Web Radio Jesus Cristo Gospel: 2012-12-02

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Um dia no tribunal

Perfeita Injustiça: O Julgamento de Jesus Perante Pilatos

Ainda era cedo de manhã, mas Pôncio Pilatos, o governador romano da Judéia, já se deparava com uma lista cheia de causas a serem julgadas. Ele não queria ser incomodado com as intrigas do sumo sacerdote dos judeus e seu conselho de anciãos, o Sinédrio. Na Judéia sempre faz calor desde o início do dia e Pilatos já estava suado e irritado, antes mesmo que os membros do conselho judaico se apresentassem diante dele arrastando consigo aquele profeta judeu, pregador do deserto ou seja lá o que fosse.
Pôncio Pilatos costumava ficar no palácio de Herodes quando visitava a cidade de Jerusalém. Era a ocasião em que os judeus celebravam uma de suas festas religiosas e ele começava a ter uma sensação de que esse era um caso do qual não conseguiria se esquivar. É verdade que ele odiava Jerusalém, bem como os judeus com seus costumes religiosos e suas prescrições insuportáveis, além de odiar a atitude obstinadamente defensiva desse povo no que dizia respeito ao seu templo. Porém, ele sabia que não podia correr o risco de melindrar o Sinédrio, sem dúvida, não agora. Afinal de contas, uma multidão de judeus se reunira do lado de fora do Pretório, junto com os principais sacerdotes e sua ordem religiosa de mestres da Lei. Eles não sairiam dali enquanto ele não julgasse o caso daquele sujeito chamado Jesus.
Quando Pilatos olhou para o acusado, que estava diante dele manietado e quieto, percebeu que uma “justiça brutal” já tinha sido administrada contra tal homem. As vestes de Jesus estavam rasgadas e era evidente que ele tinha sido espancado.
Não há nada de estranho nisso, pensou Pilatos. A não ser por uma coisa. Algo relacionado com o comportamento daquele homem. Será que se poderia chamar aquilo de dignidade? Dificilmente. Um pregador errante; vestido de trapos. Bem, o que quer que fosse, começava a enervar Pilatos. O governador se sentia cada vez mais pressionado a tomar uma decisão. Mas aquele homem, em pé diante dele com um olhar sereno e implacável, sem um pingo de medo ou ansiedade, apesar de ensangüentado e de provavelmente ter que enfrentar a pena de morte, tornava a situação ainda mais difícil.
Com o objetivo de fazer uma demonstração de força em Jerusalém e assumir o controle pela intimidação, Pilatos, na calada da noite, ordenou que suas tropas hasteassem estandartes ou bandeiras romanas no contorno de uma determinada área, todas elas com a imagem de César estampada.

Pilatos não podia ajudar; só conseguia relembrar seu histórico mal-sucedido em Jerusalém. Ele tinha sido convocado à Judéia para reassumir o controle da região. Seu antecessor, Arquelau, um dos filhos de Herodes, o Grande, cometeu um erro sórdido na tentativa de governar aquele território. Esse governante herodiano enviara suas tropas aos pátios do templo a fim de controlar uma rebelião violenta e acabou por massacrar três mil pessoas. Poucas semanas depois, Arquelau ausentou-se tranqüilamente de Jerusalém para fazer uma viagem a Roma e outra rebelião estourou. Essa última insurreição foi, finalmente, subjugada pelos romanos, depois que estes crucificaram dois mil habitantes locais ao redor das muralhas da cidade.
Pilatos pensava que podia fazer melhor. Afinal de contas, quando ele chegou a Jerusalém, pela primeira vez, na qualidade de governador, pensara consigo mesmo: César exige paz e ordem nos territórios de sua ocupação – e eu estou pronto a oferecer-lhe o que exige.
Mas, então, a realidade chegou. Pilatos, na intenção de sufocar um distúrbio, teve de enviar tropas para dentro da área do templo, as quais mataram muitos galileus, de modo que o sangue destes, derramado sobre o piso pedregoso, acabou por se misturar com o sangue dos animais que tinham acabado de ser sacrificados.
Em seguida, aconteceu o fiasco dos estandartes. Com o objetivo de fazer uma demonstração de força em Jerusalém e assumir o controle pela intimidação, Pilatos, na calada da noite, ordenou que suas tropas hasteassem estandartes ou bandeiras romanas no contorno de uma determinada área, todas elas com a imagem de César estampada. Ele nem se importou com o fato de que levantara imagens “idólatras” nas proximidades do templo. Como resultado, irrompeu outra rebelião.
Dessa vez um enorme contingente de judeus marchou na direção norte até o quartel-general de Pilatos em Cesaréia e exigiu que os estandartes romanos com a imagem de César fossem removidos. Naquele momento, quando Pilatos deu ordens para que seus soldados se dirigissem contra a turba de judeus, os últimos homens da multidão descobriram seu pescoço, desafiando o governador a matá-los. Até mesmo os centuriões ficaram impressionados.
Pilatos ficou ainda mais intimidado quando se lembrou da maneira pela qual teve de voltar atrás. Contudo, o que mais ele poderia fazer? A sobrevivência política nesse território abandonado da Judéia obviamente exigia sutileza diplomática, algo que ele considerava insultante. Ele preferia a força bruta. Era mais rápido – mais objetivo. Entretanto, Roma desejava a estabilidade naquela região. Agora Pilatos perguntava a si mesmo se algum dia isso seria possível.
Ele encarou Jesus outra vez. Aquele judeu tinha acabado de confessar que era um “rei”. Mas Pilatos era esperto o suficiente para saber que aquele rabi (mestre) itinerante falava acerca de alguma espécie de reino religioso – não de um reino político. Os principais sacerdotes o constrangiam a usar sua autoridade para sentenciar o acusado à pena capital, pela alegação de que Jesus cometera traição. Porém, Pilatos sabia que, pelo rigor da lei romana, aquele homem não representava risco nenhum de provocar uma revolta.
Então ele ouviu o grito de um dos escribas (ou era um dos sacerdotes? Talvez ele fosse ambas as coisas) que dizia algo sobre o modo pelo qual Jesus incitara o povo na Galiléia. Pilatos pensou: Herodes Antipas, o tetrarca da Galiléia, está aqui em Jerusalém para a festa. Esse Jesus procede do território que está sob a jurisdição de Herodes. Que Herodes julgue esse caso. Por que deveria eu decidir tal questão?
Nesse momento, ao dar novamente uma olhada em Jesus de Nazaré, o governador romano finalmente começou a esboçar um sorriso, que desapareceu de seu rosto quando ele contemplou os olhos fitos de Jesus nele como uma chama de fogo que arde no papiro seco, queimando a fina cobertura que ocultava as motivações políticas de Pôncio Pilatos.

