Web Radio Jesus Cristo Gospel: 2013-10-13

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

O Bem Vence o Mal

O professor deparou-se com uma Bíblia e questionou o aluno se ele considerava o livro sagrado como um relato da realidade

intolerância religiosa possui vários aspectos e um dos ambientes em que tem se tornado mais corriqueira é o escolar. Um caso recente nos Estados Unidos forçou uma entidade de defesa da fé a se manifestar em defesa de um aluno que expressou sua crença e foi vítima de bullying de um professor.

No estado norte-americano da Califórnia, uma tarefa de literatura passada pelo professor resultou num constrangimento a um de seus alunos. O exercício era baseado na leitura em casa de um livro de não-ficção durante 30 minutos. No dia seguinte, o professor iria conferir se o livro escolhido tinha sido adequado e ler o relatório dos alunos.

Quando fazia as correções, o professor deparou-se com uma Bíblia e questionou o aluno se ele considerava o livro sagrado como um relato da realidade. “Honestamente, eu acredito que seja”, respondeu o aluno.

Insatisfeito, o professor pegou o livro e dirigiu-se aos demais colegas de sala questionando se alguém mais considerava a Bíblia Sagrada como um relato histórico. A atitude do professor foi enfrentada por outros dois alunos, que ergueram as mãos dizendo que acreditavam ser real o que a Bíblia conta.

Porém, as reações negativas à atitude do professor se intensificaram, e a entidade Advocates for Faith and Freedom (algo como “defensores da fé e liberdade”) posicionou-se em repúdio à postura adotada pelo educador.

“Este foi um exemplo da crescente hostilidade em relação ao cristianismo, que é visto nas salas de aulade escolas públicas, e assim acreditamos que devemos tomar uma posição. Acreditamos que as ações desse professor violam a Cláusula de Estabelecimento, que obriga o Estado a manter-se neutro emquestões de religião”, afirmou Robert Tyler, presidente da entidade.

Segundo Tyler, há dois pesos e duas medidas na forma como as autoridades lidam com questões semelhantes: “Hoje em dia, não há restrição ao bullying contra estudantes cristãos por parte dos professores. Se um professor agisse da mesma forma contra um estudante homossexual, com base na orientação sexual do aluno, o professor seria disciplinado de forma séria e significativa. Mas por alguma razão, esses professores sentem que têm a capacidade de se envolver em este tipo de hostilidade e tentativa de humilhar os alunos cristãos”, protestou, de acordo com informações do Christian Post

Queda de Braço Politico

Enviado por folhagospel em 17/10/2013 10:00:00 (32 leituras)
No que depender do deputado Marco Feliciano (PSC-SP), a ex-senadora Marina Silva (PSB-SC) não receberá o voto do eleitorado evangélico se decidir disputar a sucessão presidencial de 2014.

Em entrevista exclusiva ao Broadcast Político, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, Feliciano diz que se decepcionou com Marina e que ela agiu com "oportunismo" ao se filiar ao PSB.

"De repente, eu vejo Marina virar socialista e ir para o PSB. Deu um nó na minha cabeça. Para mim, é mais um oportunismo e eu teria dificuldade em apoiar Marina. Farei o possível no meio evangélico para abrir a mente do nosso pessoal porque não é pela carinha, pelo estereótipo de evangélica, que ela vai simplesmente cooptar os nossos votos", afirmou.

Embora o partido tenha um pré-candidato para disputar a sucessão presidencial, o pastor Everaldo Dias Pereira, Feliciano diz que, além de Marina, teria dificuldades em apoiar a presidente Dilma Rousseff num segundo turno. Caso o PSC abra mão da candidatura própria, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, poderiam ter o apoio dele. "Ainda não me defini, mas ambos têm a minha simpatia. Aécio pelo histórico e Campos pelo entusiasmo", revelou.

O pastor conta que a "decepção" com a ex-senadora começou em 2010, quando Marina evitou polemizar sobre temas como legalização do aborto e casamento entre cidadãos do mesmo sexo. "Eu sinto um pé-atrás com a Marina. Na campanha de 2010, ela vinha com um viés evangélico e eu passei a ouvi-la, ainda mais da minha igreja, a Assembleia de Deus. Eu achei que era uma luzinha no fim do túnel e passei a ouvir os discursos dela", afirmou.

Feliciano cobrou um discurso mais "firme" sobre temas de interesse da comunidade evangélica. Na visão dele, Marina errou ao pôr aborto e saúde pública no mesmo patamar. "Para quem é cristão e tem princípios, quando você diz isso, você joga nas mãos do Estado uma questão que é de consciência. Ela fugiu do assunto. Questionada sobre o casamento homossexual, ela fez a mesma coisa", justificou. Na opinião dele, Marina foi "mais de esquerda do que a própria Dilma".

''Abandonado''
Para o parlamentar, Marina deveria "protegê-lo" durante as manifestações contrárias à permanência dele na presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados. Ela chegou a dizer que o presidente da comissão estaria sendo "mais hostilizado por ser evangélico que por suas declarações equivocadas", mas em seguida sua assessoria informou que a frase da ex-senadora, proferida numa palestra, foi repercutida fora de contexto.

"Ela voltou atrás em dois minutos, quando a pancadaria desceu. Eu achei que ali era a chance dela. Ela ali não defendia um homem, um parlamentar, ela defendia um segmento", concluiu. Feliciano afirma que a ex-senadora "teve chances de se manifestar para o segmento evangélico" que, segundo ele, votou nela em 2010. "Ela simplesmente me deixou sozinho naquele momento e isso criou uma antipatia no meio evangélico", reclamou.

O deputado afirma que Marina, embora seja evangélica, não representa os cristãos. "Ela teria tudo para representar o segmento", lamentou. "Ela bebe da nossa fonte de costas. E quando o povo quer ver, ela se esconde", criticou. Para ele, a ex-senadora "se traveste como cristã", mas "quando precisa chegar junto e mostrar o posicionamento, se esconde atrás da política".

Longe dos holofotes desde que o Parlamento enterrou o projeto da chamada "cura gay", Feliciano diz que se transformou em "uma espécie de símbolo" por defender os interesses dos evangélicos. Ele acredita que seu posicionamento contundente se refletirá em uma votação expressiva nas eleições de 2014, quando deve disputar a reeleição e ajudar a ampliar a bancada evangélica na Câmara. Há quem defenda no PSC que o deputado dispute a Presidência da República.