Web Radio Jesus Cristo Gospel: 2013-10-20

domingo, 20 de outubro de 2013

UNICEF pede ajuda a líderes religiosos para barrar casamentos infantis A perspectiva é que em dez anos sejam mais de 100 mil crianças casadas antes de completar 18 anos no Nepal

Líderes de diversas religiões no Nepal foram procurados por ativistas defensores dos direitos de crianças que querem impedir os casamentos infantis que estão se alastrando pelo país.
Estudos do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) indicam que no Nepal 11% da população menor de 14 anos já está casada e 29% das meninas entre 15 e 19 anos têm marido. Os dados são preocupantes para esses ativistas que estão em alerta para a quantidade de casamentos infantis que estão acontecendo no Sul do país.
A agência EFE conseguiu entrevistar uma jovem de 16 anos que está casada, a união aconteceu para livrar a mãe viúva dos problemas financeiros. Babita Paswan mora no distrito de Rautahat e não pode escolher se queria ou não se casar.
Ao falar sobre a importância do posicionamento dos religiosos sobre o tema Hanaa Singer, representante do UNICEF no Nepal, explica que esses líderes “são aspessoas mais poderosas em nível de comunidade” e que eles conhecem “a linguagem do coração”.
  
Entre os líderes procurados houve troca de acusações, Ram Chandra Bhandari, um guru do hinduísmo, acusa os muçulmanos de terem levado a prática do casamento infantil para o Nepal nos séculos XII e XIII.
“Os Vedas (escrituras milenárias hindus) guardam silêncio sobre os casamentos infantis mas dizem que as pessoas deveriam se casar após estarem capacitadas”, disse ele. O guru que representa a religião predominante do Nepal diz que o conselho é se casar depois dos 24 ou 25 anos.
Mas o imã Nazrul Hussain, representante do islamismo, diz que a prática não é apoiada por sua religião. “Segundo o islã os objetivos do casamento só podem ser conseguidos como adultos.”
A ativista da UNICEF acredita que independente dos culpados é preciso impedir que a prática seja disseminada, principalmente diante dos riscos de gravidez em adolescentes com menos de 15 anos. Singer alerta que nesse grupo as chances de morte durante o parto é 15 vezes maior.
Hanna tem em mãos um estudo do Centro Internacional de Pesquisa de Mulheres que alerta sobre o crescente número de casamentos infantis, se continuar seguindo este ritmo em uma década 100 milhões de pessoas estarão casadas antes dos 18 anos. Com informações Terra.

A “maldição” da Galinha Pintadinha

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Uma produção nacional, que se tornou conhecida por causa do Youtube e se consagrou como uma franquia milionária, a Galinha Pintadinha é sucesso inegável. Tanto que se tem sua marca licenciada para cerca de 600 produtos e está prestes a ser assistida um bilhão de vezes na rede social de vídeos.
Criada “meio que sem querer” pelos amigos Juliano Prado e Marcos Luporini em 2006, os vídeos infantis reúnem animação básica com músicas infantis populares. Aos poucos o material foi sendo compartilhado entre os pais. Veio o primeiro DVD e ela hoje é “a maior estrela devídeos na internet do Brasil e da América Latina”, conforme indica a matéria de capa da Revista Época desta semana. Uma inegável demonstração do quanto o assunto está em pauta.
Seus criadores lançaram versões da animação em inglês e espanhol. Os vídeos na língua espanhola já tiveram mais de 200 milhões de acessos. Aproveitando o sucesso internacional, eles anunciam que irão produzir um longa-metragem, com um faturamento estimado em R$ 20 milhões.
Contudo, nas últimas semanas as redes sociais vêm reproduzindo o testemunho de uma mãe evangélica que acredita haver uma “maldição” nos vídeos. Postado primeiramente em 27/9 no fórum de mães do site “Baby Center”, em poucos dias começou a ser reproduzida freneticamente na internet. Classificada por muitos como “bobagem” ou “loucura”, o depoimento foi inclusive retirado do ar pelo site. Mas transcrições da mensagem ecapturas de tela foram mantidas e copiadas.
  
