Web Radio Jesus Cristo Gospel: 2013-08-25

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Bolívia aciona Interpol para deter senador refugiado no Brasil, diz jornal

O ministro de Governo da Bolívia, Carlos Romero (equivalente ao ministro-chefe da Casa Civil), disse que a Interpol foi acionada para deter o senador opositor Roger Pinto Molina, que chegou ao Brasil no fim de semana fugindo de seu país.

ENTENDA O CASO ENVOLVENDO O SENADOR BOLIVIANO ROGER PINTO

  • Arte/UOL
    28.mai.2012 - Durante encontro com embaixador, o senador boliviano Roger Pinto, da oposição ao presidente Evo Morales, pede asilo político ao Brasil
    8.jun.2012 - O governo brasileiro concede asilo e é criticado por Evo Morales dias depois
    19.jul.2012 - Governo boliviano sobe o tom e acusa o embaixador brasileiro de fazer "pressão"
    2.mar.2013 - Um acordo bilateral decide criar uma comissão para analisar o caso de Roger Pinto
    17.mai.2013 - O advogado do senador pede que o Supremo Tribunal Federal pressione o Itamaraty
    23.ago.2013 - Por volta das 15h, saem da embaixada brasileira em La Paz Roger Pinto, o diplomata brasileiro Eduardo Sabóia e dois fuzileiros navais, em dois carros diplomáticos oficiais. Eles percorrem mais de 1.500 km por terra em uma viagem de mais de 22 horas
    24.ago.2013 - Na tarde deste sábado, os carros chegam a Corumbá, no Mato Grosso do Sul e, à noite, pegam um jatinho de um empresário amigo do senador brasileiro Ricardo Ferraço (PMDB-ES) rumo a Brasília
    25.ago.2013 - Roger Pinto, Ferraço e Sabóia chegam a Brasília
Ao site do jornal local "El Diário", Romero disse que o motivo do governo recorrer à polícia internacional são os problemas que o opositor causou ao Estado boliviano e sua saída do país rumo ao Brasil sem um salvo-conduto.
"A Interpol pode acionar os mecanismos legais correspondentes (...) Por isso, a polícia boliviana notificou esta instância internacional, juntamente com as evidências judiciais em poder do Ministério Público", disse o ministro.
Molina desembarcou à 1h10 de domingo (25) no aeroporto internacional de Brasília acompanhado pelo senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES), presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado. O político deixou La Paz em um carro da embaixada brasileira e viajou 1.600 quilômetros até Corumbá (MS), por autorização do chefe de chancelaria, ministro Eduardo Saboia, que substitui temporariamente o embaixador Marcel Biato.
Em seu país, o senador denunciou o envolvimento de autoridades bolivianas com o narcotráfico e é por elas acusado de corrupção e crime ambiental. Ele estava asilado na embaixada brasileira na Bolívia desde 28 de maio de 2012, em condições psicológicas muito ruins.
O ministro da presidência diz duvidar que Molina fugiu da embaixada do Brasil em La Paz em um veículo oficial. Diferentemente de outros representantes de seu governo, Romero afirmou que o episódio deve afetar as relações entre Brasil e Bolivia, mas contemporizou: "certamente afetará, mas isso devemos resolver sempre no âmbito diplomático".
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Relembre as recentes rusgas entre Brasil e Bolívia9 fotos

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Avião da FAB - Em outubro de 2011, agentes antinarcóticos bolivianos revistaram sem permissão o avião do ministro da Defesa, Celso Amorim, em La Paz. Segundo o governo brasileiro, houve "ações por parte de autoridades bolivianas que configuraram violações da imunidade de aeronaves" da Força Aérea Brasileira. Somente em julho deste ano, o presidente boliviano Evo Morales pediu desculpas pelo episódio Leia maisJuan Karita/AP - 22.mai.2006

O caso

Para Ferraço, Molina tem direito a asilo político no Brasil porque estava sendo perseguido pelo governo do seu país e submetido a condições desumanas. O próprio Molina virá ao Senado nesta terça-feira (27) para relatar o drama que viveu durante 465 dias em um quartinho da embaixada brasileira em La Paz, depois de acusações mútuas entre ele e o governo de Evo Morales.
"(Trazer o opositor ao Brasil) foi um ato de solidariedade humana", afirmou o parlamentar brasileiro.
O Ministério das Relações Exteriores informou que abrirá inquérito para apurar a saída de Molina. O governo boliviano também informou que irá apurar o caso.
A comissão deverá em breve ouvir o ministro Eduardo Saboia sobre o assunto. (Com Agência Senado)

Obama ainda não decidiu como reagir a ataque químico na Síria

Uso de armas químicas pelo governo sírio é 'inegável', disse Casa Branca.
Armas foram usadas de modo indiscriminado, disse secretário de Estado.