Diz a história

Esse enredo dramático pode ou não refletir com exatidão os mais íntimos pensamentos de Pilatos. Contudo, é coerente com o relato dos quatro Evangelhos e com consideráveis registros da história antiga acerca do julgamento romano de Jesus.
Afinal, duvidar da historicidade do julgamento de Cristo perante Pilatos é o mesmo que questionar se a Suprema Corte dos Estados Unidos julgou o caso Dred Scott antes da Guerra da Secessão.
A existência histórica do Sinédrio é evidente e a família dos Herodes está solidamente comprovada nos escritos do historiador judeu Flávio Josefo, o qual também escreveu sobre o julgamento de Jesus perante Pilatos. A identidade do governador romano é atestada até mesmo fora dos relatos bíblicos e nos registros de Josefo.
Nos idos de 1950, numa escavação em Cesaréia, onde se localizava a residência oficial de Pilatos, descobriu-se uma inscrição em pedra. Embora uma parte dela tenha se perdido, as seguintes palavras ainda podiam ser lidas nitidamente: “Pôncio Pilatos, o Governador da Judéia”.
Já ouvi a argumentação daqueles que duvidam da Bíblia, alegando que a prática de Pilatos em conceder à multidão o direito de escolha, pelo voto verbal, entre Jesus e Barrabás, mencionada nos quatro Evangelhos, não era usual, nem histórica. Contudo, essa prática de indultar ou perdoar criminosos pelo voto popular realmente existiu. Um papiro do primeiro século (Papirus Forentinus), originário do Egito sob a ocupação romana, trouxe à luz que a mesma prática foi usada no ano 85 d.C.

Uma amizade misteriosa

O processo judicial romano reconhecia o direito de ficar em silêncio e a inocência do acusado até que se provasse o contrário. Antigos registros daquela época, transcritos de processos civis romanos, demonstram uma semelhança impressionante com o processo judicial nas cortes de justiça atuais.