O site ateu Ceticismo.net ridicularizou a “campanha” antiGalinha na matéria intitulada “Galinha Pintadinha é coisa do demônio, segundo mamãe crente” e outros sites ateístas reproduziram o material. Depois, sites de humor colocaram o assunto em pauta sempre criticando os evangélicos por ver “demônio em tudo”.
As colocações polêmicas foram comentadas por muitos evangélicos no Facebook e em fóruns, concordando que existe uma inegável semelhança entre o personagem “mestre André” dos desenhos com a entidade conhecida como “Zé Pelintra”. No clipe em questão, a música também usaria o ritmo comumente usado nos centros de religião afro-brasileiras. Outro problema identificado era entender o que significam as palavras da música “Fli Flai Flu”, se é que elas têm sentido.
mestr andre A maldição da Galinha Pintadinha
Entre os muitos comentários, a usuária Jahaisa escreveu “Vamos orar a Deus e repreender as influencias que foram infiltradas através desses desenhos em nossas crianças”. Outros faziam um link para um vídeo de março que tentava provar a “mensagem subliminar” da música “Fli Flai”.
Certamente tratam-se de opiniões pessoais, que refletem preocupações de alguns e geram estranheza em outros. Absurda ou não, a lição que fica é clara: os pais devem estar atentos aos que seus filhos veem e ouvem nesses dias onde a internet abre portas para o que o mundo tem de melhor e de pior.
Leia o testemunho na íntegra e tira suas próprias conclusões:

Crise europeia está aproximando as pessoas de Deus

Crise europeia está aproximando as pessoas de Deus
De acordo com um estudo realizado pela Universidade Católica Portuguesa (UCP), o número de evangélicos em Portugal cresceu, nos últimos dez anos, de 0,3 para 2,8%.
Embora igrejas como a Assembleia de Deus já não estejam tão cheias como acontecia nas décadas de 1980 e 1990, aparentemente a crise econômica pela qual passa a Europa esteja aproximando as pessoas da religião.
Teólogos, pastores e pesquisadores do assunto concordam que momentos como o atual podem motivar as pessoas a ser mais religiosas. Mas ressaltam que este é um fenômeno complexo, que não pode ser explicado apenas pela corrente crise europeia.
O pastor Vieito Antunes, da Assembleia de Deus de Lisboa, ressalta que “Em situações de crise, em todas as áreas da vida, é normal as pessoas buscarem mais Deus, é um fato. Há uma tendência para, quando as pessoas têm tudo garantido, esquecerem-se do religioso, como se tudo dependesse de nós e fôssemos autossuficientes. Mas não é um fenômeno em larga escala. A secularização das sociedades continua a ser muito importante em toda a Europa”.
  