A Casa Branca afirmou nesta segunda-feira (26) que as provas de que o governo da Síria usou armas químicas são "inegáveis".
Segundo o porta-voz Jay Carney, Obama está avaliando a resposta adequada para o uso de armas químicas, mas não tomou nenhuma decisão sobre como responder. Carney não deu prazo sobre quando o democrata vai decidir.
"Há pouquíssimas dúvidas em nossa mente de que o regime sírio é culpado", disse Carney.
O porta-voz afirmou que é inegável que as armas foram usadas, no que ele chamou de violação de uma norma internacional.
Pouco antes, o secretário de Estado dos EUA, John Kerry, disse que o uso de armas químicas na Síria foi "real e convincente" e baseado em fatos.
"Foram utilizadas armas químicas na Síria", disse o secretário de Estado, John Kerry, em duras declarações transmitidas pela televisão. "O que vimos na Síria na semana passada deveria atingir a consciência do mundo."
Segundo o principal diplomata dos EUA, o uso de armas químicas, denunciado pela oposição síria, ocorreu em "larga escala" e de maneira "indiscriminada", e ainda houve uma tentativa do regime sírio de acobertar o incidente.
Kerry disse que, ao retardar durante dias o acesso dos inspetores e ao fazer disparos contra o comboio no trajeto, o governo de Assad agiu como se tivesse algo a esconder.
"Nosso senso de humanidade básica é ofendido não só por esse crime covarde como também pela cínica tentativa de acobertá-lo", disse Kerry.
O diplomata afirmou que o ataque foi "indesculpável" e "inegável", acrescentando que existe uma razão clara para o fato de a comunidade internacional ter banido inteiramente as armas químicas e que o presidente americano, Barack Obama, acredita que os culpados devem ser responsabilizados.
O Departamento de Estado afirmou que o presidente Obama tem o "senso de urgência" para decidir, mas não estabeleceu um prazo.
Centenas de mortos
A oposição síria acusa o regime Assad de ter atacado com armas químicas a periferia da capital, Damasco, na madrugada da quarta passada, provocando 1.300 mortes, muitas delas de civis.
O governo sírio nega a autoria e afirma que a situação foi criada pelos rebeldes, a quem acusa de "terrorismo" e de tentar desestabilizar o país.
A denúncia e sua repercussão mundial fizeram as potências ocidentais, EUA inclusive, elevarem o tom da retórica e começarem a falar em intervenção militar na guerra civil da Síria, que já dura mais de dois anos, provocou mais de 100 mil mortes e gera uma crise humanitária e de refugiados na região.
Mas Rússia e China, aliadas da Síria com poder de veto no Conselho de Segurança da ONU, são contrárias a qualquer intervenção.
A proibição de armas químicas, definida em uma convenção internacional de 1993, é uma das mais fortes do direito internacional, junto com genocídio e tortura.
A Síria é um dos poucos países a não ter assinado a Convenção sobre a Interdição de Armas Químicas e não é membro da Organização encarregada de controlar a sua aplicação, a OIAC, mas isso não a exime de cumprir com o banimento desse tipo de armamento.
O secretário de Estado dos EUA, John Kerry, dá entrevista sobre a crise síria nesta segunda-feira (26) em Washington (Foto: Reuters)O secretário de Estado dos EUA, John Kerry, dá entrevista sobre a crise síria nesta segunda-feira (26) em Washington (Foto: Reuters)
arte síria versão 21.08 (Foto: Arte/G1)

Dólar sobe mais de 1%, mesmo com


Moeda norte-americana subiu 1,29%, a R$ 2,3837.
Intervenção do BC tem como objetivo frear o avanço da moeda.