Entretanto, há uma pergunta intrigante que nem as Escrituras Sagradas nem a história responderam. Após Pilatos ter enviado Jesus a Herodes para que este desse continuidade ao processo judicial, por que razão a Bíblia declara: “Naquele mesmo dia, Herodes e Pilatos se reconciliaram, pois, antes, viviam inimizados um com o outro” (Lc 23.12). Será que Herodes simplesmente desejava ser cordial? Isso parece pouco provável. O antigo escritor Fílon [de Alexandria, c. 20 a.C. - 50 d.C.] relatou que certa feita Pilatos instalou seus escudos distintivos dourados no palácio de Herodes. Herodes Antipas, ultrajado por tal situação, registrou uma queixa perante Tibério César, o qual ordenou que Pilatos removesse seus escudos daquele palácio. Com essa inimizade amargurada entre eles, só mesmo um motivo extremamente interesseiro, que garantisse o benefício de ambos, poderia ter curado a ruptura. Então, será que houve, de fato, uma conspiração entre Herodes e Pilatos? Se a resposta for afirmativa, contra quem seria?
Há uma possível explicação. Jesus permaneceu calado perante Herodes. Herodes o mandou de volta a Pilatos, porque não achou nele crime algum “digno de morte” (Lc 23.15). No entanto, segundo o texto de Atos 4.27, tanto Herodes quanto Pôncio Pilatos se voltaram contra Jesus. Ao harmonizarem-se tais versículos, chega-se à seguinte possibilidade: Herodes, embora desejasse secretamente livrar-se de qualquer pessoa (em especial, de Jesus) que representasse uma ameaça às suas ambições políticas, talvez tenha pensado que podia usar Jesus como um joguete, um peão no seu magistral jogo de xadrez – com o intuito de dar o xeque-mate no poder crescente do sumo sacerdote e do Sinédrio. Ao mesmo tempo, Pilatos queria simplesmente evitar mais uma decisão impopular e pode ter visto Herodes como um expediente de auxílio. Afinal de contas, Pilatos era uma pessoa moralmente baixa, além de ser um pragmático cruel.

O grande veredito

A despeito dos motivos de ambos, nem Herodes nem Pilatos conseguiram o que desejavam. Herodes, posteriormente, foi deposto por Calígula no ano 39 d.C. e Pilatos, depois de muitos fracassos, foi substituído em sua função de comando por ordens de Roma.
Todavia, Jesus, condenado sem razão e cruelmente crucificado, foi sepultado no túmulo de um homem rico e, três dias depois, ressuscitou triunfalmente.
A tarefa de Pilatos, como governador romano, era a de exercer justiça. Mesmo nos territórios de ocupação romana esperava-se que a justiça prevalecesse. O processo judicial romano reconhecia o direito de ficar em silêncio e a inocência do acusado até que se provasse o contrário. Antigos registros daquela época, transcritos de processos civis romanos, demonstram uma semelhança impressionante com o processo judicial nas cortes de justiça atuais: a presença dos advogados, a apresentação das provas documentais e testemunhais, bem como a formulação de elaborados argumentos legais. Pilatos, porém, desconsiderou todas as salvaguardas, ao permitir – e até mesmo ordenar – a execução de um homem que ele mesmo já tinha declarado inocente de qualquer crime passível de morte (Lc 23.14-15,22).
A última interrogação de Pilatos a Jesus registrada nos Evangelhos, pergunta essa que deve ter sido feita num tom de frustração e arrogância ultrajante, foi a seguinte: “Não sabes que tenho autoridade [poder] para te soltar e autoridade para te crucificar?” (Jo 19.10). Mas a resposta de Jesus a Pilatos deve ter penetrado até a medula, quando ele lembrou ao governador romano que Deus é o Outorgante Supremo da autoridade (v. 11). A partir de então, Pilatos redobrou seus esforços para evitar que o fiasco legal e político se desenrolasse na sua presença, mas tudo foi em vão (v. 12).
Entretanto, Jesus não foi morto por causa do fracasso de Pilatos em exercer justiça, nem por causa da conspiração de Herodes, nem mesmo em virtude da má fé de seus acusadores ligados ao Sinédrio. O sangue de Jesus foi voluntária e propositalmente “derramado em favor de muitos, para remissão de pecados” (Mt 26.28).
O princípio fundamental da justiça romana espelhava-se numa máxima popular (a qual, posteriormente, foi coligida nas Institutas de Justiniano) que Pilatos, sem dúvida, conhecia, mas optou por ignorar: “A justiça é o propósito determinado e constante de retribuir a cada um o que lhe é devido”.