O casal Strango, Mircea (romeno) e Susana (portuguesa), explica porque a religião tem um papel importante em suas vidas: “Já passamos por fases difíceis, mas sempre nos safamos e não precisamos recorrer à ajuda material da nossa igreja. Mas a religião foi muito importante para mim nos momentos mais difíceis da minha vida, sobretudo do ponto de vista espiritual, na força que me deu para continuar a lutar, para procurar trabalho e ter dinheiro para alimentar os meus filhos”, resume Mircea. “A igreja será sempre importante para quem precise de um ponto de apoio, quando tudo o resto falha”, acrescenta.
Alfredo Teixeira, antropólogo do Centro de Estudos de Religiões e Culturas (CERC) da UCP,  liderou um estudo sobre as identidades religiosas em Portugal, realizado pelo Centro de Estudos e Sondagens de Opinião e pelo CERC. Os dados foram recolhidos entre outubro e novembro do ano passado.
Numa comparação dos dados desta pesquisa com uma semelhante, realizada há dez anos, chama atenção a diminuição do número dos que se dizem católicos (86,9 para 79,5%) e o crescimento dos que dizem ser de outra religião (de 2,7 para 5,7%).
Teixeira admite que o crescimento dessas igrejas evangélicas, em especial as pentecostais, pode estar associado à “teologia da prosperidade”. Esse tipo de ensino é mais comum na IURD e na Igreja Maná, onde “ser salvo e ser próspero equivalem-se”. “A salvação é ‘já’ e não algo que se espera para além de uma existência terrena. Neste contexto, as propostas de cristianização dirigem-se, de forma muito direta, aos riscos do quotidiano, e à possibilidade de os ultrapassar. Essa orientação pode, entre outras razões, ajudar a perceber esta última onda de crescimento dessas igrejas”, explica o antropólogo.
O pastor Antunes, que rejeita a teologia da prosperidade, ressalta: “A Bíblia não tem em lado nenhum a promessa de enriquecer pessoas. O que o Senhor promete é suprir as necessidades do seu povo”.
A socióloga da religião, Helena Vilaça, não nega que haja uma ligação entre a crise e a busca da religião. Contudo, para ela esta relação “não é universal nem as coisas são assim tão simples”.  Ressalta que a tese de que as pessoas, em situação de carência, procuram respostas na religião só explica parcialmente a realidade: “Isso seria reduzir a religião a alienação, no sentido marxista do termo. E a realidade revela que a religião também conduz a comportamentos emancipatórios. Há países com crescimento econômico e com vitalidade religiosa, como o caso dos EUA, por exemplo. Também o Brasil ou a Coreia do Sul, quando entraram em fase de crescimento, não perderam a vitalidade religiosa”, lembra.
Por sua vez, José Pereira Coutinho, autor de uma tese de doutorado sobre o assunto,  considera que em tempos de crise, seja “natural” que as pessoas com menos rendimentos reforcem a sua religiosidade, sobretudo nas igrejas que defendam a teologia da prosperidade: “A [Igreja] Católica dá a salvação para o além, não dá resultados agora”, ressalta.
José Luís Costa, padre em Linda-a-Velha e capelão prisional no hospital de S. João de Deus e no Estabelecimento Prisional de Caxias, reconheça que no contexto atual de crise, “há uma procura maior de aspectos religiosos”, essa busca é feita “de uma forma mais desorganizada e menos institucionalizada”: “Procuram o elemento, mas não a prática, não o ir à missa todas as semanas”, explica.
O pastor presbiteriano Dimas de Almeida, pesquisador do Centro de Estudos de Ciências das Religiões da Universidade Lusófona, afirma que não tem notado nem aproximação nem afastamento: “Penso que, quando uma crise leva as pessoas a aproximarem-se da religião, pode ser um sinal de fraqueza do religioso… Diante de uma crise profunda, perguntamos ‘o que é que isto significa? Qual o meu papel? Para onde vou?’ Somos peregrinos do sentido. Nós todos somos vagabundos do sentido. Há religião porque há problemas do sentido. Quando a crise nos ameaça é o sentido da vida que fica também ameaçado”. As informações são do jornal Público.

Número de evangélicos cresce na Suíça

O crescimento do número de evangélicos na Suíça tem despertado a atenção de sociólogos, pois ao contrário dos países subdesenvolvidos onde o fenômeno também acontece, a suíça tem alto padrão de vida e mesmo assim a população tem sido atraída para igrejas pentecostais.
No início do século XX eram 52 milhões de evangélicos, hoje são quase meio bilhão de pessoas. Mas no dia de domingo as igrejas evangélicas carismáticas e pentecostais atraem duas vezes mais o número de pessoas que as igrejas tradicionais no país.
Enquanto nos países pobres as pessoas se interessam pelo evangelho que prega a interferência de Deus na vida cotidiana, na Suíça as pessoas são atraídas pelo discurso de ter uma relação pessoal com Deus.
“Na nossa sociedade bastante individualizada, marcada pela solidão, a ideia de ter uma relação pessoal com Deus, crer que ele responde às orações, que pode curar as doenças e provocar milagres responde a uma necessidade espiritual. Além disso, a maneira bem moderna de celebrar o culto atrai os jovens” explica Olivier Favre que é pastor e professor de Sociologia das Religiões em uma universidade suíça.
  
Em entrevista ao portal Swissinfo.ch o pastor falou sobre a aproximação dos evangélicos na política e da forma como esse crescimento tem afetado a sociedade daquele país. Ainda sobre o crescimento dasigrejas evangélicas ele cita que muitas aproximam os emigrantes de suas culturas locais.
“Essa progressão deve igualmente bastante à imigração e ao surgimento das igrejas chamadas de “étnicas”, bem presentes nas cidades. Essas igrejas funcionam como peneiras de entrada para os migrantes africanos e sul-americanos. São de lugares essenciais de apoio. Lá eles encontram também a música e o idioma que lhes lembra do país de origem”.
Mas apesar do crescimento evidente, Favre não acredita que esse fenômeno possa barrar o crescimento da secularização na Europa. “Na Europa, os evangélicos sofrem dificuldades para se desenvolver e nunca poderão reverter essa tendência à secularização. Ao mesmo tempo também não estou seguro que o retorno aos valores tradicionais seja massivo na população” disse ele.