O dólar fechou em alta de mais de 1% ante o real nesta segunda-feira (26), tentado buscar um ponto de equilíbrio após cair mais de 3% no último pregão e o BC realizar o primeiro leilão de swap tradicional (equivalente a venda de dólares no mercado futuro) do seu programa de intervenções diárias no início deste pregão, de acordo com a agência Reuters.
O dólar comercial subiu 1,29%, a R$ 2,3837.Veja a cotação
O BC deu início hoje aos leilões de swap cambial tradicional dentro do cronograma de intervenções anunciado na semana passada. Foram vendidos todos os 10 mil contratos ofertados, num total de US$ 497,9 milhões.
Na noite de quinta-feira, o BC anunciou um programa de leilão cambial que terá um cronograma diário de intervenção por meio da venda de swap cambial tradicional e oferta de linha, ou venda de dólares com compromisso de recompra. O objetivo, segundo o BC, é "prover hedge cambial aos agentes econômicos e liquidez ao mercado".
De segunda a quinta-feiras, até o fim do ano pelo menos, serão ofertados US$ 500 milhões em leilões diários de swap cambial tradicional. Já às sextas-feiras serão realizados leilões de linha – venda de dólar no mercado à vista com compromisso de recompra – de até US$ 1 bilhão.
No início desta sessão, o dólar abriu em alta ante o real, mas passou a cair por cerca de 30 minutos, após a divulgação o dado de encomendas de bens duráveis dos Estados Unidos ter vindo bem abaixo do esperado, realimentando as expectativas de que o Federal Reserve, banco central norte-americano, manterá seu programa de estímulos, no valor mensal de US$ 85 bilhões no curto prazo.
O movimento de alta do dólar, no entato, perdeu fôlego com os investidores ainda testando o ponto de equilíbrio da moeda norte-americana ante o real.
Avaliações
Profissionais têm avaliado que intensificar o aperto monetário seria uma das saídas para tentar reancorar as expectativas para o câmbio, na medida em que aumentaria o diferencial entre os juros doméstico e externo e elevaria a atratividade para entrada de capital, além de melhorar ainda as perspectivas para a inflação.
Por outro lado, o anúncio do programa de leilões de câmbio, que pode injetar entre US$ 55 bilhões e US$ 60 bilhões a mais no mercado até o fim do ano, deu suporte a avaliações de que o BC pode estar menos dispostos a usar a política monetária para amenizar a pressão no câmbio, num momento em que a economia ainda luta para mostrar sinais mais firmes de recuperação.
"Ainda acho que a estratégia de usar a política monetária junto com os leilões de câmbio teria mais benefícios, porque você atacaria tanto o câmbio quanto a inflação. A questão é que poderia afetar a atividade, um ano antes das eleições. O processo eleitoral é componente que não dá para ignorar", diz um profissional da área de câmbio.

Estudante encontra sucuri de 3 metros


Sucuri de três metros é encontrado dentro de bueiro, em Manaus (Foto: Tiago Melo/G1 AM)Sucuri de três metros é encontrada dentro de bueiro, em Manaus (Foto: Tiago Melo/G1 AM)
Uma cobra sucuri de 3 metros foi resgatada na segunda-feira (26), no Conjunto Novo Horizonte, Zona Norte de Manaus. O animal foi encontrado em um bueiro que fica na esquina de uma das ruas do bairro. A equipe do Batalhão de Polícia Ambiental (BPA) e do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM) foram acionados para remover o animal do local.
A estudante Fernanda Sahdo, de 16 anos, disse que caminhava na companhia do namorado quando percebeu o animal se movimentado no bueiro. Segundo a adolescente, duas cobras estavam no local, mas o segundo animal não foi localizado pelas equipes de resgate. "Não é a primeira vez que encontram cobras aqui nessa rua", disse.