O Bom Samaritano

O Caminho de Jerusalém

O Caminho dos Romanos é um termo familiar aos evangélicos. Ele se refere a uma série de versículos do Livro aos Romanos (do Novo Testamento) que muitos usam para comunicar o Evangelho. Embora seja um método eficiente, este não é o único meio de transmitir o plano de Deus para a salvação.
Anos antes de haver um Caminho dos Romanos, Jesus apresentou a mensagem do Evangelho para dois homens judeus quando estes iam de Jerusalém para Emaús (Lc 24.25-27). Um deles era Cleopas. O nome do outro homem não foi revelado.
Os dois homens estavam perturbados devido à recente morte de Jesus de Nazaré, a pessoa que eles esperavam que fosse redimir Israel (vv. 17,20-21). Eles tinham ouvido dizer que o corpo de Jesus havia desaparecido da sepultura e que anjos haviam dito que Ele estava vivo, mas eles mesmos não O tinham visto (vv. 23-24).
À medida que esses dois homens caminhavam para Emaús, o Messias ressurreto se uniu a eles e pregou-lhes uma mensagem que eles jamais esqueceriam:
“Ó néscios e tardos de coração para crer tudo o que os profetas disseram! Porventura, não convinha que o Cristo padecesse e entrasse na sua glória? E, começando por Moisés, discorrendo por todos os profetas, expunha-lhes o que a seu respeito constava em todas as Escrituras” (vv. 25-27).
Aquela mensagem no “Caminho de Jerusalém” foi apresentada por um homem judeu a dois outros homens judeus a respeito de um Redentor judeu, usando Escrituras judaicas. Embora o Evangelho de Lucas não forneça o conteúdo específico da mensagem, ele dá alguma revelação, citando Jesus: “São estas as palavras que eu vos falei, estando ainda convosco: importava se cumprisse tudo o que de mim está escrito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos” (Lc 24.44).
Jesus aparentemente começou pela Torá (os Cinco Livros de Moisés) e continuou a partir dali. Os homens eram tardios de coração para crerem (v. 25). Eles esperavam que o Redentor de Israel fosse um guerreiro poderoso e estavam cegos para a realidade de um Messias que deveria sofrer para que entrasse na glória (v. 26). Sem dúvida, as Escrituras que Jesus usou trataram da cegueira deles.
Ele provavelmente abordou desde a Semente (o Descendente) da mulher em Gênesis 3.15, continuando através do Profeta que seria levantado conforme Deuteronômio 18.15, o nascimento virginal em Isaías 7.14, o sofrimento do Servo em Isaías 53, e o reinado do descendente de Jessé em Isaías 11. Ele também deve ter usado o texto do Salmo 16.9-10: “Alegra-se, pois, o meu coração, e o meu espírito exulta; até o meu corpo repousará tranqüilo. Pois não deixarás a minha alma na morte, nem permitirás que o teu Santo veja corrupção”.
“São estas as palavras que eu vos falei, estando ainda convosco: importava se cumprisse tudo o que de mim está escrito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos” (Lc 24.44).
Talvez Ele tenha se referido aos profetas Jeremias e Daniel, descrevendo o Renovo justo que nasceria do Rei Davi (Jr 23.5-6), que seria “morto e já não estará” antes da destruição do Segundo Templo no ano 70 d.C (Dn 9.26). Gosto de imaginar que, no momento anterior ao que Jesus “desapareceu da presença deles” (Lc 24.31), Ele tenha citado Zacarias 12.10, explicando que, um dia, “sobre os habitantes de Jerusalém” será derramado “o espírito da graça e de súplicas”, e eles “olharão para aquele a quem traspassaram”.
Sejam quais forem as Escrituras que Ele tenha usado (há muitas dentre as quais se pode escolher), os homens no caminho aquele dia tiveram uma profunda reação: “Porventura, não nos ardia o coração, quando ele, pelo caminho, nos falava, quando nos expunha as Escrituras?” (Lc 24.32).
O salmista escreveu as seguintes palavras: “Bem-aventurados todos os que nele se refugiam” (Sl 2.12). Não há dúvida de que esses homens fizeram exatamente isso! (Steve Herzig - Israel My Glory - http://www.beth-shalom.com.br)

O Retrato Bíblico do Messias

Abaixo seguem duas maneiras diferentes de se obter um entendimento bíblico básico sobre o ministério redentivo do Messias. Uma maneira vem do Novo Testamento, especificamente como foi compactada no Livro aos Romanos (O Caminho dos Romanos). A outra maneira é baseada em uma seleção das Escrituras Hebraicas (O Caminho de Jerusalém). Ao comparar cuidadosamente os dois caminhos e verificar como eles se fundem em um claro retrato da pessoa e missão do Redentor, pode-se descobrir como estabelecer um relacionamento pessoal com o Senhor e compartilhar as Boas-Novas com outras pessoas. Valerá a pena tomar tempo para estudar a tabela que compara Escritura com Escritura, pois isso enriquecerá sua vida, e melhorará seu ministério pessoal.

O Caminho de Jerusalém

  • Jeremias 17.9
  • Isaías 64.6
  • Isaías 59.1-2
  • Ezequiel 18.20
  • Levítico 17.11
  • Isaías 53.1-12
  • Daniel 9.26
  • Salmos 2.12
  • Daniel 12.2
  • Gênesis 15.6

O Caminho dos Romanos

  • Romanos 3.23
  • Romanos 3.10-18
  • Romanos 6.23
  • Romanos 5.8
  • Romanos 10.9
  • Romanos 10.13
  • Romanos 5.1
  • Romanos 8.1
  • Romanos 8.38-39

Festa de Natal na Igreja

Festa de Natal no Templo em Jerusalém
O nascimento de Jesus foi o acontecimento mais significativo da História. Com Sua vinda a este mundo, confirmou-se a esperança de salvação, a promessa de luz sobre as trevas e a certeza de que Deus não se esquecera da humanidade.
Jesus, como legítimo menino judeu, foi submetido a todos os rituais exigidos pela Lei de Moisés. Acompanhando os acontecimentos iniciais de Sua vida, podemos ter uma idéia mais clara da importância deles e do cuidado extremo de Deus em fazer com que Seu próprio Filho cumprisse tudo que Ele havia ordenado ao povo de Israel.