Ministério brasileiro na Grécia chama atenção da mídia

A cidade de Atenas é considerada o berço da civilização moderna. A capital da Grécia já foi berço de filósofos, matemáticos e dramaturgos que ajudaram a escrever a história da humanidade. Mas há muito a cidade deixou para trás os dias de glória.
Após a sua entrada na Comunidade Europeia, em 1981, a Grécia enfrenta o desafio de voltar a ser uma influente capital, mas continua enfrentando graves problemas sociais. Em meio à crise do Euro, o desemprego atingiu a população e as ruas da cidade estão cada vez mais cheias de pessoas sem-teto e doentes mentais.
O número elevado da população que vive nas ruas da capital forçou o governo a permitir a atuação de qualquer instituição internacional que estabeleça centros de ajuda. Com isso, uma pequena igreja brasileira está conseguindo trazer esperança a essas almas perdidas.
O pastor e missionário brasileiro Valdenor Oliveira, que vive com sua família há mais de dez anos, em Atenas, explica que essa foi a principal razão para o surgimento do  Centro Cristão Barnabé, que cuida do corpo e da alma dos necessitados.
  
” Centro Cristão Barnabé é um ministério voltado para as pessoas de rua. Chegamos à Grécia para evangelizar os gregos. Os anos se passaram, mas ninguém veio. Eu não sabia o que devia fazer “, disse Oliveira. “Um dia eu perguntei ao Senhor, por que eu pedi gregos e só aparecem mendigos, pessoas mal cheirosas… o Senhor me disse, “Estas são ovelhas sem pastor, e você vai ser o pastor delas”, conta Valdenor. “Então eu comecei a amá-los e vê-los como ovelhas que precisam de cuidados, tratamento”.
Localizado numa região considerada perigosa, o trabalho não foi bem aceito pelos seus vizinhos gregos, porque o Centro Barnabé só atraia pessoas sujas e doentes.
Depois de alguns meses, foi necessário uma mudança no ministério. “Nós tivemos que orar e decidimos usar outro espaço no mesmo prédio. A igreja fica no primeiro andar e no segundo andar agora funciona o Barnabé”, explica.
Valdenor explica que o  nome Barnabé é extremamente importante para este ministério. “Era o nome de um grego, um homem muito bom, que ajudou os pobres. É um nome estratégico porque os gregos gostam muito de nome de santos”, explica. “O povo grego é muito semelhante aos latinos. São mais afetuosos, mais calorosos”, comenta. Mas a religião oficial é a da Igreja Ortodoxa Grega e os evangélicos nem sempre são bem vistos.
A família Oliveira e os membros da igreja preparam almoços para dezenas de pessoas que são servidos duas vezes por semana, oferecendo também o alimento espiritual através de filmes ou de sermões.
“Esta é uma obra de fé, porque o Senhor proveu nossas necessidades. Tudo o que você vê neste trabalho, o Senhor tem abençoado”, disse o pastor ao site Mundo Cristiano.
O trabalho e dedicação do centro cristão tem mudado a vida de centenas de pessoas em Atenas. Como é o caso de Nicos Sajarof é um empresário rico que acabou falindo em meio à crise, teve um surto e acabou vivendo na rua.
“Eu  conheci o pastor Valdenor durante um período de desequilíbrio emocional. Eu vim aqui para pedir comida e, aos poucos, senti o amor dessas pessoas e seu Deus, e continuei vindo aqui. Agora que tenho Jesus como meu Salvador tento segui-lo e compartilhar com outros homens na rua o que eu encontrei aqui “, explica Sajarof.
Apesar do reconhecimento do trabalho do Centro Cristão Barnabé, as leis gregas sobre visto preocupam a família Oliveira, pois as leis estão mudando. “Nestes anos que estou na Grécia não tive nenhum problema. Sei que vou ficar na Grécia por mais alguns anos e vou continuar com o trabalho do Senhor”. Traduzido de CBN.

