Web Radio Jesus Cristo Gospel: 2014-08-24

sábado, 30 de agosto de 2014

“Muitos pastores vão para o inferno”, alerta líder nigeriano



“Muitos pastores vão para o inferno”, alerta líder nigeriano "Muitos pastores vão para o inferno", alerta líder nigeriano

A Nigéria vive por um lado um crescimento da influência dos evangélicos e do outro as constantes ameaças de grupos muçulmanos como o Boko Haram, que ameaça matar todos os cristãos.
Alguns de pastores nigerianos parecer ter um gosto especial pela polêmica.  Alguns dias atrás, T.B. Joshua, da Igreja Sinagoga de Todas as Nações, enviou milhares de garrafas de água para curar pessoas infectadas pelo vírus Ebola.
Esta semana, o pastor Chris Oyakhilome, fundador e líder do ministério Embaixada de Cristo, deixou os evangélicos nigerianos chocados ao trazer uma “revelação” durante o culto.
Ao pregar uma mensagem intitulada “As lições de Ló”, pastor Chris afirmou aos fiéis:  “Muitos pastores vão para o inferno por não obedecerem a Deus. Alguns não são chamados por Deus, outros tem ministério por razões carnais, há quem esteja no ministério para servir somente a si mesmos”.
O pastor disse que seu país tem visto muitas igrejas dividirem e vários pastores deixam as igrejas onde estavam trabalhando para começar outro ministério por causa de fofocas, brigas, enganos ou pura inveja. Ele disparou “Você precisa aprender a obedecer a Deus em tudo. Eu não quero ver nenhum de vocês em tal situação. Decida obedecer a Deus em tudo “.
Oyakhilome acumula polêmicas na Nigéria, pois é milionário e ensina que todo crente verdadeira tem de ser rico, numa versão extrema da teologia da prosperidade. Afirma que todos os pecados cometidos depois da conversão afetam apenas o corpo e não a alma. Desencoraja que os membros de sua igreja busquem os médicos ressaltando que todos serão curados pela fé, incluindo portadores de HIV, o que já lhe rendeu problemas com o governo.
Suas declarações foram criticadas por líderes nigerianos. Eles lembraram que outras vezes o pastor Chris trouxe “revelações” em seus programas na TV que acabaram não se cumprindo. Com informações de Daily Post

Líderes evangélicos convidam para orar e jejuar pelas eleições



Líderes evangélicos convidam para orar e jejuar pelas eleições Líderes evangélicos convidam para orar e jejuar pelas eleições

Dia 27 de agosto iniciou-se uma campanha de jejum e oração pelas eleições de 2014 no Brasil. Uma iniciativa do movimento “Brasil de Joelhos”, a corrente tem recebido apoio de líderes conhecidos como Valnice Milhomens, Hudson Medeiros e Ana Paula Valadão.
Segundo o site Ore Pelo Brasil, o objetivo é “proclamar que o Senhor Jesus Cristo é o único Senhor e Rei soberano da República Federativa do Brasil, por direito de criação e por direito e redenção”. Serão 40 dias de oração e jejum, que se encerrará no dia 5 de outubro, data do primeiro turno.
“Nos próximos dias vamos intensificar nossas orações pela nação. Afinal, mais do que um cidadão comum que pode decidir votar, nós crentes também temos o poder da oração que muda a história”, declarou Ana Paula Valadão, líder do Ministério de Louvor Diante do Trono,
O pastor Hudson Medeiros afirmou que deseja levantar 12.000 “sentinelas” que fiquem em intercessão para “levantar cobertura espiritual sobre o Brasil que vai eleger novos gestores públicos em âmbito estadual e federal”. Seu propósito é “acelerar, ocupar e influenciar pessoas, cidades e nações com os valores do governo de Deus”.
Valnice Milhomens postou na internet uma carta aberta, onde explica: “As questões espirituais e morais que o Brasil enfrenta não serão resolvidas no Planalto, no Congresso, ou no Supremo Tribunal Federal. O que o Brasil precisa é um grande despertar espiritual como plataforma de transformação! A Igreja deve experimentar um avivamento que a desperte para o poder transformador que Jesus Cristo produz na vida de indivíduos e nações. Tal despertar espiritual no seio da Igreja de Cristo tem o poder de gerar a verdadeira mudança política e cultural na sociedade”.