O sacrifício de purificação de Maria

Maria e as ordenanças da Torá para mães no período pós-parto

Depois do nascimento de Jesus em Belém (relatado em Mateus 2.1ss., Lucas 2.1ss.), Maria foi considerada ritualmente impura por 40 dias segundo a lei para parturientes em Levítico 12.1-8 (veja também Lv 15.5-8). Sete dias depois de dar à luz, no final do dia, ela deveria imergir em um banho ritual. Normalmente uma pessoa que se submetia a essa cerimônia era considerada pura na noite do dia seguinte, mas no caso do parto as normas eram outras. A parturiente somente poderia ser considerada purificada pelo banho ritual na noite do 40º dia [após o parto], ou seja, no final de um “longo dia” de 33 dias (conforme citado no Comentário de Rashi, erudito judeu, sobre Levítico 12.4). No dia seguinte ela podia apresentar sua oferta de purificação no Templo. Para isso Maria e José se dirigiram com o bebê a Jerusalém, ao Templo do Senhor (Lucas 2.22-24): “Passados os dias da purificação deles segundo a Lei de Moisés, levaram-no a Jerusalém para o apresentarem ao Senhor, conforme o que está escrito na lei do Senhor: Todo primogênito ao Senhor será consagrado; e para oferecer um sacrifício, segundo o que está escrito na referida Lei: Um par de rolas ou dois pombinhos” (veja também Levítico 12.8). A Lei do Senhor ordenava: “Consagra-me todo primogênito; todo que abre a madre1 de sua mãe entre os filhos de Israel, tanto de homens como de animais, é meu” (Êxodo 13.2).

Oferta de pessoas pobres

A Torá exige que a mãe que teve um filho traga um cordeiro de um ano para o holocausto e uma rola[2] ou um pombinho[3] para o sacrifício pelos pecados (Levítico 12.6). Mas se alguém fosse muito pobre e não pudesse trazer esse sacrifício, a Lei permitia trazer apenas duas rolas ou dois pombinhos, um para o holocausto e o outro para a oferta pelo pecado (Levítico 12.8).
A palavra “rola” significa “pomba adulta”, diferente dos “pombinhos” da mesma espécie.[4]

Maria no átrio das mulheres

Maria e José viviam em pobreza, de modo que não tinham condições financeiras para apresentar os sacrifícios usuais.[5]
Maria dirigiu-se ao átrio das mulheres e depositou o valor correspondente ao seu sacrifício de aves nos gazofilácios número III e IV, que tinham a inscrição: “Ofertas de Aves” e “Pombas Para o Holocausto”.
Enquanto um sacerdote sacrificava as pombas no altar e as apresentava como sacrifício, seguindo prescrições detalhadas, Maria, depois de subir a escadaria de quinze degraus, encontrava-se diante da porta de Nicanor.[6] Como não estava trazendo sacrifícios que exigissem a imposição de mãos, ela não precisava passar pela porta que ficava ao norte, nem pela área da Shekiná (= átrio interno) para chegar ao local de sacrifício no altar.
Após a apresentação do sacrifício, Maria estava ritualmente limpa (Levítico 12.8).
Vista do átrio das mulheres
Vista do átrio das mulheres
  1. Porta de Nicanor
  2. Pódio do coro do Templo e da orquestra
  3. Átrio das Colunas com os treze gazofilácios
  4. Galeria das mulheres
  5. Candelabro
  6. Câmara das Pedras de Cantaria

A mãe impura e a criança pura

Nesse contexto, prestemos atenção ao seguinte: segundo a Lei, após o nascimento a criança não era considerada impura, somente a mãe o era. Por isso, apenas a mãe tinha de ser purificada pelo banho ritual e pelos sacrifícios no Templo. Esses detalhes nas prescrições dos rituais de purificação nos trazem lições espirituais bem mais profundas: Maria era pecadora como todas as outras pessoas (Romanos 3.23). Ela também precisava de um Salvador, o que testificou maravilhosamente no seu cântico em Lucas 1 (v. 47). Somente a criança, Jesus, era imaculada e perfeita em todos os aspectos (2 Coríntios 5.21; 1 João 3.5).

Cumprimento da profecia messiânica de Malaquias relativa ao Templo

Esse foi um dia extremamente especial dentro do contexto do Plano de Salvação. Nessa ocasião cumpria-se pela primeira vez a profecia do último profeta do Antigo Testamento, que havia dito que o Messias viria “de repente” ao seu Templo (Malaquias 3.1).