Cristão são Atacados

 

Protestos contra o maior ataque para cristãos na história do Paquistão

 
Protestos contra o maior ataque para cristãos na história do Paquistão
Los cristianos se manifestaron en varias ciudades en Pakistán, pidiendo más esfuerzos al Gobierno en seguridad. / Fox News
 
“A paz e o diálogo ficam em entrelinhas”, disse Paul Bhatti, líder de Confesiones Minoritárias do país.
26 DE SETEMBRO DE 2013, PESHAWAR
Na jornada da segunda-feira, centenas de cristãos saíram às ruas de Peshawar para fazer público seu protesto e mal-estar ante o atentado suicida na igreja de Todos os Santos, no que faleceram cerca de 90 pessoas, enquanto outra centena permanecem feridos.



O ataque suicida ocorreu quando os fiéis começavam a sair do culto para receber uma ajuda alimentária que se reparte a cada domingo no atrio. Um ramo talibã do país atribuiu-se o ataque, dizendo ademais que continuariam os ataques contra não muçulmanos até que Estados Unidos suspenda seus ataques com drones em uma remota zona do país.



O atentado tem provocado críticas para o Governo, por sua intenção de conseguir acordos com grupos extremistas islâmicos, para pôr fim assim aos brotes de violência que desde faz mais de uma década assolam o país.



“De que diálogo falam? Paz com aqueles que matam a pessoas inocentes”, disse Paul Bhatti, líder da Aliança de Todas as Minorias Paquistanesas, cujo irmão, um ministro federal, faleceu a tiros por um extremista islâmico no 2011.



“Eles não desejam diálogo”, disse Bhatti, “não querem paz”. “Nosso Estado e nossas agências de inteligência são tão débis que qualquer pode matar a qualquer em qualquer momento”, disse Bhatti.



O atentado chegou em um ambiente tenso político, pelas intenções do governo por negociar. “O diálogo não pode funcionar", diz o analista e escritor Razá Rumi, diretor de um os principais centros de estudo político do país. “Esta matança e o assassinato faz em uma semana de doisaltos cargos do Exército no norte do país mostram que os radicais não têm nenhuma intenção de negociar, pelo que um hipotético processo de conversas não tem nenhum futuro”, razonó Rumi.



Os manifestantes cristãos bloquearam ruas e estradas em todo o país para protestar contra o ataque. Em uma das principais estradas para Islamabad, a capital, alguns manifestantes queimaram pneus, ainda que não se produziram maiores problemas.



A PIOR MATANÇA

As cifras de mortos acercam-se já à centena, e provavelmente se superarão já que entre os feridos há vários de gravidade. “Não tínhamos palavras ante o horror que tínhamos diante”, explicou o diretor da Une Interconfesional do Paquistão (APIL), o cristão Sayid Ishaq, quem visitou junto a diversas autoridades regionais às vítimas hospitalizadas.



“Não é só um atentado contra nossa minoria, senão também contra a humanidade deste país”, disse Ishaq, quem qualificou a situação depois do ataque “como a pior sofrida até agora pelos cristãos paquistaneses”.



Em Peshawar as manifestações têm congregado a várias centenas de pessoas, algumas das quais têm lançado pedradas contra as janelas do hospital Lady Reading, onde se encontra os feridos pelo atentado.



Segundo meios locais, os manifestantes alegam que a falta de pessoal sanitário nesse e outros centros da cidade provocou a morte de numerosos feridos.

Pastor e Assassinado dentro de Igreja

 

Um pastor de Louisiana é assassinado em pleno culto

 
Um pastor de Louisiana é assassinado em pleno culto
 
O pastor Ronald J. Harris Sr. morreu por dois disparos enquanto dirigia o louvor, realizados segundo a polícia por um ex diácono da igreja.
Um homem armado entrou a tarde desta passada sexta-feira no Tabernáculo do Centro de Adoração e Louvor em Lake Charles, Louisiana e disparou-lhe ao pastor Ronald J. Harris Sr. enquanto presidia um serviço de adoração.