Boko Haram invade cultos e decapita crianças cristãs


Boko Haram invade cultos e decapita crianças cristãs

“Vocês podem matar meu corpo, mas não matarão minha alma”, afirmou cristão torturado

Boko Haram invade cultos e decapita crianças cristãs Boko Haram invade cultos e decapita crianças cristãs

A mais recente onde de ataque do grupo extremista islâmico Boko Haram tem como objetivo decretar um Estado Islâmico independente dentro da Nigéria. Para isso, eles mataram todos os cristãos residentes na área que puderam.
Segundo agências internacionais, o número chega a milhares. As aldeias na região noroeste do país foram invadidas, as igrejas incendiadas, homens foram mortos e suas mulheres sequestradas, uma prática conhecida do grupo.
Mais de 100 militantes invadiram as aldeias predominantemente cristãs no momento em que o culto de domingo se iniciava. Abriram fogo contra os moradores que estavam nos templos e, empunhando seus facões, começaram a matança. Muitos cristãos foram decapitados e suas mulheres estupradas. Há registros de várias que foram sequestradas e forçadas a se “casar” com os guerrilheiros do Boko Haran. Há registro de várias crianças que foram mortas e decapitadas.
Sawaltha Wandala, 55, chegava para o culto quando viu um militante jogar uma criança de uns seis anos, aparentemente morta, dentro de uma vala. O ancião se aproximou e viu que a criança ainda estava viva. Tomou-a no colo e correu em direção ao hospital em busca de socorro.
De repente, foi parado por cinco militantes que arrancando a criança dos seus braços, e cortaram sua cabeça em pedaços diante de seus olhos. Depois, agrediram Wandala com pedaços de pau e bateram com uma pedra em sua cabeça. Ele desmaiou. Pensando que estava morto, foi deixado pelos muçulmanos.
Cenas parecidas se repetiram em quase todas as aldeias do distrito de Gwoza. Muitos cristãos fugiram pela fronteira para a vizinha República dos Camarões. Um deles foi John Yakubu, que juntamente com sua família tentou encontrar abrigo. Dias depois, ele voltou para a aldeia de Attagara para tentar recuperar alguns de seus animais.
Chegando em casa, pegou seus poucos pertences, incluindo a Bíblia da família. Ao ser surpreendido por soldados do Boko Haram, foi lhe dada uma escolha: “Você precisa se converter ao islamismo, ou então terá uma morte dolorosa.”
John recusou a oferta. Amarraram seus pés e mãos a uma árvore e o torturaram. Faziam cortes profundos nas mãos de John e zombavam da sua fé: “Você pode se tornar um muçulmano agora?” Ele simplesmente respondia: “Vocês podem matar meu corpo, mas não matarão a minha alma!”
Após vários ferimentos pelo corpo, com facas e até um machado, John sangrou muito, até perder a consciência. Os terroristas o abandonaram para morrer. Após três dias, ele foi resgatado e levado para um hospital, onde permaneceu em coma.
Um obreiro da Missão Voz dos Mártires, encontrou John no hospital. Perguntou-lhe qual era o seu sentimento em relação a seus agressores. A resposta de John foi surpreendente: “Eu já perdoei os muçulmanos. Eles não sabem o que estão fazendo.” Com informações Persecution, Christian Today e Daily Post

Segundo a ONU, Síria “é a maior crise humana da era”



Segundo a ONU, Síria “é a maior crise humana da era”