A profetisa Ana no Templo

Para uma mulher judia, a visita ao átrio das mulheres era um acontecimento extraordinário. Ela não podia se aproximar do Templo além desse ponto, a não ser que o sacrifício que queria trazer ao Senhor exigisse a imposição de mãos, para o que teria de entrar pela porta das mulheres, que ficava no átrio interno ao Norte, dirigindo-se ao lugar do holocausto no altar. Quando as mulheres iam ao Templo para orar, ficavam no átrio das mulheres.
Lucas, ao relatar o nascimento de Jesus e a purificação ritual de Maria que aconteceu mais de um mês depois, fala também de uma profetisa que sempre podia ser encontrada no Templo, a viúva Ana, da tribo de Aser: “Havia uma profetisa, chamada Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser, avançada em dias, que vivera com seu marido sete anos desde que se casara e que era viúva de oitenta e quatro anos. Esta não deixava o templo, mas adorava noite e dia em jejuns e orações. E, chegando naquela hora, dava graças a Deus e falava a respeito do menino a todos os que esperavam a redenção de Jerusalém” (Lucas 2.36-38).

Ana e o primeiro século antes de Cristo

Por ocasião do nascimento de Jesus, Ana tinha 84 anos de idade. Concluímos que ela vivenciou pessoalmente a maior parte da história emocionante e turbulenta do povo de Israel no primeiro século antes de Cristo, período marcado por forte expectativa pela vinda do Messias.

O nascimento de Ana

Ela nasceu no final do reinado de Alexandre Janeu (103-76 a.C.). Este era descendente da dinastia dos macabeus e assumiu indevidamente o título de rei. Como seu irmão Aristóbulo (104-103 a.C.), ele também transgrediu o princípio bíblico da separação de poderes e unificou o reinado e o sacerdócio, o que só deveria acontecer na pessoa do Messias.
O Monte do Templo hoje
O Monte do Templo hoje
  1. Área do Átrio das Mulheres
  2. Localização da escadaria de quinze degraus diante da Porta de Nicanor
  3. Localização do altar
  4. Localização da Porta dos Primogênitos

Invasão romana de Jerusalém

Após a morte de Janeu, Alexandra, sua viúva, assumiu o governo (76-67 a.C.). Foi uma era dourada muito breve. Os filhos de Alexandra, Hircano II (reinou em 67 e de 63 a 43 a.C.) e Aristóbulo II (67-63 a.C.) disputaram o poder, dando aos romanos pretexto para marchar sobre Jerusalém para restabelecer a ordem.

Os edomitas tomam o poder

Por volta de 47 a.C., Júlio César fez de Antipater procurador da Judéia. Mas este foi morto em 43 a.C. Seus filhos Herodes e Fasael deram continuidade à sua política. Após a vitória de Otaviano (filho adotivo de César, o futuro imperador César Augusto) sobre os inimigos de seu pai em 42 a.C. em Filipos (na Macedônia), Fasael e Herodes foram nomeados “Tetrarcas da Judéia”.
No ano de 40 a.C. a Judéia foi ocupada pelos partas. Estes fizeram de Antígono (40-37 a.C.; filho de Aristóbulo II) rei-sacerdote em Jerusalém. Em Roma, Herodes foi nomeado “Rei dos Judeus” pelo Senado.
Após três meses de sítio, Herodes conseguiu conquistar Jerusalém com tropas romanas em outubro de 37 a.C., no dia do Yom Kippur. Antígono foi executado. Começava o domínio sangrento de Esaú (através de seus descendentes, os edomitas) sobre o povo de Jacó.

O primeiro encontro com o Messias no Templo

Depois de apenas sete anos de casamento, Ana tornou-se viúva. Ela tinha uma percepção bem nítida da época em que vivia e tornou-se uma mulher de oração. O Segundo Templo era, por assim dizer, sua segunda casa, onde ela esperava pelo Consolador prometido a Israel.[7]
Depois de décadas de espera ansiosa pela interferência de Deus, ela teve o privilégio de se encontrar pessoalmente com o Messias quando este, com poucas semanas de vida, fez sua primeira visita ao Templo. Esse acontecimento, a que poucos dão atenção, tem grande significado no Plano de Salvação e causou no coração de Ana uma gratidão muito profunda para com Deus. Quando viu o bebê, ela começou a falar sobre o cumprimento das profecias messiânicas dadas pelo Senhor no Antigo Testamento a todos os moradores da cidade de Jerusalém que também esperavam pelo Salvador prometido .[8]

Na Porta dos Primogênitos

A apresentação dos filhos primogênitos

Depois do nascimento do Salvador em Belém, Maria estava ritualmente impura por mais de um mês. Ela teve de purificar-se através de um banho de imersão e através dos sacrifícios prescritos na Lei.
No 41º dia após o nascimento, ela, José e o menino vieram ao Templo em Jerusalém para apresentar os sacrifícios exigidos em Levítico 12.
Esse momento era oportuno para resgatar o filho primogênito através do ritual de Pidjon Ha-Ben (em hebraico significa resgate do filho).[9]