Após que Harris caísse ao solo, o pistolero voltou a lhe disparar lhe causando a morte em frente aos cerca de 60 fiéis congregados.



Woodrow Karey Jr., de 53 anos e ex diácono da igreja, é o acusado de ser o causante dos disparos.



O assassino fugiu da cena após cometer o assassinato. Mais tarde entregou-se à polícia e foi preso a só uma quadra da igreja. Karey mostrou à polícia onde tinha deixado suas armas, que incluía a escopeta utilizada para matar a Harris e uma pistola.



Karey deixou faz agora uns quatro anos a membresía da igreja. A polícia ainda está tratando de averiguar o motivo do crime, enquanto Karey -acusado de assassinato- se encontra enclausurado na prisão do condado de Calcasieu.



DECLARAÇÕES DA FILHA DO PASTOR

"Foi todo muito caótico", diz Talisha Harris, filha do Rev. Harris, a CNN. "Era como se todo mundo estivesse em todas partes" naquele terrível momento do tiroteio.



Talisha encontra-se totalmente confusa sobre por que Karey quis matar a seu pai anos após abandonar a igreja, mas afirma estar orgulhosa do homem que seu pai era, tanto dentro como fora da igreja. "Meu pai era um grande pai. Era um avô impressionante. Era um impressionante predicador e maestro. Ele tinha um grande coração. Ele amava a todos, queria ajudar sempre", disse Talisha.
 

Ataque Químico Mata Inocentes

 

Denunciam centenas de vítimas em um ataque químico na Síria

 
Denunciam centenas de vítimas em um ataque químico na Síria
Imágenes de dolor y muerte en Siria, donde los rebeldes denuncian un ataque químico efectuado este miércoles. /Fb The Sirian Revolution
 
Algumas fontes apontam a 1300 mortos. Os rebeldes acusam ao Governo da o Asad do ataque mortal, mas este o desmente.
22 DE AGOSTO DE 2013
Milhares de civis, entre eles muitas crianças, poderiam ter sido vítimas nesta quarta-feira dos efeitos de uma arma química que tem golpeado vários bairros próximos à capital da Síria, Damasco. O Conselho de Segurança da ONU acaba de convocar uma reunião de urgência para tratar de exclarecer o sucedido no país, que segue com graves disputas internas entre o governo da o Asad e os rebeldes.



Têm sido os opositores à o Asad quem têm compartilhado através de seus canais sociais e noticiários uma grande quantidade de imagens dos danificados.  Muitas delas, de uma extrema dureza,  mostram a crianças esparramadas pelo chão, sem vida.



Segundo informa o portal Jornalismo Humano, sanitários que se encontravam na zona de Jobar e arredores têm atendido a dezenas de pessoas afetadas por intoxicação. “A emergência sanitária tem sido devida a um ataque com armas químicas em Jobar e nos arredores, como Ein Tarma. A catástrofe é enorme, há crianças e mulheres mortas. Eu mesmo tenho sustentado 50 cadáveres de crianças com minhas mãos”, dizia um dos doutores, que assegurava que todo o fornecimento que ficava nos armazenes de atropina, o fármaco mais comum para tratar vítimas de gases, tem sido empregado na última jornada.



Segundo esta fonte, a situação piorou quando a maioria das pessoas foram a se refugiar nos sótanos ao escutar os ataques, o que fez que ficassem atrapados em recintos fechados e mais expostos aos efeitos do gás.



Os Comitês Locais de Coordenação (LCC), outra das fontes rebeldes, afirmam ter documentado as mortes de centenas de civís e temem que as cifras aumentem dado que seguem indo feridos aos hospitais das localidades e bairros afetados. Ao todo se contabilizavam umas 1300 mortes e centenas de feridos.



O GOVERNO SÍRIO NEGA

O governo da o Asad tem negado o ataque. “As informações sobre o uso de armas químicas por parte de tropas governamentais cerca de Damasco não se correspondem com a realidade”, assegurou por sua vez o embaixador sírio na Rússia, segundo recolhe a agência RT.



Nestes momentos, uma equipe de experientes da ONU desenvolve uma investigação sobre o suposto uso de armas químicas durante a guerra na Síria.



