domingo (15) para protestar contra o governo e cobrar o impeachment de Dilma Rousseff. Foto: Nina Ramos/iG Rio
Rio de Janeiro também se mobilizou nesta manhã de domingo (15) para protestar contra o governo e cobrar o impeachment de Dilma Rousseff. Foto: Nina Ramos/iG Rio
Manifestantes começam a se concentrar em Brasília neste domingo (15) para pedir afastamento da presidente Dilma. Foto: CHARLES SHOLL/FUTURA PRESS
Manifestantes se concentram em Brasília a espera do protesto em defesa do afastamento da presidente Dilma Rousseff do cargo. Foto: CHARLES SHOLL/FUTURA PRESS
Manifestantes pedem a saída da presidente Dilma no posto 5, em Copacabana, no Rio de Janeiro. Foto: Nina Ramos/iG Rio de Janeiro
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"Peço a intervenção porque é o que nos resta. Vai sair ela e entrar quem? PSDB? PMDB? Não muda muita coisa. É tudo vagabundagem", diz William Credes, 28, que pintou parte do corpo nas cores da bandeira do país. 
No entanto, o engenheiro Marcelo Medeiros, 66, do Movimento 31 de Julho, falou, em cima de um dos três trios que puxam a manifestação, que o ato é do povo. "Quem esperava uma intervenção militar, está vendo uma intervenção popular hoje ao vivo e a cores", falou. Segundo ele, protesto foi organizado por tr~es grandes grupos: Vem Pra Rua, Brasil Limpo e Cariocas Direitos. 

Entoando gritos de guerra como "Nossa bandeira nunca será vermelha", "Lula cachaceiro, devolve o meu dinheiro" e "Ooooh, o PT roubou", protestantes também pedem o fim da corrupção e a reforma política. Cerca de 850 políciais fazem a segurança da manifestação. 
Perto das 11h, passeata seguiu em direção ao Leme. Protesto deve parar perto do Copacabana Palace. 

São Paulo vai ter a maior manifestação contra a Dilma", diz Paulinho da Força

Líder do Solidariedade prevê que mais de 100 mil pessoas devem pedir afastamento de Dilma na capital paulista

Uma das lideranças da oposição ao governo Dilma Rousseff (PT), o deputado federal e presidente nacional do Solidariedade (SD), Paulo Pereira da Silva, prevê que São Paulo deve sediar, neste domingo (15), a maior manifestação em defesa do afastamento da petista do Palácio do Planalto.
Paulinho ergue a mão de Aécio em ato no ano passado; meta agora é derrubar Dilma
Fotos Públicas
Paulinho ergue a mão de Aécio em ato no ano passado; meta agora é derrubar Dilma
"São Paulo vai ter a maior manifestação contra a Dilma. Vamos colocar mais de 100 mil na rua", prevê o deputado, sustentando que, com a ida à TV no último dia 8 para um pronunciamento à nação, "o pessoal ficou com ainda mais raiva dela".
Paulinho prevê também um número parecido em Brasília, Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC) e Curitiba (PR). Em São Paulo, a concentração será na Avenida Paulista e não deverá haver deslocamentos.
"Vamos colocar cinco caminhões de som ao longo de toda a avenida. Vamos aproveitar e colher assinaturas a favor do afastamento dela", diz o presidente do Solidariedade, que espera contar com 1 milhão de adesões.
As assinaturas, que ele espera ter em uma semana, além de pareceres pró-impeachment de 12 juristas renomados - entre eles Ives Gandra Martins - serão encaminhadas em até 15 dias ao presidente da Câmara, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
"Uma coisa é fazer como o Bolsonaro, que foi lá sozinho e protocolou o pedido. Se eu levar ao presidente Eduardo Cunha um pedido com 1 milhão de assinaturas tem outro peso", disse Paulinho da Força ao iG neste sábado (14).
Presenças
Sobre o ato, Paulinho espera a presença do senador tucano Aloysio Nunes Ferreira (SP), além de parlamentares do SD, do PPS, do PSDB e até do PSB, que em São Paulo é alinhado ao governo Geraldo Alckmin (PSDB).
Questionado sobre a presença do senador Aécio Neves (PSDB-MG), Paulinho comentou que, se aparecer, Aécio participará dos atos no Rio de Janeiro.
O deputado federal assinalou também que não serão permitidas máscaras nos atos da capital paulista e que o policiamento será reforçado. Ele também minimizou a presença de manifestantes favoráveis à intervenção militar.  "Essa agenda não é nossa. Nossa agenda é tirar a Dilma", finalizou.