O significado da primogenitura em Israel

Para entender o significado desse procedimento, são necessárias algumas observações prévias:
Após a execução do juízo divino sobre os primogênitos egípcios, o Senhor declarou propriedade especial Sua todos os primogênitos israelitas, uma vez que estes haviam sido poupados por causa do sangue do cordeiro, imolado em seu lugar. A partir de então, os filhos mais velhos passaram a ser consagrados para o ministério do Senhor.[10]

A tribo de Levi em lugar dos primogênitos

Depois de ter recebido oralmente a lei no monte Sinai, a nação de Israel falhou tragicamente ao adorar o bezerro de ouro (Êxodo 32). Nessa situação de crise, a tribo de Levi demonstrou especial fidelidade e dedicação a Deus (Êxodo 32.26-29). Em razão dessa atitude, o Deus Eterno elegeu essa tribo para exercer o sacerdócio e para ministrar no santuário, ocupando a posição que era dos primogênitos de todas as doze tribos de Israel (Números 3.12; 8.16,18).[11] Os primogênitos dos levitas não precisavam ser resgatados logo após seu nascimento, mas os primogênitos das outras onze tribos tinham de ser resgatados por cinco siclos de prata. Esse valor destinava-se ao sustento dos sacerdotes. O resgate podia ser efetuado a partir do 31º dia após o nascimento (Números 18.16). Porém o dia específico para esse ritual não é definido pela Torá.

O dinheiro do resgate

Esse ritual é praticado ainda hoje no judaísmo. Nos Estados Unidos é costume dar os cinco siclos na forma de cinco dólares de prata. A prática de hoje é como naquela época: os pais escolhem o sacerdote que receberá o dinheiro e proferirá a bênção sobre o recém-nascido.
Maria e José cumpriram as duas ordenanças na mesma oportunidade: a apresentação do primogênito e a purificação da mãe após o parto. Assim, no 41º dia de vida do menino Jesus, realizaram os dois rituais exigidos pela Lei de Moisés.

Entrada pela porta do meio

O texto de Lucas diz que os pais levaram o menino a Jerusalém e o apresentaram ao Senhor. Por onde eles entraram para cumprir o mandamento do Pidjon-Ha-Ben?
Sabemos que a porta do meio da edificação de acesso ao Templo no lado Sul do átrio era chamada de “Porta dos Primogênitos” (sha’ar ha-bekhoroth).[12] Portanto, Maria e José vieram do Sul e subiram pelas escadas, entrando pela porta do meio em direção à área da Shequiná.

O Messias nos braços do sacerdote

No mesmo dia em que Maria e José tinham de cumprir suas obrigações no Santuário, Simeão o Justo também veio ao Templo. Na Porta dos Primogênitos ele tomou o menino nos braços – como se costumava fazer por ocasião do resgate dos primogênitos. Seguramente Simeão era um sacerdote que, movido pelo Espírito Santo, veio ao Templo justamente nesse momento, tendo a oportunidade de praticar com o Messias a cerimônia de Pidjon Ha-Ben. Ele já havia esperado com muita ansiedade a chegada do Salvador prometido, e foi o escolhido para cumprir a tarefa sacerdotal de resgatar o primogênito (Lucas 2.22-35).

Viagem a Jerusalém

“Passados os dias da purificação segundo a Lei de Moisés,[13] levaram-no a Jerusalém para o apresentarem ao Senhor, conforme o que está escrito na Lei do Senhor: Todo primogênito[14] ao Senhor será consagrado [Êxodo 13.2]; e para oferecer um sacrifício, segundo o que está escrito na referida Lei: Um par de rolas ou dois pombinhos” [Levítico 12.8] (Lucas 2.22-24).

Simeão o Justo

“Havia em Jerusalém um homem chamado Simeão; homem este justo e piedoso que esperava a consolação de Israel;[15] e o Espírito Santo estava sobre ele. Revelara-lhe o Espírito Santo que não passaria pela morte antes de ver o Cristo do Senhor. Movido pelo Espírito, foi ao templo...” (Lucas 2.25-27a).

Oração na Porta dos Primogênitos

“...e, quando os pais trouxeram o menino Jesus para fazerem com ele o que a Lei ordenava, Simeão o tomou nos braços e louvou a Deus, dizendo: Agora, Senhor, podes despedir[16] em paz o teu servo, segundo a tua palavra; porque os meus olhos já viram a tua salvação,[17] a qual preparaste diante de todos os povos: luz para revelação aos gentios, e para glória do teu povo Israel. E estavam o pai e a mãe do menino admirados do que dele se dizia” (Lucas 2.27b-33).

Bênção sobre os pais

“Simeão os abençoou e disse a Maria, mãe do menino: Eis que este menino será destinado tanto para ruína como para levantamento de muitos em Israel e para ser alvo de contradição (também uma espada traspassará a tua própria alma), para que se manifestem os pensamentos de muitos corações” (Lucas 2.34-35).