A guerra na Síria já gerou mais de três milhões de refugiados e é a “maior crise humana da nossa era”, com quase metade da população forçada a deixar suas casas, segundo a ONU.
Um em cada oito sírios deixou o país, e outros 6,5 milhões foram deslocados dentro da Síria, disse a Agência das Nações Unidas para Refugiados (Acnur). Metade dos atingidos são crianças.
Grande parte dos refugiados foi para os países vizinhos, sendo que a maioria deles – mais de 1,1 milhão – está no Líbano.
Famílias chegam a campos de refugiados exaustas e com medo, disse a ONU. Algumas pessoas contam histórias de terem passado mais de um ano se mudando entre vilarejos dentro da Síria.
Segundo a Acnur, a jornada para deixar a Síria tornou-se mais difícil, e mais pessoas recorrem a grupos armados para fazer a travessia.
“A crise síria tornou-se a maior emergência humana da nossa era e, apesar disso, o mundo não consegue atender às necessidades dos refugiados e países que os recebem”, disse o alto-comissário da ONU para refugiados, António Gueterres.
“A resposta à crise síria tem sido generosa, mas a verdade cruel é que ainda não é suficiente”.
Os vizinhos da Síria estimam que centenas de milhares de sírios buscaram refúgio em seus países, causando pressões sociais e econômicas.
Há menos de um ano, dois milhões de sírios estavam registrados como refugiados.
Mais de 190 mil pessoas morreram no conflito sírio, iniciado em março de 2011, a partir da repressão violenta do presidente Bashar al-Assad a manifestantes que pediam sua saída do cargo.
Desde então, forças do governo têm enfrentado grupos de oposição. A situação piorou nos últimos meses com a formação e avanço do grupo Estado Islâmico (EI), que agora controla grandes partes da Síria e do Iraque.
O grupo, antes denominado Estado Islâmico do Iraque e da Síria (Isis, na sigla em inglês), tem seu reduto na Síria, onde impõe regras duras à população local.
VIOLÊNCIA A UM NOVO NÍVEL
O presidente da França, François Hollande, lamentou que o Ocidente não conseguiu “encontrar uma solução para a situação na Síria”, dizendo que as consequências eram claras para todos.
“O regime de Bashar al-Assad continua sua política de repressão sem moderação. Os números (de refugiados) aumentam a cada dia nos países vizinhos. E grupos terroristas estão ganhando mais território – este é o resultado”, disse ele.
A vice-chefe-humanitária da ONU, Kyung-wha Kang, disse que o Estado Islâmico estava levando a violência contra civis na Síria “a um novo nível” e ameaçando as operações de ajuda no país.
Mas o presidente dos EUA, Barack Obama, insistiu na quinta-feira que o Ocidente não contemplaria trabalhar com Assad contra o grupo extremista.
“Não acho que há uma situação na qual temos de escolher entre Assad ou os tipos de pessoas que realizam a violência que temos visto lá”, disse Obama a repórteres na Casa Branca.
OUTROS CONFLITOS
Segundo a ONU, há quatro grandes crises humanas no mundo, causadas por conflitos e que resultam em milhares de mortos e milhões de desalojados e refugiados.
No Iraque, mais 1,2 milhão de pessoas foram desalojadas dentro do país neste ano devido à nova onda de violência e o avanço do EI. Cerca de 40 mil iraquianos deixaram o país, que recebeu mais de 215 mil refugiados sírios.
Na República Centro-Africana, o conflito destruiu comunidades e forçou milhares de moradores a deixarem suas casas. Há mais de meio milhão de pessoas deslocadas dentro do país e mais de 400 mil refugiados.
Já no Sudão do Sul, há quase 1,3 milhão de desalojados e cerca de 450 mil refugiados em países vizinhos.

Programa de Marina defende que casamento gay vire lei na Constituição

Presidenciável do PSB lançou programa de governo nesta sexta em São Paulo; veja principais pontos

Candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva apresentou nesta sexta-feira (29) o seu programa de governo, em São Paulo. Em seu discurso, a ex-senadora apresentou seu desempenho nas eleições de 2010 e a comoção com a morte de Eduardo Campos como expressões do mesmo movimento que resultou nos protestos de junho de 2013 no País.
“A sociedade brasileira é que está fazendo a mudança. A sociedade mandou um sinal. Em 2010, a sociedade me deu 20 milhões de votos. Depois vieram as manifestações de junho [de 2013]. Agora uma liderança morre e a sociedade descobre depois... é há uma comoção nacional”, disse Marina.
Entre outros pontos, o programa de Marina defende que o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo se torne uma lei na Constituiação, a unificação do calendário geral das eleições, o fim da reeleição e a adoção do mandato de cinco anos.
Leia mais: 
Programa econômico de Marina tentará tranquilizar mercado, diz deputado do PSBPrograma de Marina prevê 4 milhões de casas em 4 anos