Reino Unido e França são alguns dos países que têm anunciado que enviarão uma carta ao secretário geral da ONU, Ban Ki-moon, com uma petição oficial para que se leve a cabo uma investigação.



Por sua vez, o secretário geral da ONU tem dito estar “escandalizado” pelas alegações e tem reafirmado sua determinação para começar uma investigação com profundidade sobre os supostos incidentes”.

Internacional

 

Deputado afegão propõe executar aos convertidos do islã ao cristianismo

 
Deputado afegão propõe executar aos convertidos do islã ao cristianismo
Imagen de archivo del Parlamento afgano (2011) / El Mundo
O Parlamento responde-lhe condenando as atividades de proselitismo cristão” no Afeganistão, e ordenando ao Comitê Nacionalpara a Segurança “seguir este assunto seriamente”.
12 DE SETEMBRO DE 2013, KABUL
O parlamentar muçulmano afegão Nazir Ahmad Hanafi tem proposto que as pessoas que se convertem do islã ao cristianismo sejam executadas, seguindo o que marca a sharía (lei islâmica), para deter o rápido crescimento do cristianismo entre os cidadãos afegãos, no país e no estrangeiro.



Esta petição realizou-se depois de conhecer-se um relatório publicado pela imprensa afegã que ressalta o aumento do número de cristãos no Afeganistão. Outro membro do Parlamentoafegão informou que na Índia, onde há muitos milhares de refugiados afegãos, se constituiu uma comunidade cristã chamada Igreja dos afegãos”, à que se difunde que estão convidados todos os cidadãos de Kabul.



Ante isto Hanafi tem dito à assembléia: “Os cidadãos afegãos seguem convertendo-se ao cristianismo na Índia. Isto é uma afronta à lei islâmica e, de acordo com o Alcorão, devem ser executados”.



No debate posterior que se produziu na assembléia, outro membro do Parlamento, Abdul Latif Pedram, tem declarado que “as conversões ao cristianismo são o resultado da presença dosEstados Unidos no Afeganistão”.



Como conclusão, Abdul Rauf Ibrahimi, o presidente do Parlamento, tem condenado todas as atividades de proselitismo cristão” no Afeganistão, e tem ordenado ao Comitê Nacional para a Segurança que “siga este assunto seriamente”.



CHOVE SOBRE MOLHADO

Os líderes islâmicos do Afeganistão consideram o crescimento do cristianismo como uma ameaça para o país e têm posto em guarda ao governo sobre a influência dos cristãos.



Nos últimos meses, o “Conselho Islâmico do Afeganistão” tem notificado com preocupação ao presidente Karzai, a crescente presença de trabalhadores estrangeiros no Afeganistão de religião cristã.

Internacional

 

Irã: Ante um ataque a Síria, responderão sobre Israel

 
Irã: Ante um ataque a Síria, responderão sobre Israel
Portaaviones norteamericano.
Enquanto as potências ocidentais preparam o ataque sobre o regime sírio, Israel fortalece suas defesas contra mísseis.
05 DE SETEMBRO DE 2013, JERUSALÉM/WASHINGTON
Estados Unidos, França e Grã-Bretanha mostraram-se partidárias de realizar um ataque sobre o regime da o Asad, justificado pelo suposto uso de armas químicas do regime sobre a população que tem sido denunciado pelos rebeldes, e cujas conseqüências têm sido confirmadas por Médicos Sem Fronteiras e outras organizações.



Enquanto desde os departamentos de Defesa dos Estados Unidos aponta-se a um ataque com mísseis, muito localizado e que sirva como “advertência” ao regime da o Asad, outras potências especulam com outros possíveis palcos.



Grande Bretanha anunciou que apresentará uma resolução ante o Conselho de Segurança de Nações Unidas para buscar uma condenação unânime do ataque com armas químicas por parte do presidente sírio, um ataque que o governo da o Asad segue negando. David Cameron tem dito que a intenção desta resolução seria “propor medidas necessárias para proteger civis”.



AMEAÇAS A ISRAEL

Tanto Síria como Irã, um de seus principais aliados, têm subido o tom de suas ameaças para Israel, que nesta quarta-feira tem despregado todas suas defesas contra mísseis como medida de precaução ante um possível ataque sírio se finalmente EEUU e outros países intervêm na Síria.