A presença de cobras em bueiros de Manaus é comum, segundo a analista ambiental do Ipaam, Alessandra Veras. Ela orientou a população sobre como proceder nesse tipo de caso. "As cobras são agentes de controle da população de ratos. Pedimos que, quando a população encontrar um animal deste tipo, em área urbana, entre em contato com o Ipaam pelo número 2123-6739", disse.
A sucuri foi levada para a sede do Centro de Triagem do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), na capital.
Estudante de 16 anos avistou animal; Batalhão Ambiental fez o resgate. (Foto: Tiago Melo/G1 AM)Estudante de 16 anos avistou animal; Batalhão Ambiental fez o resgate. (Foto: Tiago Melo/G1 AM)
Cobra foi levada para a sede do Centro de Triagem do Ibama (Foto: Tiago Melo/G1 AM)Cobra foi levada para a sede do Centro de Triagem do Ibama (Foto: Tiago Melo/G1 AM)
A presença de cobras em bueiros é comum, segundo a analista ambiental do Ipaam Alessandra Veras (Foto: Tiago Melo/G1 AM)A presença de cobras em bueiros é comum, segundo a analista ambiental do Ipaam Alessandra Veras (Foto: Tiago Melo/G1 AM)
Cobras são agentes de controle população de ratos, afirmou analista ambiental do Ipaam  (Foto: Tiago Melo/G1 AM)Cobras são agentes de controle população de ratos, afirmou analista ambiental do Ipaam (Foto: Tiago Melo/G1 AM)

ONU chega a local de suposto ataque


Do G1, em São Paulo Inspetores da ONU entraram nesta segunda-feira (26) em Mouadamiya, localidade a sudoeste da capital, Damasco, onde centenas de pessoas foram mortas em um suposto ataque com gás venenoso na semana passada, disseram ativistas na capital síria.
 O comboio de investigadores de armas químicas atravessou um bloqueio de rua mantido pela inteligência da Força Aérea da Síria, na entrada para o bairro muçulmano sunita que está sitiado por forças leais ao presidente Bashar al-Assad, disseram as fontes à Reuters.
No caminho desde o hotel onde a equipe está hospedada, o comboio formado por seis carros das Nações Unidas foi atingido por tiros. A equipe de especialistas em armas químicas, vestidos com coletes à prova de bala da ONU, estava acompanhada por forças de segurança e uma ambulância.
Segundo um porta-voz da ONU, o grupo foi atingido por disparos feitos por um atirador não identificado. Um dos carros foi danificado e seria substituído, segundo o porta-voz. Ninguém ficou ferido.
“O primeiro veículo da equipe de investigação sobre armas químicas foi deliberadamente atingido por disparos diversas vezes por atiradores não identificados”, disse o porta-voz.
O regime sírio disse que os disparos foram feitos por rebeldes. "O integrantes da equipe das Nações Unidas foram alvo de tiros de grupos armados na região de Moadamiyat al-Sham", sudoeste de Damasco, indicou a televisão estatal.
Uma fonte do Ministério da Informação disse que os especialistas internacionais foram alvejados por "terroristas", um termo normalmente usado pelo governo para descrever os rebeldes que tentam, há mais de dois anos, derrubar o contestado presidente Bashar al-Assad, segundo a TV Síria.
Neste domingo (25), o Ministério de Relações Exteriores da Síria anunciou que iria permitir que os inspetores da ONU tenham acesso ao local do suposto ataque com armas químicas em subúrbios de Damasco, que deixou centenas de mortos na última quarta-feira.
A oposição síria acusou as forças do governo de matar mais de mil civis com gás venenoso em subúrbios de Damasco na quarta-feira, uma denúncia rechaçada pelo governo Assad.
As potências mundiais vinham pressionando para que o presidente sírio permitisse que inspetores de armas químicas da ONU, que já estão em Damasco, examinassem os locais que teriam sido atacados com gás nervoso.
Os Estados Unidos estão cada vez mais convencidos de que o regime sírio está por trás de um ataque com armas químicas e estão considerando uma ação militar, afirmou uma fonte americana que acompanha o secretário da Defesa americano, Chuck Hagel.
"Há fortes indícios na direção do uso de armas químicas pelo regime sírio", afirmou a fonte.

Noticiário ao Vivo

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Capaz de abrigar 50 mil pessoas, o Coliseu é visita obrigatória a quem vai a Roma (capital da Itália). Anfiteatro Flaviano é um nome dado ao histórico monumento de hoje, cuja referência atual está ligada à palavra latina Colosseum, para definir a estátua colossal de Nero, que ficava perto da edificação. Tem paredes de 48 metros de altura. Ali foram registrados incríveis espetáculos, normalmente sacrificando animais e seres humanos. Levou quase 10 anos para ser construído na parte leste do Fórum Romano.
Fonte:Uol - Irenita Barreto
 
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26/05 0,5586
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24/05 0,5509
23/05 0,5787
22/05 0,5476
21/05 0,5536
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