O casamento gay é permitido em todo o Brasil por decisão de maio de 2013 do Conselho Nacional de Justiça. O orgão deteminou que todos os cartórios do País aceitassem a união civil entre civil entre pessoas do mesmo sexo. Apesar disso, ainda não há uma lei sobre a questão. 
Questionada a falar sobre a proposta do casamento gay, Marina afirmou: "O nosso compromisso é que os direitos civis das pessoas sejam respeitados. Nós guardamos o respeito com o Estado laico". 
Marina evitou citar diretamente a homossexualidade durante todo o evento. Coube a Neca Setúbal, coordenadora do programa, falar sobre o "direito civil da população LGBT". O cuidado de Marina explica-se pela representatividade dos evangélicos no seu eleitorado.
A legalização da maconha foi outro assunto que Marina evitou falar diretamente. O assunto inclusive não está em seu programa de governo. Apesar disso, a candidata disse que não ignora o tema. 
 "Não está no programa. Mas estamos comprometidos com o debate. Eu em 2010 defendi um plebiscito", disse Marina, ressaltando que vê o problema da droga comoquestão de saúde pública.
Veja os principais pontos do programa de Marina Silva:
CASAMENTO GAY
- Apoiar propostas em defesa do casamento civil igualitário, com vistas à aprovação dos projetos de lei e da emenda constitucional em tramitação, que garantem o direito ao casamento igualitário na Constituição e no Código Civil
POLÍTICA ECONÔMICA
- Assegurar a independência do Banco Central o mais rapidamente possível, de forma institucional
- Trabalhar com metas de inflação críveis e gerar os superávits necessários para assegurar o controle da inflação
-Acabar com a maquiagem das contas e corrigir os preços administrados
- Taxa de câmbio livre, sem intervenção do BC, salvo as "ocasionalmente necessárias para eliminar excessos pontuais de volatilidade"
REFORMA TRIBUTÁRIA
- Envio de uma proposta de emenda constitucional ao Congresso que reformule o sistema tributário visando não aumentar a carga, simplificar tributos, eliminação da regressividade e redução da taxação dos investimentos.
ENERGIA
- Expandir o mercado livre de energia, de modo que pequenos consumidores também possam negociar seu suprimento.
- Aumento da eficiência energética e priorização de fontes renováveis, como solar, eólica, de biomassa, geotermal e de marés.
- Redução do uso de combustíveis fósseis
- Construção de 1 milhão de casas com sistemas de autogeração de energia a partir de painéis solares fotovoltaicos e ter 3 milhões de casas com aquecimento solar de água até 2018
REFORMA POLÍTICA E PARTICIPAÇÃO POPULAR
- Unificação do calendário geral das eleições, o fim da reeleição e a adoção do mandato de cinco anos.
- Possibilidade de candidaturas avulsas aos cargos proporcionais mediante atendimento de requisitos a definir.
- Permitir a convocação de plebiscitos e referendos pelo povo e facilitar a iniciativa popular de leis, mediante redução das assinaturas necessárias.
- Propor o fortalecimento dos mecanismos de transparência nas doações para campanhas eleitorais.
LOGÍSTICA
- Recorrer mais fortemente a parcerias público-privadas (PPPs) e a licitações de concessões
ESTATAIS
-  Eliminar a prática de usá-las como instrumento de política macroeconômica.
POLÍTICA EXTERNA
- Reacender o dinamismo nas trocas com os Estados Unidos e com a União Europeia e fundar novos padrões de comércio com a China.
- É preciso propor mudanças no Mercosul, investir em negociações com outros países e fechar acordos com cronogramas diferenciados.
BOLSA FAMÍLIA
- Transformar o programa Bolsa Família em política pública de Estado, assegurando sua continuidade mesmo com as alternâncias de governo * Incluir no programa todas as famílias cujo perfil preencha os critérios do programa, estimadas hoje em 10 milhões.