Irã tem apontado diretamente a um ataque a Israel como conseqüência direta de uma intervenção armada na Síria. “Se EE UU ataca Síria, os lumes da indignação dos revolucionários da região apontarão ao regime sionista”, tem assegurado Mansur Haqiqatpur, destacado membro do parlamento iraniano, à agência Fars recolhidas por The New York Times.



Une-a Árabe, reunida de urgência na terça-feira no Cairo, mostrou-se na contramão de um ataque. Os membros da organização asseguram que não há dúvida de que o regime sírio “é totalmente responsável por este crime atroz”, algo que consideram inaceitável, e pedem uma ação urgente no marco de Nações Unidas e que os responsáveis sejam julgados em tribunais internacionais.

Internacional

Massacre por atentado suicida em igreja evangélica paquistanesa
O atentado na igreja protestante tem deixado ao menos 77 mortos e 120 feridos, entre eles mulheres e meninos, muitos deles críticos.
22 DE SETEMBRO DE 2013, PAKISTÃO
Ao menos 77 pessoas têm morrido e ao redor de 120 têm resultado feridas noatentado suicida perpetrado neste domingo em uma igreja de Peshawar (norte do Paquistão), segundo informaram fontes policiais. Entre as vítimas encontram-semulheres e crianças.



O ataque ocorreu na igreja de Todos os Santos, em Peshawar, uma cidade afetada pela violência, localizada a 120 quilômetros da capital do país, Islamabad. Segundo as primeiras investigações, detonaram mais de 16 quilos de explosivos quando os feligreses reunidos estavam abandonando o lugar depois do culto.



O ataque ocorreu quando os cerca de 500 assistentes saíam da igreja, situada no distrito de Kohati Gate, para receber um almoço grátis no jardim frontal.



Testemunhas disseram que escutaram dois estouros, o segundo dos quais foi mais potente que o primeiro. "Teve explosões e um inferno para todos nós", disse Nazir John, quem se encontrava na igreja. "Quando recuperei o sentido, não vi nada mais que fumaça, pó, sangue e gente gritando. Vi membros separados do corpo e sangue tudo ao redor".



Os dois atacantes chegaram ao lugar justo quando concluiu a cerimônia, de acordo com a diócesis de Peshawar. “Os terroristas suicidas entraram à igreja pela porta principal e fizeram-se explodir no meio da gente”, informou a diócesis através de um comunicado publicado em sua página de internet.



 A cifra de mortos aumentará com quase toda probabilidade nas próximas horas dado que muitos dos feridos se encontram em estado crítico.


REAÇÕES

Tanto o primeiro ministro do Paquistão, Nawaz Sharif, como o presidente Mamnoon Hussein, têm condenado energicamente o atentado; repulsa à que se somaram outras autoridades provinciais.



Ninguém se tem adjudicado a responsabilidade do ataque, mas as suspeitas recairão muito provavelmente em um dos muitos grupos extremistas islâmicos do país. Os militantes islâmicos têm sido culpados por outros ataques contra a minoria cristã do país de maioria muçulmana, bem como contra grupos muçulmanos aos que consideram hereges.



O atentado tem um grande ônus simbólico para os residentes da cidade porque a igreja de Todos os Santos é um lugar que representa a harmonia inter-religiosa (seu exterior é similar ao de uma mesquita). Depois das explosões, dezenas de pessoas saíram às ruas para protestar contra a Polícia por sua incapacidade para impedir os atentados.



PESHAWAR- IGREJA CRISTÃ DE PAKISTÃO

A Diócesis de Peshawar, cujo território coincide com o Khyber Pakhtunkhwa, é uma das oito diócesis que compõem a Igreja Cristã do Paquistão, que se formou em 1970 como resultado da união entre luteranos, presbiterianos, metodistas e anglicanos. A Igreja Cristã do Paquistão tem um sínodo, que é o órgão supremo de governo.



A diócesis de Peshawar foi criada em 1980. É uma das diócesis maior do país em termos de superfície. O número total de cristãos que vivem na província é de ao redor de cem mil (100.000), de uma população da província de ao redor de dezessete milhões de pessoas.
 
Fontes: , ,
Editado por: Protestante Digital 2013
 
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