O menino não recebeu bênção

Que singular cerimônia de Pidjon Ha-Ben! Normalmente o sacerdote designado para proferir a bênção abençoava a criança. Simeão, propositalmente, não o fez. Em lugar da criança ele abençoou os pais (Lucas 2.34). Ele estava observando o princípio espiritual expresso em Hebreus 7.7: “Evidentemente, é fora de qualquer dúvida que o inferior é abençoado pelo superior”.
O velho Simeão não tinha o direito de abençoar o Messias. Diante de Deus, ele era inferior ao menino de 41 dias de idade, pois este era o eterno Filho de Deus que se tornara homem. Maria e José, sim, podiam ser abençoados por ele. Maria, como mãe de Jesus, e José como pai de criação do Messias, eram pessoas normais como todos nós. Eles simplesmente haviam sido escolhidos pelos desígnios soberanos de Deus para realizar tarefas específicas.
Rami Ayad
A Torá exige que a mãe que teve um filho traga um cordeiro de um ano para o holocausto e uma rola ou um pombinho para o sacrifício pelos pecados (Levítico 12.6).

 

 

O Messias e o sacerdócio levítico

Os cinco siclos de prata entregues a Simeão, que certamente iria morrer em breve, foram a contribuição do Messias com o sacerdócio levítico, que por sua vez era uma sombra do futuro ministério messiânico, que viria a ter nEle seu cumprimento pleno.
O Messias nasceu para morrer. Na cruz Ele iria oferecer a Si mesmo como sacrifício, para nos resgatar sem o uso de “coisas corruptíveis, como prata ou ouro... mas pelo [Seu] precioso sangue” (1 Pedro 1.18-19).
A identificação de Jesus com Seu próprio povo, sua submissão aos rituais e ordenanças da Lei, tudo isso nos comove e enche nosso coração de gratidão. Ele se identifica conosco, sabe quem somos, conhece nossas dores e nossos anseios. Neste tempo de Natal, só nos resta agradecer de todo o coração a Ele, por ter se feito homem por nós e por ter assumido como Sua a nossa culpa. (Dr. Roger Liebi - http://www.beth-shalom.com.br)

Notas:

  1. Isto é, o primeiro filho que nasce de parto normal.
  2. trygon significa pomba-rola em grego.
  3. Em grego nossoi peristêron significa filhote de pomba. Em Lucas 2.24 essa expressão é usada para traduzir o conceito hebraico bnei jonah que significa “pomba jovem”, literalmente “filhos de pomba”.
  4. TB Chulin 22a-22b (TB é o Talmude Babilônico). Essas aves eram consideradas “pombas jovens” (bnei jonah em hebraico) enquanto suas penas não adquirissem um brilho dourado. Assim que elas brilhassem, passavam a ser chamadas de thorim (“pombas-rolas”).
  5. Essas considerações nos levam a concluir que os sábios do Oriente, os populares Reis Magos, com seus preciosos presentes em forma de ouro, incenso e mirra ainda não haviam chegado nessa ocasião, ou seja, 41 dias após o nascimento do Salvador (Mt 2.1ss.).
  6. Talmude Babilônico, Tamid V 6.
  7. Lucas relata que Ana não se afastava do Templo nem de dia nem de noite. Pelo visto ela tinha um alojamento na área anexa ao Templo herodiano.
  8. A forma imperfeita do durativo elalei (= falava) que aparece em Lucas 2.38 expressa uma ação constante e rotineira.
  9. Em hebraico pidjon ha-ben, resgate do filho.
  10. Êx 13.1-2,11-16,22,29b; 24.5; 34.19-20; Nm 3.13.
  11. Os primogênitos da tribo de Levi não precisavam ser resgatados (veja CHILL: Die Mitzwoth, Zurique, 1991, p. 51).
  12. Talmude Babilônico, Middoth I, 4; bekhoroth é o plural de bekhorah, que significa primogenitura ou direito de primogenitura.
  13. Conforme Levítico 12.7, mais 33 dias.
  14. Isto é, que nasce de modo natural, onde a criança rompe o canal vaginal através das contrações do parto. No judaísmo até hoje as crianças que nascem através de operação cesariana não são submetidas ao ritual de resgate porque nesse caso o bebê não “rompeu a madre” (veja CHILL: Die Mitzwoth, ibid, p. 51).
  15. Designação para o Messias, que deveria trazer consolo por toda a opressão que o povo de Israel enfrentou durante sua história. Em referência a Lamentações 1.16 o Messias é chamado de “Menachem” (= Consolo) no Talmude Babilônico, em Sanhedrin 98b.
  16. Em grego apolyô, deixar morrer.
  17. Nessa declaração encontra-se uma relação com o nome “Jesus”. Ele significa “O Senhor é salvação” (em hebraico Yeshua ou Yehoshua).

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